sexta-feira, 14 de março de 2014

HOJE É ANIVERSÁRIO DE ALBERT EINSTEIN - 14/03/1879 - Biografia completa




Albert Einstein (Ulm, 14 de março de 1879 — Princeton, 18 de abril de 1955) foi um físico teórico alemão que desenvolveu a teoria da relatividade geral, um dos dois pilares da física moderna (ao lado da mecânica quântica). 

Embora mais conhecido por sua fórmula de equivalência massa-energia E = mc2 (que foi chamada de "a equação mais famosa do mundo"), ele recebeu o Prêmio Nobel de Física de 1921 "por seus serviços à física teórica e, especialmente, por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico". O último foi fundamental no estabelecimento da teoria quântica. 

Perto do início de sua carreira, Einstein achava que a mecânica newtoniana não era mais suficiente para reconciliar as leis da mecânica clássica com as leis do campo eletromagnético. Isto levou ao desenvolvimento de sua teoria da relatividade especial. Ele percebeu, no entanto, que o princípio da relatividade também pode ser estendido para campos gravitacionais, e com a sua teoria da gravitação posterior, em 1916, ele publicou um artigo sobre a teoria da relatividade geral. Ele continuou a lidar com os problemas da mecânica estatística e teoria quântica, o que levou suas explicações da teoria das partículas e do movimento das moléculas. Ele também investigou as propriedades térmicas de luz, que lançou as bases da teoria do fóton de luz. Em 1917, Einstein aplicou a teoria da relatividade geral para modelar a estrutura do universo como um todo. 

Ele estava visitando os Estados Unidos, quando Adolf Hitler chegou ao poder, em 1933, e não voltou para a Alemanha, onde tinha sido professor da Academia de Ciências de Berlim. Ele se estabeleceu nos Estados Unidos, onde naturalizou-se em 1940. Na véspera da Segunda Guerra Mundial, ele ajudou a alertar o presidente Franklin D. Roosevelt, que a Alemanha poderia estar desenvolvendo uma arma atômica, e recomendou aos Estados Unidos começar uma pesquisa semelhante, o que levou para o que se tornaria o Projeto Manhattan. Einstein foi em apoio de defender as forças aliadas, mas em grande parte denunciada usando a nova descoberta da fissão nuclear como uma arma. Mais tarde, com o filósofo britânico Bertrand Russell, Einstein assinou o Manifesto Russell-Einstein, que destacou o perigo de armas nucleares. Einstein era afiliado com o Instituto de Estudos Avançados de Princeton, Nova Jérsei, até a sua morte em 1955. 

Einstein publicou mais de 300 trabalhos científicos, juntamente com mais de 150 obras não-científicas. Suas grandes conquistas intelectuais e originalidade fizeram a palavra "Einstein" sinônimo de gênio. 100 físicos renomados elegeram-no, em 1999, o mais memorável físico de todos os tempos. 


BIOGRAFIA COMPLETA

Albert Einstein (pronúncia em alemão: AFI:  [ˈalbɐt ˈaɪ̯nʃtaɪ̯n] (ajuda·info); em inglês:nasceu em Ulm, Rein o de Württemberg, Império Alemão, atual Baden-Württemberg, Alemanha, em 14 de março de 1879, 10 filho de Hermann Einstein, vendedor e engenheiro, e de Pauline Einstein (nascida Koch). Em 1880 a família mudou-se paraMunique, onde seu pai e seu tio fundaram a Elektrotechnische Fabrik J. Einstein & Cia, empresa que fabricava equipamentos elétricos acionados por corrente contínua.10 

Os Einstein eram judeus não praticantes. Albert estudou em uma escola elementar católica, a partir dos cinco anos de idade, durante três anos. Com oito anos de idade foi transferido para o Ginásio Luitpold (atualmente conhecido como o Ginásio Albert Einstein), onde teve educação escolar primária avançada e secundária, até que ele deixou a Alemanha sete anos depois.11 Embora se acreditasse que Einstein tinha dificuldades iniciais de fala, isto é contestado pelo Albert Einstein Archives, e se destacou na primeira escola que frequentou.12 Ele foi bem entregue;12 13 não há evidências para a crença popular generalizada 14 de que ele era canhoto.

Seu pai uma vez mostrou-lhe uma bússola de bolso. Einstein percebeu que deveria haver algo que fizesse com que a agulha se movesse, apesar do "espaço vazio" aparente.15 Quando cresceu, Einstein construiu modelos e dispositivos mecânicos por diversão, começando a mostrar talento para a matemática.10 Aos dez anos de idade, Max Talmud (que depois mudou seu nome para Max Talmey), um pobre estudante judeu de medicina da Polônia, foi apresentado à família de Einstein por seu irmão, e durante as visitas semanais pelos cinco anos seguintes, ele deu ao menino livros populares sobre ciência, textos matemáticos e escritos filosóficos. Estes incluíram Crítica da Razão Pura de Immanuel Kant, e Os Elementos de Euclides (que Einstein chamou de "pequeno livro sagrado da geometria").16 17 nota 1 

Em 1894, a empresa de seu pai faliu: a corrente direta (DC) perdeu a Guerra das Correntes para a corrente alternada (AC). Em busca de negócios, a família de Einstein mudou-se para a Itália, primeiro para Milão e, alguns meses mais tarde, para Pavia. Quando a família se mudou para Pavia, Einstein ficou em Munique para terminar seus estudos no Ginásio Luitpold. Seu pai queria que ele seguisse a engenharia elétrica, mas Einstein entrou em choque com as autoridades e ressentiu-se com o regime da escola e o método de ensino. Ele escreveu mais tarde que o espírito do conhecimento e o pensamento criativo foram perdidos na esteira da aprendizagem mecânica. No final de dezembro de 1894, ele viajou para a Itália para se juntar à sua família em Pavia, convencendo a escola a deixá-lo ir usando um atestado médico.18 Foi durante o seu tempo na Itália que ele escreveu um pequeno ensaio com o título "Sobre a investigação do estado do éter num campo magnético".19 20 

No final do verão de 1895, com dezesseis anos de idade, dois antes da idade padrão, Einstein realizou os exames de admissão para a Escola Politécnica Federal Suíça em Zurique (mais tarde o Instituto Federal de Tecnologia de Zurique). Ele não conseguiu alcançar o padrão exigido em várias disciplinas, com destaque para o francês, mas obteve notas excepcionais em física e matemática.21 22 Seguindo o conselho do diretor da Politécnica, ele frequentou a Escola Cantonal de Aargau em Aarau, Suíça, entre 1895 e 1896 para completar o ensino secundário. Enquanto se hospedava com a família do professor Jost Winteler, ele se apaixonou por sua filha, Marie Winteler (sua irmã Maja mais tarde se casou com o filho dos Wintelers, Paul). Em janeiro de 1896, com a aprovação de seu pai, ele renunciou à sua cidadania no Reino de Württemberg, para evitar o serviço militar23 (ele adquiriu a nacionalidade suíça cinco anos mais tarde, em fevereiro de 1901).24 Em setembro de 1896, ele passou nos estudos suíços com boas notas em sua maior parte (incluindo uma pontuação de 6 em física e matemática, em uma escala de 1-6 nota 2 22 )25 e, embora contasse apenas 17 anos, um a menos que os demais alunos, matriculou-se no curso de quatro anos para obter o diploma de professor de física da Escola Politécnica de Zurique22 . Marie Winteler mudou-se para Olsberg, Suíça, onde obteve um cargo como professora. 

A futura esposa de Einstein, Mileva Marić, também se matriculou na Escola Politécnica no mesmo ano, e foi a única mulher entre os seis estudantes da seção de matemática e física nas aulas do curso. Com o passar dos anos, a amizade de Einstein e Marić desenvolveu em romance, e juntos eles liam livros extra-curriculares de física em que Einstein estava mostrando um interesse crescente. Em 1900, Einstein foi agraciado com o diploma de ensino da Politécnica de Zurique, mas Marić foi reprovada no exame com uma nota baixa em um componente da matemática, a teoria das funções.26 Houve alegações de que Marić colaborou com Einstein em seus célebres trabalhos de 1905,27 28 mas os historiadores da física que estudaram a questão não encontraram nenhuma evidência de que ela tenha feito quaisquer contribuições substanciais.29 30 31 32
Casamentos e filhos[editar | editar código-fonte

No início de 1902, Einstein e Marić tiveram uma filha e lhe deram o nome de Lieserl, nascida em Novi Sad, onde Marić estava com seus pais. Seu destino é desconhecido, mas o conteúdo de uma carta que Einstein escreveu a Marić em setembro de 1903 sugere que ela foi adotada ou morreu de escarlatina na infância.33 34 

Einstein e Marić se casaram em janeiro de 1903. Em maio de 1904 nasceu o primeiro filho do casal, Hans Albert Einstein, em Berna, na Suíça. Seu segundo filho, Eduard, nasceu em Zurique, em julho de 1910. Em 1914, Einstein se mudou para Berlim, enquanto sua esposa ficou em Zurique com seus filhos. Eles se divorciaram em 14 de fevereiro de 1919, após terem vivido separados por cinco anos. 

Einstein se casou com Elsa Löwenthal em 2 de junho de 1919, após ter tido um relacionamento com ela desde 1912. Elsa era sua prima materna em primeiro grau e paterna em segundo grau. Em 1933, eles emigraram para os Estados Unidos. Em 1935, Elsa Einstein foi diagnosticada com problemas cardíacos e renais e morreu em dezembro de 1936.35 

Escritório de Patentes

Da esquerda para a direita: Conrad Habicht, Maurice Solovine e Einstein, fundadores da Academia Olímpia.

