segunda-feira, 11 de março de 2013

MENINO E MENINA (Chico y Chica do libro Morfogenia) by Pablo J.Luis Molinero



Interessante texto e através dele é possível fazer uma analogia quando nos deparamos com o outro lado da vida: Existe vida após a morte? Deixo para cada um fazer a sua reflexão.

Abraços,
Roberta Carrilho




Dedico a você meu amor eterno nesta e qualquer dimensão: minha filha, Maria Eduarda Carrilho. Saiba que sempre amarei você hoje, ontem e sempre!!!
mamãe



No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês.
O primeiro pergunta ao outro:
- Você acredita na vida após o nascimento?
- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento.
- Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde. 
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui.
- Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível.
- E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta.
- Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída - o cordão umbilical é muito curto.
- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida.
- E, afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós. 
- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
- Bem, mas, às vezes, quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando ou sente como ela afaga nosso mundo.


Esclareço que este post é uma interpretação abrasileirada do CÉTICO E O LÚCIDO - VIDA APÓS O NASCIMENTO. Parte do texto original CHICO Y CHICA em espanhol do autor Pablo J. Luis Molinero (1980). Agradeço a gentileza do mesmo vir ao meu blog esclarecer sua autoria e disponibilizar o texto original na íntegra do qual indicarei os links abaixo.




















4 comentários:

  1. Compreendo que a história acima produz efeito que agir de forma cética é “ruim”, “errado”, “pecado” associando também de forma distorcida, equivocada, pseudo-ceticismo com cepticismo: lavagem cerebral inconsciente. Compreendo que o(a) autor(a) desconhecido precisa rever o título da postagem por que indica fazer menção errada com distorções em relação ao que vem a ser o conceito: cético. Passou uma informação distorcida. O bebê que ela sugere ser cético é um pseudocético conforme os parâmetros acima. Pesquisando mais à fundo (aprofundamento, descrença, cepticismo científico ou filosófico) percebi que o bebê pseudo-cético manifesta pensamentos de fé (dogma) quando se fecha em verdades absolutas (dogmas), denotando inflexibilidade e menor senso, talvez de investigação e senso-crítico considerado que suponho associado ao bebê mais lúcido. Talvez o bebê lúcido tenha senso-percepção mais acurado prestando atenção em estímulos externos fora do ventre: ruídos, luminosidade, sensação de deslocamento da mãe, vozes, etc… Quando se trata de comportamentos, muitas pessoas confundem pseudo-ceticismo com ceticismo. Fonte: “Ceticismo”: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ceticismo
    “Em sua análise,Marcello Truzzi argumentou que os pseudo-céticos apresentam a seguinte conduta:
    •A tendência de negar, ao invés de duvidar.
    •A realização de julgamentos sem uma investigação completa e conclusiva.
    •Uso de ataques pessoais
    •A apresentação de evidências insuficientes.
    •A tentativa de desqualificar proponentes de novas idéias taxando-os pejorativamente de 'pseudo-cientistas', 'promotores' ou 'praticantes de ciência patológica'.
    •A apresentação de contra-provas não fundamentadas ou baseadas apenas em plausibilidade, ao invés de se basearem em evidências.
    •A sugestão de que evidências inconvincentes são suficientes para se assumir que uma teoria é falsa.
    •A tendência de desqualificar 'toda e qualquer' evidência.
    O termo pseudo-ceticismo parece ter suas origens na filosofia, na segunda metade do século 19
    Ceticismo como inércia
    A ciência moderna é baseada no ceticismo. Por um lado, a ciência deve estar sempre aberta a novas ideias (por mais estranhas que pareçam), desde que apoiadas em evidências científicas, mas deve fazê-lo de forma que sejam sempre devidamente escrutinadas, de modo a assegurar a veracidade de suas implicações e resultados. Sempre que uma nova hipótese é formulada ou uma nova alegação é realizada, toda a comunidade científica se mobiliza de modo a comprovar sua viabilidade teórica e prática. Como em qualquer outro plano, quanto mais incomuns forem as novas ideias e invenções, mais resistência tendem a enfrentar durante seu escrutínio por meio do método científico. Uma consequência disso é que vários cientistas através da história, ao apresentarem suas idéias, foram inicialmente recebidos com alegações de fraude por colegas que não desejavam ou não eram capazes de aceitar algo que requereria uma mudança em seus pontos de vista estabelecidos. Por exemplo, Michael Faraday foi chamado de charlatão por seus contemporâneos quando disse que podia gerar uma corrente eléctrica simplesmente movendo um ímã por uma bobina de fio.”
    O ceticismo costuma ser dividido em duas correntes:
    “Ceticismo filosófico - uma postura filosófica em que pessoas escolhem examinar de forma crítica se o conhecimento e a percepção que possuem são realmente verdadeiros, e se alguém pode ou não dizer se possui o conhecimento absolutamente verdadeiro;
    Ceticismo científico - postura científica e prática, em que se questiona de forma constante e contumaz a veracidade de qualquer alegação; procurando de forma permanente por argumentos que possam corroborá-las ou invalidá-las, fazendo-o sempre em acordo com o método científico.”

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    1. Olá!!!