Depois de formado, Einstein passou quase dois anos frustrantes procurando um cargo de professor, mas o pai de Marcel Grossmann o ajudou a conseguir um emprego em Berna,36 no Instituto Federal de Propriedade Intelectual, o escritório de patentes, como assistente examinador.37 Ele avaliou os pedidos de patentes de dispositivos eletromagnéticos. Em 1903, a posição de Einstein no escritório de patentes suíço tornou-se permanente, embora ele tenha sido preterido para promoção até que "dominasse totalmente a tecnologia da máquina".38  

Muito de seu trabalho no escritório de patentes relacionava-se a questões sobre a transmissão de sinais elétricos e sincronização eletro-mecânica do tempo, dois problemas técnicos que aparecem visivelmente nas experiências de pensamento que levaram Einstein a suas conclusões radicais sobre a natureza da luz e da conexão fundamental entre espaço e tempo.39 

Com alguns amigos que conheceu em Berna, Einstein começou um pequeno grupo de discussão, auto-denominado "A Academia Olympia", que se reunia regularmente para discutir ciência e filosofia. As leituras do grupo incluíam os trabalhos de Henri Poincaré, Ernst Mach e David Hume, que influenciaram a visão científica e filosófica de Einstein. 

Carreira docente

Retrato oficial de Einstein em 1921 depois de receber o Prêmio Nobel de Física.

Em 1901, o artigo "Folgerungen aus den Kapillarität Erscheinungen" ("As Conclusões dos Fenômenos da Capilaridade") foi publicado na prestigiadaAnnalen der Physik.40 Em 30 de abril de 1905, Einstein terminou sua tese, com Alfred Kleiner, professor de física experimental, como orientador legal. Einstein obteve o título acadêmico de doutor pela Universidade de Zurique, com a tese "Uma nova determinação das dimensões moleculares".41 42 No mesmo ano, que tem sido chamado de annus mirabilis (ano miraculoso) de Einstein, ele publicou quatro trabalhos revolucionários sobre o efeito fotoelétrico, o movimento browniano, a relatividade especial e a equivalência entre massa e energia, que o levariam ao conhecimento do mundo acadêmico.

Em 1908, ele já era reconhecido como um importante cientista e foi nomeado professor 43 na Universidade de Berna. No ano seguinte, ele deixou o escritório de patentes e o cargo de professor para assumir a posição de professor de física da Universidade de Zurique. Ele tornou-se professor catedrático na Universidade Carolina, em Praga, em 1911. Em 1914, ele retornou à Alemanha depois de ser nomeado diretor do Instituto Kaiser Guilherme de Física (1914-1932)44 e professor da Universidade Humboldt de Berlim, com uma cláusula especial em seu contrato que o liberou da maioria das obrigações dos docentes. Ele se tornou um membro da Academia Prussiana de Ciências. Em 1916, Einstein foi nomeado presidente daSociedade Alemã de Física (1916-1918).45 46 

Em 1911, ele calculou que, com base em sua nova teoria da relatividade geral, a luz de uma estrela seria curvada pela gravidade do Sol. Essa previsão foi dada como confirmada em observações feitas por uma expedição britânica liderada por Sir Arthur Eddington, durante o eclipse solar de 29 de maio de 1919. Notícias da mídia internacional fizeram Einstein famoso no mundo inteiro por este feito. Em 7 de novembro de 1919, The Times, o maior jornal britânico, publicou uma manchete que dizia: "Revolução na Ciência – Nova Teoria do Universo – Ideias de Newton derrubadas".47 Muito mais tarde, foram levantadas questões quanto a se os cálculos foram precisos o suficiente para apoiar a teoria de Einstein. Em 1980, os historiadores John Earman e Clark Glymour publicaram uma análise sugerindo que Eddington tinha suprimido resultados desfavoráveis.48 Os dois pesquisadores encontraram possíveis falhas na seleção de dados de Eddington, mas suas dúvidas, embora amplamente divulgadas e, de fato, agora com um status "mítico" quase equivalente ao status das observações originais, não foram confirmadas.49 50 A seleção dos dados de Eddington parece válida e sua equipe realmente fez medições astronômicas verificando a teoria.51

Em 1921, Einstein foi agraciado com o Prêmio Nobel de Física por sua explicação do efeito fotoelétrico, pois a relatividade era considerada ainda um tanto controversa. Ele também recebeu a Medalha Copley da Royal Society em 1925. 

Viagens para o exterior

Einstein visitou Nova Iorque pela primeira vez em 2 de abril de 1921, onde recebeu uma recepção oficial por parte do prefeito John Francis Hylan, seguido de três semanas de palestras e recepções. Ele apresentou diversas palestras na Universidade Columbia e na Universidade de Princeton, e em Washington acompanhou representantes da Academia Nacional de Ciências em uma visita à Casa Branca. Em seu retorno à Europa, foi o convidado do estadista e filósofo britânico Visconde de Haldane, em Londres, onde se encontrou com várias figuras científicas, intelectuais e políticas de renome e apresentou uma palestra na King's College de Londres.52 

Em 1922, ele viajou por toda a Ásia e depois para a Palestina, como parte de uma excursão de seis meses apresentando palestras. Suas viagens incluíram Singapura, Ceilão e Japão, onde deu uma série de palestras para milhares de japoneses. Sua primeira palestra em Tóquio durou quatro horas e após a palestra encontrou-se com o imperador e a imperatriz no Palácio Imperial, onde milhares vieram assisti-lo. Einstein, mais tarde, deu suas impressões sobre os japoneses em uma carta a seus filhos:53 "De todas as pessoas que conheci, eu gosto mais dos japoneses, porque eles são modestos, inteligentes, atenciosos e têm sensibilidade para a arte".53 

Em sua viagem de volta, ele também visitou a Palestina durante 12 dias, na que viria a ser sua única visita à região. "Ele foi recebido com uma grande pompa britânica, como se fosse um chefe de Estado, em vez de um físico teórico", escreve Walter Isaacson. Isto incluiu uma saudação de canhão em sua chegada à residência do alto comissário britânico, Sir Herbert Samuel. Durante uma recepção dada a ele, o prédio foi "invadido por multidões que queriam ouvi-lo". Em um discurso de Einstein para o público, ele expressou sua felicidade sobre o evento: 

Eu considero este o melhor dia da minha vida. Antes, eu sempre achei algo a lamentar na alma judaica, que é o esquecimento de seu próprio povo. Hoje, eu estou feliz com a visão do povo judeu aprendendo a reconhecer-se e a tornar-se reconhecido como uma força no mundo.54 

Carlos Chagas e a equipe do Instituto Oswaldo Cruz, em recepção a Albert Einstein.


Einstein fez uma viagem à América do Sul, em 1925, visitando países como Argentina, Uruguai e também o Brasil.55 Além de fazer conferências científicas, visitou universidades e instituições de pesquisas. Em 21 de março passou pelo Rio de Janeiro, onde foi recebido por jornalistas, cientistas e membros da comunidade  judaica. Visitou o Jardim Botânico e fez o seguinte comentário, por escrito, para o jornalista Assis Chateaubriand: "O problema que minha mente formulou foi respondido pelo luminoso céu do Brasil".56 Tal afirmação dizia respeito a uma observação do eclipse solar registrada na cidade cearense de Sobral por uma equipe de cientistas britânicos, liderada por Sir Arthur Stanley Eddington, que buscava vestígios que pudessem comprovar a teoria da relatividade, até então mera especulação. Albert Einstein nunca chegou a visitar a cidade de Sobral.57 58 

Em 24 de abril de 1925, Einstein deixou Buenos Aires e alcançou Montevidéu. Fez ali três conferências e, tal como na Argentina, participou de várias recepções e visitou o presidente da república. Einstein permaneceu no Uruguai por uma semana, de onde saiu no primeiro dia de maio, em direção ao Rio de Janeiro, no navio Valdívia. Desembarcou novamente no Rio de Janeiro em 4 de maio. Nos dias seguintes percorreria vários pontos turísticos da cidade, incluindo o Pão de Açúcar, o Corcovado e a Floresta da Tijuca. As anotações de seu diário ilustram bem suas percepções quanto à natureza tropical do local.59 No dia 6 de maio, visitou o então presidente da república, Artur Bernardes, além de alguns ministros.56 

Seu programa turístico-científico no Brasil incluiu diversas visitas a instituições, como o Museu Nacional do Rio de Janeiro,60 a Academia Brasileira de Ciências e o Instituto Oswaldo Cruz, e duas conferências: uma no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro e a outra na Escola Politécnica do Largo de São Francisco, atual Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro.58 

Através de ondas da rádio Sociedade, criada em 1923, Einstein proferiu em alemão uma mensagem à população, que foi traduzida pelo químico Mário Saraiva.55 Nesta mensagem, o cientista destacou a importância dos meios radiofônicos para a difusão da cultura e do aprendizado científico, desde que sejam utilizados e preservados por profissionais qualificados.55 

Einstein deixaria o Rio no dia 12 de maio. Essa sua visita foi amplamente divulgada pela imprensa e influenciou na luta pelo estabelecimento de pesquisa básica e para a difusão das ideias da física moderna no Brasil.55 Deixando o Rio, o já famoso físico alemão enviou, do navio, uma carta ao Comitê Nobel. Nesta carta, sugeria o nome do marechal Cândido Rondon para o Nobel da Paz.56 Einstein teria se impressionado com o que se informou sobre as atividades de Rondon em relação à integração de tribos indígenas ao homem civilizado, sem o uso de armas ou algo do tipo.56

Imigração para os Estados Unidos em 1933

Caricatura representando Einstein junto a um sinal intitulado "Paz Mundial" e despojado das suas asas de "pacifismo". Ele arregaça as suas mangas e segura uma espada intitulada "Prevenção". (cerca de 1933).

Em fevereiro de 1933, durante uma visita aos Estados Unidos, Einstein decidiu não voltar para a Alemanha devido à ascensão dos nazistas ao poder com seu novo chanceler Adolf Hitler.61 62 Ele visitou universidades norte-americanas no início de 1933, onde assumiu a sua terceira temporada de dois meses como professor convidado para o Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena. Ele e sua esposa Elsa voltaram de navio para a Bélgica no final de março. Durante a viagem, eles foram informados de que sua casa havia sido invadida pelos nazistas e seu veleiro pessoal confiscado. Após o desembarque em Antuérpia em 28 de março, ele foi imediatamente ao consulado alemão onde apresentou seu passaporte e formalmente renunciou à cidadania alemã.54 

No início de abril, soube que o novo governo alemão tinha instituído leis que proibiam aos judeus ocupar cargos oficiais, incluindo o ensino nas universidades.54 Um mês depois, as obras de Einstein estavam entre os alvos da queima de livros dos nazistas, e o ministro da propaganda nazistaJoseph Goebbels proclamou: "o intelectualismo judaico está morto".54 Einstein também tomou conhecimento de que seu nome estava em uma lista de alvos de assassinato, com uma "recompensa de 5 mil dólares por sua cabeça".54 Uma revista alemã o incluiu em uma lista de inimigos do regime alemão com a frase "ainda não enforcado".54 

Ele residiu na Bélgica por alguns meses, antes de temporariamente morar na Inglaterra.63 64 Em uma carta para o seu amigo, o físico Max Born, que também emigrou da Alemanha e vivia na Inglaterra, Einstein escreveu: "... eu devo confessar que o grau da brutalidade e covardia deles chegou como uma surpresa".54 

Em outubro de 1933 voltou para os Estados Unidos, assumindo um cargo no Instituto de Estudos Avançados de Princeton, o que exigia sua presença durante seis meses por ano.65 66 Ainda estava indeciso sobre o seu futuro (tinha ofertas de universidades europeias, incluindo Oxford), mas em 1935 chegou à decisão de permanecer permanentemente nos Estados Unidos e requerer a cidadania estadunidense.67 68 

Retrato tirado em 1935 em Princeton.

Sua afiliação com o Instituto de Estudos Avançados duraria até sua morte, em 1955.69 Ele foi um dos quatro primeiros selecionados (dois dos outros foram John von Neumann e Kurt Gödel) no novo Instituto, onde logo desenvolveu uma amizade próxima com Gödel. Os dois faziam longas caminhadas juntos discutindo seu trabalho. Sua última assistente foi Bruria Kaufman, que mais tarde tornou-se uma renomada física. Durante este período, Einstein trabalhou para desenvolver uma teoria do campo unificado e para refutar a interpretação aceita da física quântica, em ambos os casos sem sucesso. 

Outros cientistas também fugiram para a América. Entre eles estavam vencedores do prêmio Nobel e professores de física teórica. Com tantos outros cientistas judeus forçados pelas circunstâncias a viver na América, muitas vezes trabalhando lado a lado, Einstein escreveu a um amigo: "Para mim a coisa mais bonita é estar em contato com bons judeus - alguns milênios de um passado civilizado significam alguma coisa, afinal". Em outra carta, ele escreve: "Em toda a minha vida eu nunca me senti tão judeu como agora".54


Segunda Guerra Mundial e Projeto Manhattan

Em 1939, um grupo de cientistas húngaros que incluía o físico emigrante Leó Szilárd tentou alertar Washington de pesquisas nazistas em andamento sobre a bomba atômica. Os avisos do grupo foram ignorados.70 Einstein e Szilard, junto com outros refugiados, como Edward Teller e Eugene Wigner, "considerando como sua responsabilidade alertar os americanos para a possibilidade de que cientistas alemães pudessem ganhar a corrida para construir uma bomba atômica, e por avisar que Hitler estaria mais do que disposto a recorrer a tal arma".53 :63071 No verão de 1939, poucos meses antes do início da Segunda Guerra Mundial na Europa, Einstein foi convencido a emprestar seu prestígio, escrevendo uma carta com Szilard ao presidente Franklin Delano Roosevelt para alertá-lo sobre essa possibilidade. A carta também recomendou que o governo dos Estados Unidos prestasse atenção e se envolvesse diretamente na pesquisa de urânio e de pesquisas associadas à reação em cadeia. 

Acredita-se que a carta seja "provavelmente o estímulo fundamental para a adoção pelos Estados Unidos de investigações sérias em armas nucleares na véspera da entrada do país na Segunda Guerra Mundial".72 O presidente Roosevelt não poderia correr o risco de permitir que Hitler possuísse primeiro as bombas atômicas. Como resultado da carta de Einstein e seus encontros com Roosevelt, os Estados Unidos entraram na "corrida" para desenvolver a bomba, aportando seus "imensos recursos materiais, financeiros e científicos" para iniciar o Projeto Manhattan, tornando-se o único país a desenvolver com sucesso uma bomba atômica durante a Segunda Guerra Mundial. 

Para Einstein, a guerra era uma doença .... [e] ele sempre apelou para a resistência à guerra." Ao assinar a carta a Roosevelt, ele agiu contrariamente aos seus princípios pacifistas.73 :110 Em 1954, um ano antes do seu falecimento, Einstein disse ao seu velho amigo Linus Pauling, "Eu cometi um grande erro na minha vida - quando assinei a carta ao presidente Roosevelt recomendando a construção da bomba atômica; mas nesse tempo havia uma justificativa - o perigo de que os alemães a construíssem..."74

A cidadania norte-americana

Einstein aceitando a cidadania americana, em 1940.

Einstein tornou-se um cidadão americano em 1940. Não muito tempo depois de iniciar sua carreira na Universidade de Princeton, ele expressou o seu apreço pela "meritocracia" da cultura americana, quando comparada com a Europa. De acordo com Isaacson, ele reconheceu o "direito dos indivíduos a dizer e pensar o que quisessem", sem barreiras sociais e, como consequência, o indivíduo foi "incentivado" para ser mais criativo, uma característica que ele valorizava a partir de sua própria educação inicial. Einstein escreveu:

O que faz um recém-chegado se devotar a este país é a característica democrática entre as pessoas. Ninguém se humilha diante de outra pessoa ou classe ... A juventude americana tem a sorte de não ter sua perspectiva perturbada por tradições ultrapassadas.54 :432

Como membro da Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor (NAACP), em Princeton, que fazia campanha pelos direitos civis dos afro-americanos, Einstein se correspondia com o ativista dos direitos dos negros W.E.B. Du Bois, e, em 1946, Einstein chamou o racismo de "a pior doença" da América.75 Mais tarde, ele afirmou que 

"o preconceito de raça infelizmente se tornou uma tradição americana que é acriticamente transmitida de uma geração para a outra. Os únicos remédios são a iluminação e a educação".76

Einstein em 1947

Durante a fase final de sua vida, Einstein teve uma transição para o estilo de vida vegetariano,77argumentando que "a maneira vegetariana de viver, somente pelo seu efeito físico no temperamento humano, teria uma influência benéfica sobre o conjunto da humanidade".78  

Depois da morte do primeiro presidente de Israel, Chaim Weizmann, em novembro de 1952, o primeiro-ministro David Ben-Gurion ofereceu a Einstein a posição de presidente de Israel, um cargo principalmente cerimonial.79 A oferta foi apresentada pelo embaixador de Israel em Washington, Abba Eban, que explicou que ela "encarna o mais profundo respeito que o povo judeu pode repousar em qualquer um de seus filhos".53 :522 No entanto, Einstein recusou e escreveu em sua resposta que estava "profundamente comovido" e "a uma vez triste e envergonhado", pois não poderia aceitá-la: 

Toda a minha vida eu tenho lidado com questões objetivas, daí me falta tanto a aptidão natural e a experiência para lidar corretamente com as pessoas e para o exercício da função oficial. Eu estou muto triste com essas circunstâncias, porque a minha relação com o povo judeu se tornou o meu laço humano mais forte, uma vez que eu consegui completa clareza sobre a nossa posição precária entre as nações do mundo.53 :52279 80 

Morte

New York World-Telegram anunciando a morte de Einstein em 18 de abril de 1955.

Em 17 de abril de 1955, Albert Einstein sofreu uma hemorragia interna causada pela ruptura de um aneurisma da aorta abdominal, que já havia sido reforçado cirurgicamente pelo Dr. Rudolph Nissen, em 1948.81 Ele levou para o hospital o rascunho de um discurso que estava preparando para uma aparição na televisão comemorando o sétimo aniversário do Estado de Israel, mas não viveu tempo suficiente para concluí-lo.82 Einstein recusou a cirurgia, dizendo: "Quero ir quando eu quiser. É de mau gosto ficar prolongando a vida artificialmente. Eu fiz a minha parte, é hora de ir embora e eu vou fazê-lo com elegância".83 Ele morreu cedo na manhã seguinte no Hospital de Princeton, com 76 anos de idade, tendo continuado a trabalhar até quase o fim de sua vida. 

Durante a autópsia, o patologista do Hospital de Princeton, Thomas Stoltz Harvey, removeu o cérebro de Einstein para preservação, sem permissão,84 na esperança de que a neurociência do futuro seria capaz de descobrir o que fez Einstein tão inteligente.85 Os restos de Einstein foram cremados e suas cinzas espalhadas em um local não revelado.86 87 

Em sua palestra no velório de Einstein, o físico nuclear Robert Oppenheimer resumiu sua impressão sobre ele como pessoa: "Ele foi quase totalmente sem sofisticação e totalmente sem mundanismo ... Havia sempre com ele uma pureza maravilhosa ao mesmo tempo infantil e profundamente teimosa".73

Carreira científica[editar | editar código-fonte]

Albert Einstein em 1904


O efeito fotoelétrico. Fótons chegando à esquerda se chocam com uma placa de metal e ejetam elétrons, mostrados como partindo à direita.


Ver artigo principal: História da relatividade especial


O artigo "Sobre a Eletrodinâmica dos Corpos em Movimento" de Einstein ("Zur Elektrodynamik bewegter Körper") foi recebido em 30 de junho de 1905 e publicado em 26 de setembro daquele mesmo ano.97 Ela concilia as equações de Maxwell para a eletricidade e o magnetismo com as leis da mecânica, através da introdução de grandes mudanças para a mecânica perto davelocidade da luz. Isto mais tarde se tornou conhecido como a teoria da relatividade especial de Einstein.