      Nossa!!! Quanto conhecimento hein! Falou, falou e não disse nada... É impressionante a sua capacidade de proliferar ou dar crias de palavras de sentidos idênticos e contextos opostos. Parabéns pela performance literária Felippe F B Jr.

      Pelo texto acima posso chutar que você deva ter no máximo uns 12 a 14 anos. Acertei? Me desculpe mas sinceramente comentários de pedaços colados do site Wikipédia e monografias não me interessa. Aff!

      Muita informação e nenhum entendimento, meu, claro! Talvez eu seja limitada para sua genialidade... pode ser!

      Uma coisa eu sou é sentimentos ... e o meu agora é de perplexidade com a sua extrema capacidade em escrever muito e não se entender nada. Nada sobre o contexto que induz ao pensamento analógico entre acreditar na vida pós morte quanto na vida pós parto.

      Sabe Felippe F B Jr. aceitar seu ponto de vista e argumentos com sentido concreto e inteligente é uma coisa, agora isso descrito não é uma coisa e nem outra. É um deboche! É um monte de palavras conceituais fora do contexto ou sentido proposto ou posposto do meu post. Resumindo: não entendi 'bulufas'.

      Mesmo assim obrigada pela visita e até pelo seu comentário sem sentido, risos! Mas como dito sou sentimentos e a sinceridade é um deles.

      Abraços,
      Roberta Carrilho

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  2. Apreciada Roberta, em primeiro lugar, desculpe meus erros usando a sua língua.
    Estou me referindo a história sobre esses dois fetos que estão discutindo se a mãe existe e se existe vida após o nascimento.
    Eu escrevi esta história há 35 anos atrás, quando minha filha mais nova nasceu; está incluído no meu livro "Morfogenia". Você pode ler a história completa (em espanhol ou inglês) em www.pablomolinero.com.
    A versão na Web é um breve resumo em poucas linhas (com muitos erros), dando a idéia central da minha história (16 páginas) mas faltando muitos detalhes interessantes que você pode encontrar na história original.
    Eu vou apreciá-lo em seus Web sites indicam que o autor é Pablo J.Luis Molinero.
    É injusto e desonesto que as pessoas como Útmutató to Léleknek ("guia espiritual" em húngaro), o psicóloga checa (Dr. Jirina Prekop), rabino Haim Korsia (França), o chefe da Igreja Ortodoxa Russa em Saint Michel-Archange em Cannes e vários outros (Henry J.M. Nouwen, Henry J.W., Wayne Dyer, Guru PV Zen, vários pastores de igrejas na Europa Central, nos EUA, etc., e alguns outros, todos eles pessoas de responsabilidade psico-espiritual) fingem ser os autores apropriando-se uma autoria que não é deles.
    Muito obrigado

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    1. Buenas tardes Sr. Pablo J. Luis Molieno (EXCUSA TRADUCCIÓN MAS O MENOS)

      En primer lugar quiero dar las gracias a la amabilidad de venir aquí en mi blog aclarar su autoría. ¡Sea bienvenido! Gracias!

      Accedí a su blog en el enlace "morfogénesis" y vi su texto (enlace disponible más adelante) "Chico y chica" y, sin duda, parte de lo publiquei.

      Me disculpo por mi error u omisión y fijaré dándoles nombre los créditos de su trabajo. Y si puedo hacerlo mejor, voy a publicar su texto completo en español como es. Es lo que hay que hacer.

      Su texto es interesante y lleva al lector profundas reflexiones de esta vida y otros también ... el diálogo entre los niños que nos hace creer que es posible estas y otras preguntas. ¿En serio? ¿Es posible? ¿Se fue? ¿Por qué? ¿Cuál es nuestro propósito existencial? entre otras cuestiones subjetivas. Me gustan los textos, así que ... me fascina este viaje dentro de mí mismo.

      Una vez más, gracias por la aclaración y visita.
      Atentamente,
      Roberta Carrilho
      Link - https://pablomolinerodotcom.files.wordpress.com/2014/08/chico-y-chica2.pdf
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      Boa tarde Sr. Pablo J. Luis Molieno

      Antes de mais nada quero agradecer a gentileza de vir aqui no meu blog esclarecer a sua autoria. Seja bem-vindo! Obrigada!

      Eu acessei seu blog no link "Morfogenia" e vi o seu texto (link disponível abaixo) "chico y chica" e sem dúvidas condiz com parte do que eu publiquei.

      Peço desculpas pelo meu erro ou omissão e consertarei dando-lhes os devidos créditos da sua obra. E se me permitir farei melhor, publicarei o seu texto na íntegra em espanhol como está. É o certo a fazer.

      Seu texto é interessante e traz ao leitor profundas reflexões desta vida e de outras também... mesmo sendo cético como o outro visitante acima o diálogo entre as crianças nos faz crer que é possível sim estas e outras indagações. Será? É possível? Se for? Por quê? Qual o nosso propósito existencial? entre outras questões subjetivas. Eu gosto de textos assim... me fascina esta viagem dentro de mim mesma.

      Mais uma vez muito obrigada pelo esclarecimento e pela visita.
      Atenciosamente,
      Roberta Carrilho
      Link - https://pablomolinerodotcom.files.wordpress.com/2014/08/chico-y-chica2.pdf




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