As consequências disto incluem o intervalo de espaço-tempo de um corpo em movimento, que parece reduzir de velocidade e se contrair (na direção do movimento), quando medido no plano do observador. Este documento também argumentou que a ideia de um éter luminífero - uma das entidades teóricas líderes da física na época - era supérflua.98 

Em seu artigo sobre equivalência massa-energia, Einstein produziu E = mc2 de sua equação da relatividade especial.99 O trabalho de Einstein de 1905 sobre a relatividade permaneceu controverso por muitos anos, mas foi aceito pelos principais físicos, começando com Max Planck.100 101

E=mc² e a bomba atômica

Einstein não participou diretamente na invenção da bomba atômica, mas sua teoria foi fundamental no sentido de facilitar o seu desenvolvimento.

Em 1905, como parte de sua teoria da Relatividade Especial, mostrou que uma grande quantidade de energia poderia ser liberada a partir de uma pequena quantidade de matéria. Isto foi expresso pela equação E = mc2 (energia = massa vezes a velocidade da luz ao quadrado). A bomba atômica, assim como aceleradores de partículas, ilustram claramente este princípio.102

Mas as bombas não eram o que Einstein tinha em mente quando publicou esta equação. Na verdade, ele se considerava um pacifista. Em 1929 ele declarou que, se a guerra eclodisse 



"incondicionalmente se recusaria a fazer o serviço militar, direta ou indiretamente... independentemente de como as causas da guerra deveriam ser julgadas".

Sua posição mudaria em 1933, como resultado da ascensão de Adolf Hitler ao poder na Alemanha. O maior papel de Einstein na invenção da bomba atômica foi a assinatura de uma carta ao então presidente americano Franklin Roosevelt, pedindo que a bomba fosse construída. A divisão do átomo de urânio na Alemanha, por Otto Hahn em dezembro de 1938, mais a continuada agressão alemã, levou alguns físicos a temerem que a Alemanha pudesse estar trabalhando em uma bomba atômica. Entre os interessados ​​estavam os físicos Leó Szilard e Eugene Wigner. Após consulta com Einstein, em agosto de 1939, Szilard escreveu uma carta ao presidente Roosevelt com a assinatura de Einstein. A carta foi entregue a Roosevelt em outubro de 1939 por Alexander Sachs, um amigo do presidente. A Alemanha invadiu a Polônia no mês anterior, sendo o momento propício para a ação. Naquele mês de outubro a Comissão de Briggs foi nomeada para estudar reações em cadeia de urânio. Um grupo liderado por Enrico Fermi havia descoberto tal reação, porém a pedido do próprio fermi os resultados não foram divulgados na imprensa.103 

O trabalho de Einstein relacionado com a bomba atômica foi muito limitado. Vannevar Bush, que estava coordenando o trabalho científico sobre a bomba naquela época, pediu o conselho de Einstein em um problema teórico envolvido na separação de material físsil por difusão gasosa. Mas Bush e outros líderes do projeto manhattan excluíram Einstein de qualquer outro trabalho relacionado com a bomba. Bush não confiava que Einstein manteria o projeto em segredo: 



"Eu não tenho muita certeza ... Einstein iria discutir isso de uma maneira que não deve ser discutida.

Fótons e quantum de energia

Em um artigo de 1905,104 Einstein postulou que a luz em si consiste de partículas localizadas (quanta). Os quanta de luz de Einstein foram quase universalmente rejeitados por todos os físicos, incluindo Max Planck e Niels Bohr. Essa ideia só se tornou universalmente aceita em 1919, com os experimentos detalhados de Robert Millikan sobre o efeito fotoelétrico, e com a medida de espalhamento Compton

Einstein concluiu que cada onda de frequência f é associada com um conjunto de fótons com uma energia hf cada, em que h é a constante de Planck. Ele não diz muito mais, porque não tinha certeza de como as partículas estão relacionadas com a onda. Mas ele sugere que essa ideia poderia explicar alguns resultados experimentais, especialmente o efeito fotoelétrico.105

Vibração atômica quantizada

Em 1907, Einstein propôs um modelo de matéria em que cada átomo de uma estrutura de rede é um oscilador harmônico independente. No modelo de Einstein, cada átomo oscila de forma independente - uma série de estados quantizados igualmente espaçados para cada oscilador. Einstein estava consciente de que obter a frequência das oscilações reais seria diferente, mas ele propôs esta teoria porque era uma demonstração particularmente clara de que a mecânica quântica poderia resolver o problema do calor específico na mecânica clássica. Peter Debye aprimorou este modelo.106

Princípio adiabático e variáveis de ângulo de ação

Ao longo da década de 1910, a mecânica quântica expandiu em escopo para cobrir muitos sistemas diferentes. Depois de Ernest Rutherford descobrir o núcleo e propor que os elétrons orbitam como planetas, Niels Bohr foi capaz de mostrar que os mesmos postulados da mecânica quântica introduzidos por Planck e desenvolvidos por Einstein explicaria o movimento discreto dos elétrons nos átomos e a tabela periódica de elementos.

Einstein contribuiu para estes desenvolvimentos, ligando-os com os argumentos que Wilhelm Wien tinha apresentado em 1898. Wien tinha mostrado que a hipótese de invariância adiabática de um estado de equilíbrio térmico permite que todas as curvas de um corpo negro a temperaturas diferentes sejam derivadas uma a partir da outra por um processo simples de deslocamento.107Einstein observou em 1911 que o mesmo princípio adiabático mostra que a quantidade que é quantizada em qualquer movimento mecânico deve ser um invariante adiabático. Arnold Sommerfeldidentificou esta invariante adiabática como a variável de ação da mecânica clássica.108

Dualidade onda-corpúsculo

Einstein durante sua visita aos Estados Unidos.

Embora o escritório de patentes tenha promovido Einstein para técnico examinador de segunda classe em 1906, ele não tinha desistido da academia. Em 1908, ele se tornou um privatdozent na Universidade de Berna.109 Em "Über die Entwicklung unserer Anschauungen über das Wesen und die Konstitution der Strahlung" ("O desenvolvimento de nossas visões sobre a natureza e a constituição da radiação"), sobre a quantização da luz, e antes em um artigo de 1909, Einstein mostrou que os quanta de energia de Max Planck devem ter momentos bem definidos e agir, em alguns aspectos, como partículas pontuais independentes. Este artigo introduziu o conceito de fóton (embora o nome fóton tenha sido introduzido mais tarde por Gilbert N. Lewis em 1926) e inspirou a noção de dualidade onda-partícula na mecânica quântica.

Teoria da opalescência crítica



Einstein voltou para o problema das flutuações termodinâmicas, dando um tratamento das variações de densidade de um fluido no seu ponto crítico. Normalmente as flutuações de densidade são controladas pela segunda derivada da energia livre em relação à densidade. No ponto crítico, esta derivada é zero, levando a grandes flutuações. O efeito da flutuação da densidade é que a luz de todos os comprimentos de onda é dispersada, fazendo com que o fluido pareça branco leitoso. Einstein relaciona isso com a dispersão de Rayleigh, que é o que acontece quando o tamanho da flutuação é muito menor do que o comprimento de onda, e que explica por que o céu é azul.110 Einstein quantitativamente derivou a opalescência crítica de um tratamento de flutuações de densidade, e demonstrou como tanto o efeito quanto a dispersão de Rayleigh se originam a partir da constituição atomística da matéria.


Energia de ponto zero

A intuição física de Einstein o levou a notar que as energias do oscilador de Planck tinham um ponto zero incorreto.111 Ele modificou a hipótese de Planck, definindo que o estado de menor energia de um oscilador é igual a 1⁄2 hf, a metade do espaçamento de energia entre os níveis.112 Este argumento, que foi feito em 1913 em colaboração com Otto Stern,112 foi baseado na termodinâmica de uma molécula diatômica que pode se separar em dois átomos livres.112

A relatividade geral e o princípio da equivalência


A relatividade geral é uma teoria da gravitação que foi desenvolvida por Albert Einstein entre 1907 e 1915. De acordo com a relatividade geral, a atração gravitacional observada entre massas resulta da curvatura do espaço e do tempo por essas massas. A relatividade geral tornou-se uma ferramenta essencial naastrofísica moderna. Ela fornece a base para o entendimento atual de buracos negros, regiões do espaço onde a atração gravitacional é tão forte que nem mesmo a luz pode escapar. 

Como Albert Einstein disse mais tarde, a razão para o desenvolvimento da relatividade geral foi a de que a preferência de movimentos inerciais dentro darelatividade especial foi insatisfatória, enquanto uma teoria que, desde o início, não prefere nenhum estado de movimento (mesmo os mais acelerados) deve parecer mais satisfatória.113 Assim, em 1908, ele publicou um artigo sobre aceleração sob a relatividade especial. Nesse artigo, ele argumentou que a queda livre é realmente o movimento inercial e que, para um observador em queda livre, as regras da relatividade especial devem se aplicar. Este argumento é chamado de princípio da equivalência. No mesmo artigo, Einstein também previu o fenômeno da dilatação do tempo gravitacional. Em 1911, Einstein publicou outro artigo expandindo o de 1907, em que efeitos adicionais, como a deflexão da luz por corpos maciços eram previstos.

Argumento do buraco e rascunho da teoria


Ao desenvolver a relatividade geral, Einstein ficou confuso sobre a invariância de gauge na teoria. Ele formulou um argumento que o levou a concluir que uma teoria geral do campo relativístico é impossível. Ele desistiu de procurar equações tensoriais covariantes completamente gerais e procurou por equações que seriam invariantes apenas sob transformações lineares gerais. 

Em junho de 1913, o "rascunho" da teoria foi o resultado dessas investigações. Como o próprio nome sugere, ela era um esboço de teoria, com as equações de movimento complementadas por condições adicionais de fixação de calibre. Ao mesmo tempo menos elegante e mais difícil do que a relatividade geral, após mais de dois anos de intenso trabalho, Einstein abandonou a teoria em novembro de 1915, depois de perceber que o argumento do buraco estava errado.114


Cosmologia


Em 1917, Einstein aplicou a teoria da relatividade geral para modelar a estrutura do universo como um todo. Ele queria que o universo fosse eterno e imutável, mas este tipo de universo não é consistente com a relatividade. Para corrigir isso, Einstein modificou a teoria geral através da introdução de uma nova noção, a constante cosmológica. Com uma constante cosmológica positiva, o universo poderia ser uma esfera eterna estática.115


Einstein em seu escritório na Universidade de Berlim.

Einstein acreditava que um universo esférico estático é filosoficamente preferido, porque obedeceria ao princípio de Mach. Ele havia mostrado que a relatividade geral incorpora o princípio de Mach, até um certo ponto, no arraste de planos por campos gravitomagnéticos, mas ele sabia que a ideia de Mach não funcionaria se o espaço continuasse para sempre. Em um universo fechado, ele acreditava que o princípio de Mach se manteria. O princípio de Mach tem gerado muita controvérsia ao longo dos anos.

Teoria quântica moderna


Einstein estava descontente com a teoria e mecânica quântica, apesar da sua aceitação por outros físicos, afirmando que "Deus não joga com dados". Quando Einstein faleceu, aos 76 anos de idade, ele ainda não aceitava a teoria quântica. Em 1917, no auge de seu trabalho sobre a relatividade, Einstein publicou um artigo no Physikalische Zeitschrift que propôs a possibilidade da emissão estimulada, o processo físico que torna possíveis o maser e o laser.116 Este artigo mostra que as estatísticas de absorção e emissão de luz só seriam consistentes com a lei de distribuição de Planck se a emissão de luz em uma moda estatística com ‘’’n’’’ fótons fosse aumentada estatisticamente em comparação com a emissão de luz em uma moda vazia. Este artigo foi enormemente influente no desenvolvimento posterior da mecânica quântica, porque foi o primeiro trabalho a mostrar que as estatísticas de transições atômicas tinham leis simples. Einstein descobriu os trabalhos de Louis de Broglie e apoiou as suas ideias, que foram recebidas com ceticismo no início. Em outro grande artigo nessa mesma época, Einstein proveu uma equação de onda para as ondas de Broglie, que sugeriu como a equação de Hamilton-Jacobi da mecânica. Este trabalho iria inspirar o trabalho de Schrödinger de 1926.

Estatística de Bose-Einstein



Em 1924, Einstein recebeu uma descrição de um modelo estatístico do físico indiano Satyendra Nath Bose, com base num método de contagem onde se assume que a luz pode ser entendida como um gás de partículas indistinguíveis. Einstein notou que as estatísticas de Bose aplicavam-se a alguns átomos, bem como para as partículas de luz propostas, e submeteu a sua tradução do artigo de Bose ao Zeitschrift fur Physik. Einstein também publicou seus próprios artigos descrevendo o modelo e suas implicações, entre elas a do fenômeno de Bose-Einstein, em que algumas partículas aparecem em temperaturas muito baixas.117 Somente em 1995 o primeiro condensado foi produzido experimentalmente por Eric Allin Cornell e Carl Wieman usando equipamentos de ultra-resfriamento construídos no laboratório NIST - JILA da Universidade do Colorado em Boulder.118 Hoje, as estatísticas de Bose-Einstein são usadas para descrever o comportamento de qualquer conjunto de bósons. Os esboços de Einstein para este projeto podem ser vistos no Einstein Archive na biblioteca da Universidade de Leiden.88

Pseudotensor de momento de energia


A relatividade geral inclui um espaço-tempo dinâmico, por isso é difícil identificar a energia e momento conservados.119 O teorema de Noether permite que essas quantidades sejam determinadas a partir da função de Lagrange com invariância de translação, mas a covariância geral transforma a invariância de translação em uma espécie de simetria de calibre.120 A energia e o momento derivados pela relatividade geral pelas prescrições de Noether não fazem um tensor real por este motivo. 

Einstein argumentou que isso é verdade por motivos fundamentais, pois o campo gravitacional poderia ser levado ao desaparecimento por uma escolha de coordenadas. Ele sustentou que o pseudotensor não-covariante de momento de energia era de fato a melhor descrição da distribuição de momento de energia em um campo gravitacional. Esta abordagem tem sido ecoada por Lev Landau e Evgeny Lifshitz,120 dentre outros, e tornou-se padrão. 

O uso de objetos não-covariantes como pseudotensores foi duramente criticado em 1917 por Erwin Schrödinger e outros.


Teoria do campo unificado



Depois de sua pesquisa sobre a relatividade geral, Einstein entrou em uma série de tentativas de generalizar sua teoria geométrica da gravitação para incluir electromagnetismo como outro aspecto de uma única entidade. Em 1950, ele descreveu sua "teoria do campo unificado" em um artigo da Scientific American, intitulado "Sobre a Teoria da Gravitação Generalizada".121 Embora continuasse a ser elogiado por seu trabalho, Einstein tornou-se cada vez mais isolado em sua pesquisa, e seus esforços foram infrutíferos. Em sua busca por uma unificação das forças fundamentais, Einstein ignorou alguns desenvolvimentos da física corrente, principalmente as forças nucleares forte e fraca, que não foram muito compreendidas até muitos anos após sua morte. A física corrente, por sua vez, em grande parte ignorou as abordagens de Einstein para a unificação. O sonho de Einstein de unificar as outras leis da física com a gravidade motiva missões modernas para uma teoria de tudo e em particular a teoria das cordas, onde os campos geométricos surgem em um ambiente da mecânica quântica unificada.


Buraco de minhoca


Einstein colaborou com outros para produzir um modelo de um buraco de minhoca. Sua motivação foi modelar partículas elementares com carga como uma solução de equações do campo gravitacional, em linha com o programa descrito no documento "Campos gravitacionais desempenham um papel importante na constituição das partículas elementares?". Estas soluções recortadas e coladas em buracos negros de Schwarzschild para fazer uma ponte entre dois caminhos. 

Se uma extremidade de um buraco de minhoca fosse carregado positivamente, o outro extremo seria carregado negativamente. Estas propriedades conduziram Einstein a acreditar que os pares de partículas e antipartículas poderiam ser descritos desta maneira.

Teoria de Einstein-Cartan



A fim de incorporar partículas pontuais em rotação na relatividade geral, é necessário generalizar a conexão afim para incluir uma parte antissimétrica, chamada torção. Esta modificação foi feita por Einstein e Élie Cartan na década de 1920.


Equações de movimento


A teoria da relatividade geral tem uma lei fundamental — as equações de Einstein que descrevem como o espaço se curva; a equação geodésica que descreve como as partículas se movem podem ser derivadas a partir das equações de Einstein. 

Uma vez que as equações da relatividade geral são não-lineares, um pedaço de energia feita de campos gravitacionais puros, como um buraco negro, se moveria em uma trajetória que é determinada pelas equações de Einstein, e não por uma nova lei. Assim, Einstein propôs que o caminho de uma solução singular, como um buraco negro, seria determinado como uma geodésica da própria relatividade geral. 

Isto foi estabelecido por Einstein, Infeld e Hoffmann para objetos pontuais sem movimento angular, e por Roy Kerr para objetos em rotação.


Colaboração com outros cientistas

Conferência Solvay de 1927, em Bruxelas, uma reunião dos principais físicos do mundo. Einstein no centro.


Além de colaboradores de longa data como Leopold Infeld, Nathan Rosen, Peter Bergmann e outros, Einstein também teve algumas colaborações pontuais com vários cientistas.


Experiência Einstein-de Haas


Einstein e Wander de Haas demonstraram que a magnetização é devida ao movimento de elétrons, o que hoje em dia conhecido como o spin. Para mostrar isto, inverteram a magnetização em uma barra de ferro suspensa em um pêndulo de torção. Eles confirmaram que isso leva a barra a rodar, devido a mudanças no momento angular do elétron com as mudanças de magnetização. Esta experiência precisava ser sensível, porque o momento angular associado com os elétrons é pequeno, mas estabeleceu definitivamente que o movimento de elétrons é responsável pela magnetização.

Modelo de gás de Schrödinger

Einstein sugeriu a Erwin Schrödinger que ele seria capaz de reproduzir as estatísticas de um gás de Bose-Einstein ao considerar uma caixa. Então, para cada possível movimento quântico de uma partícula em uma caixa, associar um oscilador harmônico independente. Quantizando estes osciladores, cada nível terá um número inteiro de ocupação, que será o número de partículas na mesma. 

Essa formulação é uma forma de segunda quantização, mas é anterior à moderna mecânica quântica. Erwin Schrödinger a aplicou para derivar as propriedades termodinâmicas de um gás ideal semiclássico. Schrödinger pediu que Einstein adicionasse seu nome como co-autor, mas Einstein recusou o convite.122


Refrigerador de Einstein


Em 1926, Einstein e seu ex-aluno Leó Szilard co-inventaram (e em 1930, patentearam) a geladeira Einstein. Este refrigerador de absorção foi, então, revolucionário por não ter partes móveis e utilizar apenas o calor como uma entrada.123 Em 11 de novembro de 1930, a Patente 1.781.541 dos Estados Unidos foi atribuída a Albert Einstein e Leó Szilard pelo frigorífico. Sua invenção não foi imediatamente colocada em produção comercial, uma vez que a mais promissora de suas patentes foi rapidamente comprada pela empresa sueca Electrolux para proteger sua tecnologia de refrigeração da competição.124

Debates de Bohr-Einstein

Os debates de Bohr-Einstein foram uma série de disputas públicas sobre a mecânica quântica entre Albert Einstein e Niels Bohr, que foram dois dos seus fundadores. Seus debates são lembrados por causa de sua importância para a filosofia da ciência.125 126 127

Paradoxo de Einstein-Podolsky-Rosen


Em 1935, Einstein voltou a investigar a questão da mecânica quântica. Ele considerou como uma medição de uma de duas partículas entrelaçadas afetaria a outra. Ele notou, juntamente com os seus colaboradores, que, realizando medições diferentes da partícula distante, independente da posição ou momento, as diferentes propriedades da parceira poderiam ser descobertas, sem perturbação nenhuma. 

Ele então usou a hipótese do realismo local para concluir que a outra partícula tinha estas propriedades já determinadas. O princípio proposto é que se é possível determinar qual seria a resposta a uma medição de posição ou de momento, sem perturbar de qualquer forma a partícula, então a partícula realmente tem valores de posição ou momento. 

Este princípio destilou a essência de objeção de Einstein com a mecânica quântica. Como um princípio físico, foi mostrado ser incorreto quando o experimento de Aspect de 1982 confirmou oteorema de Bell, que havia sido promulgado em 1964.

Política e religião



Albert Einstein, visto aqui com sua esposa Elsa Einstein e líderes sionistas, incluindo o futuro presidente de Israel Chaim Weizmann, sua esposa Dra. Vera Weizmann, Menahem Ussishkin, e Ben-Zion Mossinson na chegada em Nova Iorque, em 1921.




A visão política do Albert Einstein era a favor do socialismo e contra o capitalismo, que ele detalhou em seu ensaio Por que o socialismo?.128 129 Suas opiniões políticas surgiram publicamente em meados do século XX, devido à sua fama e reputação de gênio. Einstein ofereceu-se e foi chamado para dar sentenças e opiniões sobre questões muitas vezes não relacionadas à física teórica e matemática.130 

Os pontos de vista de Einstein sobre a crença religiosa foram coletados a partir de entrevistas e escritos originais. Ele dizia que acreditava no Deus "panteísta" de Baruch Espinoza, mas não em um deus pessoal, crença que ele criticava. Nesta visão, deus e a natureza são uma mesma entidade. Chamava-se de agnóstico, ao mesmo tempo que se dissociava do rótulo de ateu quando vinculado ao ateísmo forte (ateísmo não cético).131 Uma carta por ele manuscrita no período final de sua vida o coloca na posição de ateísta ao morrer.132 133


Amor pela música

Einstein desenvolveu um gosto pela música em uma idade precoce. Sua mãe tocava piano razoavelmente bem e queria que seu filho aprendesse a tocar violino, não só para incutir nele o amor pela música, mas também para ajudá-lo a assimilar a cultura alemã. De acordo com o maestro Leon Botstein, Einstein disse ter começado a tocar quando tinha cinco anos, mas não o apreciava nessa idade.134 

Quando completou treze anos, no entanto, ele descobriu as sonatas para violino de Mozart. "Einstein se apaixonou" com a música de Mozart, nota Botstein, e aprendeu a tocar a música com mais vontade. De acordo com Einstein, ele aprendeu sozinho a tocar sem "nunca praticar sistematicamente", acrescentando que "o amor é um professor melhor do que um sentido de dever".134 Aos dezessete anos, ele foi ouvido por um examinador de sua escola em Aarau quando ele tocava sonatas de Beethoven para o violino, tendo o examinador afirmado depois que seu toque era "notável e revelador de uma grande visão.” O que impressionou o examinador, escreve Botstein, era que Einstein "exibiu um amor profundo pela música, uma qualidade que foi e continua a ser escassa. A música possuía um significado incomum para esse estudante."134 

Botstein observa que a música assume um papel fundamental e permanente na vida de Einstein a partir desse período. Embora a ideia de se tornar um profissional não estivesse em sua mente em nenhum momento, entre aqueles com os quais Einstein tocou a música de câmara estavam alguns profissionais, e ele se apresentou para os amigos e o público privado. A música de câmara também se tornou uma parte regular de sua vida social, enquanto vivia em Berna, Zurique e Berlim, onde tocou com Max Planck e seu filho, entre outros. Em 1931, quando estava envolvido em pesquisa no Instituto de Tecnologia da Califórnia, ele visitou o Conservatório da família Zoellner em Los Angeles e tocou algumas das obras de Beethoven e Mozart com os membros do Quarteto Zoellner, que tinha se retirado recentemente após duas décadas de turnês aclamado em todos os Estados Unidos; Einstein mais tarde presenteou o patriarca da família, com uma fotografia autografada como uma lembrança.135 136 Perto do fim de sua vida, em 1952, quando o Quarteto de Cordas Juilliard (da Juilliard School, de Nova Iorque) visitou-o em Princeton137 , ele tocou seu violino com eles; ainda que diminuísse o ritmo para acomodar suas habilidades técnicas menores, Botstein observa que o quarteto ficou "impressionado com o nível de coordenação e entonação de Einstein."134 

"Was ich zu Bachs Lebenswerk zu sagen habe: Hören, spielen, lieben, verehren und – das Maul halten!"


Tradução: "O que tenho a dizer sobre a obra de Bach? Ouvir, tocar, amar, adorar ... ficar calado!" 

Albert Einstein em resposta a um inquérito da revista alemã Illustrierten Wochenschrift, 1928. 

Legado não-cientifico

Quando em viagem, Einstein escrevia diariamente para sua esposa Elsa e as enteadas Margot e Ilse. As cartas foram incluídas nos documentos legados para a Universidade Hebraica de Jerusalém. Margot Einstein permitiu que as cartas pessoais fossem disponibilizadas para o público, solicitando que fossem esperados vinte anos após sua morte para a publicação, o que ocorreu em 1986. Barbara Wolff, dos arquivos Albert Einstein da Universidade Hebraica de Jerusalém, disse à BBC que há cerca de 3 500 páginas de correspondência privada, escritas entre 1912 e 1955. 

Einstein doou os royalties do uso de sua imagem para a Universidade Hebraica de Jerusalém. Corbis, sucessor da The Roger Richman Agency, licencia o uso de seu nome e imagens associadas, como agente para a universidade.

Na cultura popular

No período anterior à Segunda Guerra Mundial, Einstein era tão conhecido nos Estados Unidos a ponto de ser indagado na rua por pessoas que solicitavam que ele explicasse "aquela teoria". Einstein finalmente descobriu uma maneira de lidar com as perguntas incessantes. Ele passou a responder a elas com o bordão 
"Perdão, sinto muito! Sou sempre confundido com o Professor Einstein." 
Einstein foi o assunto ou inspiração para muitas novelas, filmes, peças de teatro e obras de música.138 Ele é o modelo favorito para representações de cientistas loucos e professores distraídos, seu rosto expressivo e penteado característico têm sido amplamente copiado e exagerado. Frederic Golden da revista Time escreveu que Einstein era "o sonho realizado de um cartunista".139

Prêmios e honrarias

Einstein recebeu inúmeros prêmios e honrarias, incluindo o Prêmio Nobel de Física

Publicações

As seguintes publicações de Albert Einstein são referenciadas neste artigo. 

Cientificas

Einstein, Albert. (1901). "Folgerungen aus den Capillaritätserscheinungen (Conclusões tiradas a partir dos fenômenos da capilaridade)". Annalen der Physik 1 (3): 513.DOI:10.1002/andp.19013090306. Bibcode: 1901AnP...309..513E

Einstein, Albert. (1905a). "Über einen die Erzeugung und Verwandlung des Lichtes betreffenden heuristischen Gesichtspunkt (Sobre um ponto de vista heurístico relativo à produção e transformação da luz)" (em alemão). Annalen der Physik 6 (17): 132–148.DOI:10.1002/andp.19053220607. Bibcode: 1905AnP...322..132E. Este artigo do annus mirabilis sobre o efeito fotoelétrico foi recebido pelo Annalen der Physik, em 18 de março. 

Einstein, Albert. (1905b). "Uma nova determinação das dimensões moleculares". Esta tese de doutorado foi concluída 30 de abril e enviado em 20 de julho. 

Einstein, Albert. (1905b). "Sobre o movimento de pequenas partículas suspensas em um líquido estacionário, segundo a teoria cinética molecular do calor". Annalen der Physik 8(17): 549–560. DOI:10.1002/andp.19053220806. Bibcode: 1905AnP...322..549E

(1905d) "Sobre a Eletrodinâmica dos Corpos em Movimento". Annalen der Physik 17: 891–921. DOI:10.1002/andp.19053221004. Bibcode: 1905AnP...322..891E. Este artigo doannus mirabilis sobre a relatividade especial foi recebida 30 de junho. 

Einstein, Albert. (1905e). "A inércia de um corpo depende de seu conteúdo de energia?".Annalen der Physik 18 (13): 639–641. DOI:10.1002/andp.19053231314.Bibcode: 1905AnP...323..639E. Este artigo do annus mirabilis sobre a equivalência massa-energia foi recebida 27 de setembro. 

Einstein, Albert. (1915). "Die Feldgleichungen der Gravitation (As equações de campo da gravitação)" (em alemão). Königlich Preussische Akademie der Wissenschaften: 844–847. 

Einstein, Albert. (1917a). "Kosmologische Betrachtungen zur allgemeinen Relativitätstheorie (Considerações cosmológicas na Teoria Geral da Relatividade)". Königlich Preussische Akademie der Wissenschaften. 

(1917b) "Zur Quantentheorie der Strahlung (Na Mecânica Quântica da Radiação)".Physikalische Zeitschrift 18: 121–128. Bibcode: 1917PhyZ...18..121E

Einstein, Albert. (11 de julho de 1923). "Fundamental Ideas and Problems of the Theory of Relativity - Nobel Lectures, Physics 1901–1921". Amsterdam: Elsevier Publishing Company. 

Einstein, Albert. (1924). "Quantentheorie des einatomigen idealen Gases (Teoria quântica do gás ideal monoatômico)". Sitzungsberichte der Preussichen Akademie der Wissenschaften Physikalisch-Mathematische Klasse: 261–267. Primeiro de uma série de artigos sobre este tema. 

Einstein, Albert. (1926). "Die Ursache der Mäanderbildung der Flussläufe und des sogenannten Baerschen Gesetzes" (em alemão). Die Naturwissenschaften 14 (11): 223–224. DOI:10.1007/BF01510300. Bibcode: 1926NW.....14..223E. Na lei de Baer emeandros nos cursos dos rios. 

Einstein, Albert; Podolsky, Boris; Rosen, Nathan. (15 de maio de 1935). "Can Quantum-Mechanical Description of Physical Reality Be Considered Complete?" (em inglês). Physical Review 47 (10): 777–780. DOI:10.1103/PhysRev.47.777. Bibcode: 1935PhRv...47..777E

Einstein, Albert. (1940). "On Science and Religion". Nature 146 (3706): 605. Edimburgo: Scottish Academic. DOI:10.1038/146605a0. Bibcode: 1940Natur.146..605E

Einstein, Albert et al.. (04 de dezembro de 1948). "To the editors" (em inglês). New York Times. Melville, NI: AIP, American Inst. of Physics. 

Einstein, Albert. (maio 1949). "Why Socialism?" (em inglês). Monthly Review. 

Einstein, Albert. (1950). "Sobre a Teoria da Gravitação Generalizada" (em inglês). Scientific American CLXXXII (4): 13–17.  

Einstein, Albert. Ideas and Opinions (em inglês). Nova Iorque: Random House, 1954. ISBN 0-517-00393-7 

Einstein, Albert. Albert Einstein, Hedwig und Max Born: Briefwechsel 1916–1955 (em alemão). Munique: Nymphenburger Verlagshandlung, 1969. ISBN 3-88682-005-X 

Einstein, Albert. Autobiographical Notes (em inglês). centenário ed. Chicago: Open Court, 1979. ISBN 0-87548-352-6. A experiência de pensamento perseguindo um feixe de luz é descrita nas páginas 48-51. 

Collected Papers: Stachel, John; Martin J. Klein, a. J. Kox, Michel Janssen, R. Schulmann, Diana Komos Buchwald and others (Eds.). The Collected Papers of Albert Einstein, Vol. 1–10. [S.l.]: Princeton University Press, 1987–2006. Outras informações sobre os volumes publicados até agora podem ser encontrados nas páginas do site Einstein Papers Projectna Princeton University Press Einstein Page 

Obras literárias

Como Vejo o Mundo, 1922-1934
Sobre o Sionismo, 1930
A Minha Filosofia, 1934
Meus últimos anos, 1950
Escritos da Maturidade, 1934-1950
Notas Autobiográficas

Notas


Ir para cima↑ O crescimento intelectual de Albert foi fortemente estimulado em casa. Sua mãe, uma pianista talentosa, garantiu a educação musical das crianças. Seu pai lia regularmente Schiller e Heine em voz alta para a família. O tio Albert Jakob o desafiava com problemas matemáticos, que ele resolvia com 'um profundo sentimento de felicidade'. Mais significativas foram as visitas semanais de Max Talmud desde 1889 até 1894, durante as quais ele apresentou o menino para textos científicos populares que levaram ao fim a fase religiosa de curta duração, convencendo-o de que "muito nas histórias da Bíblia não podia ser verdade". Um livro de geometria plana que ele trabalhou rapidamente levou-o para um auto-estudo ávido de matemática, de vários anos à frente do currículo da escola.17 

Ir para cima↑ Conforme relatado pelo Dr. Kruszelnicki, em "Os Grandes Mitos da Ciência", no último ano de Einstein na escola Aargau, o sistema de notas, que pontuava entre 1 e 6, foi invertido: se em anos anteriores a 1896 a nota 1 era a melhor e a nota 6 era a pior, a partir desse ano a nota 6 passou a ser a melhor. Como a nota de Einstein outrora estivera próximo de 1 em um sistema que ía de 1 até 6, surgiu o boato de que esse fora mal aluno na escola. Em verdade, a nota de Einstein próxima a 1 corresponderia, no novo padrão, a uma nota global 4,91 em 6; uma nota, ao fim, em nada ruim. Einstein nunca fora mau aluno na escola, ao contrário do que rezam os boatos.

Ver também

Cérebro de Albert Einstein
Olinto De Pretto
Leopold Koppel
Walther Mayer
Comitê Emergencial de Cientistas Atômicos

Referências



Ir para cima↑ Zahar, Élie. Poincaré's Philosophy. From Conventionalism to Phenomenology (em inglês). [S.l.]: Carus Publishing Company, 2001. Capítulo: 2. , 264 p. p. 41. ISBN 0-8126-9435-X Página visitada em 31 de janeiro de 2013. 

Ir para cima↑ "Albert Einstein" (PDF) (em inglês). Biographical Memoirs of Fellow of The Royal Society.DOI:10.1098/rsbm.1955.0005. Página visitada em 31 de janeiro de 2013. 

Ir para cima↑ David Bodanis, E = mc2: A Biography of the World's Most Famous Equation (Nova Iorque: Walker, 2000). 

Ir para cima↑ The Nobel Prize in Physics 1921 (em inglês). Fundação Nobel. NobelPrize.org. Página visitada em 02 de fevereiro de 2013. 


Ir para cima↑ Hans-Josef, Küpper (2000). Various things about Albert Einstein (em inglês). einstein-website.de. Página visitada em 02 de fevereiro de 2013. 

Ir para:a b Paul Arthur Schilpp, editor. (1951). "Albert Einstein: Philosopher-Scientist, Volume II" (em inglês): 730–746. Nova Iorque: Harper and Brothers Publishers (Harper Torchbook edition). Seus trabalhos não científicos incluem:About Zionism: Speeches and Lectures by Professor Albert Einstein (1930), "Why War?" (1933, co-autoria de Sigmund Freud),The World As I See It (1934), Out of My Later Years(1950), e um livro sobre a ciência para a leitora geral, The Evolution of Physics (1938, co-autoria de 

Leopold Infeld). Ir para cima↑ WordNet for Einstein. (em inglês) Página visitada em 2 de janeiro de 2013. 

Ir para cima↑ Einstein the greatest (em inglês). BBC. News.bbc.co.uk (19 de novembro de 1999). Página visitada em 18 de fevereiro de 2013. 

Ir para:a b c d Albert Einstein – Biography (em inglês).Fundação Nobel. NobelPrizze.org. Arquivado do originalem 06 de março de 2007. Página visitada em 12 de fevereiro de 2013. 

Ir para cima↑ John J. Stachel. Einstein from "B" to "Z" (em inglês). [S.l.]: Springer, 2002. p. 59-61. ISBN 978-0-8176-4143-6 Página visitada em 12 de fevereiro de 2013. 

Ir para:a b The Legend of the Dull-Witted Child Who Grew Up to Be a Genius (em inglês). Albert Einstein archives. Página visitada em 12 de fevereiro de 2013. 

Ir para cima↑ Frequently asked questions (em inglês). einstein-website.de. 

Ir para cima↑ Left Handed Einstein (em inglês). Being Left Handed.com. Página visitada em 12 de fevereiro de 2013. 

Ir para cima↑ P. A., Schilpp (Ed.). (em Albert Einstein – Autobiographical Notes). [S.l.]: Open Court Publishing Company, 1979. p. 8-9. 

Ir para cima↑ M. Talmey, The Relativity Theory Simplified and the Formative Period of its Inventor. Falcon Press, 1932, pp. 161–164. 

Ir para:a b Dudley Herschbach. Einstein as a Student (PDF) (eminglês). Harvard University, Cambridge, MA, USA pp. 4–5. Department of Chemistry and Chemical Biology. Página visitada em 15 de fevereiro de 2013. 

Ir para cima↑ A. Fölsing, Albert Einstein, 1997, pp. 30-31.

Ir para cima↑ Albert Einstein Collected Papers, vol. 1 (1987), doc. 5. 

Ir para cima↑ Mehra, Jagdish. The Golden Age of Physics. [S.l.]: World Scientific, 2001. ISBN 981-02-4985-3 

Ir para cima↑ A. Fölsing, Albert Einstein, 1997, pp. 36-37. 

Ir para:a b c Kruszelnick, Karl - Grandes Mitos da Ciência - Editora Fundamento - São Paulo, SP - 2013 - ISBN:978-85-395-0164-9 

Ir para cima↑ A. Fölsing, Albert Einstein, 1997, p. 40.

Ir para cima↑ Fölsing 1997, p. 82. 

Ir para cima↑ Collected Papers, vol. 1, docs. 21-27. 

Ir para cima↑ Albert Einstein Collected Papers, vol. 1, 1987, doc. 67. 

Ir para cima↑ Troemel-Ploetz, D., "Mileva Einstein-Marić: The Woman Who Did Einstein's Mathematics", Women's Studies Int. Forum, vol. 13, no. 5, pp. 415–432, 1990. 

Ir para cima↑ Walker, Evan Harris. Did Einstein Espouse his Spouse's Ideas? (em inglês). [S.l.]: Physics Today, 1989. Página visitada em 17 de fevereiro de 2013. 

Ir para cima↑ Pais, A., Einstein Lived Here, Oxford University Press, 1994, pp. 1–29. 

Ir para cima↑ Holton, G., Einstein, History, and Other Passions, Harvard University Press, 1996, pp. 177–193. 

Ir para cima↑ Stachel, J., Einstein from B to Z, Birkhäuser, 2002, pp. 26–38; 39–55. philoscience.unibe.ch 

Ir para cima↑ Martinez, A. A.. . "Handling evidence in history: the case of Einstein's Wife" (PDF) (em inglês). School Science Review 86 (316): 49–56. Harvard University Press. Página visitada em 17 de fevereiro de 2013. 

Ir para cima↑ J. Renn & R. Schulmann, Albert Einstein/Mileva Marić: The Love Letters, 1992, pp. 73-74, 78. 

Ir para cima↑ A. Calaprice & T. Lipscombe, Albert Einstein: A Biography, 2005, pp. 22-23. 

Ir para cima↑ Highfield & Carter 1993, p. 216 

Ir para cima↑ Marcel Grossmann (em inglês). history.mcs.st. Página visitada em 19 de fevereiro de 2013. 

Ir para cima↑ The Institute (em inglês). Swiss Federal Institute of Intellectual Property. IPI. Página visitada em 19 de fevereiro de 2013. 

veja também Frequently asked questions (eminglês). Swiss Federal Institute of Intellectual Property. IPI. Página visitada em 19 de fevereiro de 2013. 

Ir para cima↑ Peter Galison, "Einstein's Clocks: The Question of Time"Critical Inquiry 26, no. 2 (Winter 2000): 355–389. 

Ir para cima↑ Peter Galison, "Einstein's Clocks: The Question of Time"Critical Inquiry 26, no. 2 (Winter 2000). 

Ir para cima↑ Galison, Peter. Einstein's Clocks, Poincaré's Maps: Empires of Time (em inglês). Nova Iorque: W.W. Norton, 2003. ISBN 0-393-02001-0 

Ir para cima↑ Einstein 1905b 

Ir para cima↑ Eine Neue Bestimmung der Moleküldimensionen (PDF)(em inglês). ETH Zürich (1905). Página visitada em 19 de fevereiro de 2013. 

Ir para cima↑ Universität Zürich: Geschichte (em inglês). Uzh.ch (02 de dezembro de 2010). Página visitada em 20 de fevereiro de 2013. 

Ir para cima↑ Kant, Horst. Albert Einstein and the Kaiser Wilhelm Institute for Physics in Berlin". in Renn, Jürgen. "Albert Einstein – Chief Engineer of the Universe: One Hundred Authors for Einstein. (em inglês). [S.l.]: Wiley-VCH, 2005. p. 166–169. ISBN 3-527-40574-7 

Ir para cima↑ Calaprice, Alice; Trevor Lipscombe. Albert Einstein: a biography (em inglês). [S.l.]: Greenwood Publishing Group, 2005. p. xix. ISBN 0-313-33080-8 Página visitada em 20 de fevereiro de 2013., Timeline, p. xix 

Ir para cima↑ Heilbron, 2000, p. 84. 

Ir para cima↑ Andrzej, Stasiak. (2003). "Myths in science" (em inglês).EMBO Reports 4 (3): 236.DOI:10.1038/sj.embor.embor779. Página visitada em 21 de fevereiro de 2013. 

Ir para cima↑ Earman, John; Glymour, Clark. (1980). "Relativity and Eclipses: The British Eclipse Expeditions of 1919 and Their Predecessors" (em inglês). Historical Studies in the Natural Sciences 11 (1): 49–85. Berkeley, CA: University of California Press. ISSN 0890-9997

Ir para cima↑ Minkel, J. R.. (6 de março de 2008). "Did Researchers Cook Data from the First Test of General Relativity?" (eminglês). Scientific American. Nova Iorque: Nature Publishing. Página visitada em 21 de fevereiro de 2013. 

Ir para cima↑ Harper, William. In: Earman, John; Norton, John. The Cosmos of Science: Essays of Exploration (em inglês). Pittsburgh, Pa.: University of Pittsburgh, 1998. Capítulo: Isaac Newton on Empirical Success and Scientific Method. , p. 81. ISBN 978-0-8229-3930-6 

Ir para cima↑ Kennefick, Daniel. (março 2009). "Testing relativity from the 1919 eclipse— a question of bias" (em inglês). Physics Today: 37–42. College Park, MD: American Institute of Physics. ISSN 0031-9228

Ir para cima↑ Hoffman and Dukas (1972), pp. 145–148; Fölsing (1997), pp. 499–508.


Ir para:a b c d e f g h i Isaacson, Walter. Einstein: His Life and Universe, Simon & Schuster (2007) pp. 407–410 

Ir para:a b c d I. C. MOREIRA E A. A. P. VIDEIRA (orgs.): Einstein e o Brasil, Editora da UFRJ, Rio de Janeiro, 1995 

Ir para:a b c d Site oficial da Sociedade Brasileira de Física. Sbf1.sbfisica.org.br. Página visitada em 19 de abril de 2013. 

Ir para cima↑ Frederico Borges de Almeida. Albert Einstein e o Ceará(em português). R7. Brasil Escola. Página visitada em 22 de novembro de 2011. 

Ir para:a b Einstein E A Teoria Da Relatividade No Brasil. O teste da Teoria da Relatividade na cidade de Sobral, no Ceará.. Artigonal.com. Página visitada em 22 de novembro de 2011. 

Ir para cima↑ [I. C. Moreira e A. T. Tolmasquim, Um manuscrito de Einstein encontrado no Brasil, Ciência Hoje, vol. 21, n. 124, 22-29, (1995 

Ir para cima↑ Coordenadoria de Comunicação da UFRJ. Albert Einstein no Museu Nacional. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Página visitada em 11 de dezembro de 2011. 

Ir para cima↑ Fölsing (1997), p. 659.

Ir para cima↑ Isaacson (2007), p. 404.

Ir para cima↑ Hoffman, B. (1972), pp. 165–171

Ir para cima↑ Fölsing, A. (1997), pp. 666–677.

Ir para cima↑ Clark (1971), p. 619.

Ir para cima↑ Fölsing (1997), pp. 649, 678. 

Ir para cima↑ Clark (1971), p.642. 

Ir para cima↑ Fölsing (1997), pp. 686-687.

Ir para cima↑ In Brief (em inglês). Institute for Advanced Study. Arquivado do original em 29 de março de 2010. Página visitada em 01 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Evans-Pritchard, Ambrose. Obama could kill fossil fuels overnight with a nuclear dash for thorium (em inglês). The Daily Telegraph. Página visitada em 02 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Gosling, F.G. The Manhattan Project: Making the Atomic Bomb, U.S. Department of Energy, History Division (January 1999) p. vii 

Ir para cima↑ Diehl, Sarah J.; Moltz, James Clay. Nuclear Weapons and Nonproliferation: a Reference Handbook (em inglês). [S.l.]: ABC-CLIO, 2008. p. 218. ISBN 1598840711 Página visitada em 04 de março de 2013. 

Ir para:a b Stern, Fritz. E = Einstein: His Life, His Thought, and His Influence on Our Culture (em inglês). [S.l.]: Sterling Publishing, 2006. p. 97–118. Página visitada em 06 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Einstein: The Life and Times by Ronald Clark. page 752 

Ir para cima↑ Fred Jerome; Rodger Taylor. Einstein on Race and Racism (em inglês). [S.l.]: Rutgers University Press, 2006. 206 p. ISBN 0813539528 Página visitada em 05 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Calaprice, Alice. The new quotable Einstein (em inglês). [S.l.]: Princeton University Press, 2005. p. 148–149. Página visitada em 05 de março de 2013. Veja também: Odyssey in Climate Modeling, Global Warming, and Advising Five Presidents 

Ir para cima↑ Literary indications of Einstein's vegetarianism (eminglês). Página visitada em 05 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Jon Wynne-Tyson (1985), The Extended Circle

Ir para:a b ISRAEL: Einstein Declines (em inglês). Time magazine (01 de dezembro de 1952). Página visitada em 05 de maio de 2013. 

Ir para cima↑ Albert Einstein (em inglês). Historical Society of Princeton. web.archive.org. Arquivado do original em 27 de abril de 2010. Página visitada em 05 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Albert B. Lowenfels (14 de junho de 2002). Famous Patients, Famous Operations, 2002 - Part 3: The Case of the Scientist with a Pulsating Mass (em inglês). MadScape News. Página visitada em 06 de março de 2013.

Ir para cima↑ Einstein Archives Online. Draft of projected Telecast Israel Independence Day, April 1955 (last statement ever written). Albert Einstein Archives (abril 1955). Arquivado do original em 13 de março de 2007. Página visitada em 06 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Cohen, J.R.; Graver, L.M.. . "The ruptured abdominal aortic aneurysm of Albert Einstein" (em inglês). Surgery, Gynecology & Obstetrics 170 (5): 455–8. PMID 2183375



Ir para cima↑ O'Connor, J.J.; Robertson, E.F.. The MacTutor History of Mathematics archive (em inglês). [S.l.]: School of Mathematics and Statistics, University of St. Andrews, 1997. Capítulo: Albert Einstein. , Página visitada em 06 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Dr. Albert Einstein Dies in Sleep at 76; World Mourns Loss of Great Scientist (em inglês). New York Times (15 de abril de 1955). Página visitada em 06 de março de 2013. 

Ir para:a b Einstein papers (em inglês). Instituut-Lorentz (2005). Página visitada em 08 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Ashok, Das. Lectures on quantum mechanics (em inglês). [S.l.]: Hindustan Book Agency, 2003. p. 59. ISBN 81-85931-41-0 Página visitada em 10 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Nathan, Spielberg; Bryon D., Anderson. Seven ideas that shook the universe (em inglês). 2° ed. [S.l.]: John Wiley & Sons, 1995. p. 263. ISBN 0-471-30606-1 Página visitada em 10 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Einstein, Albert. (1905). "On the Motion—Required by the Molecular Kinetic Theory of Heat—of Small Particles Suspended in a Stationary Liquid". Annalen der Physik 17: 549-560. 

Ir para cima↑ Fouad G., Major. The quantum beat: principles and applications of atomic clocks (em inglês). 2° ed. [S.l.]: Springer, 2007. p. 142. ISBN 0-387-69533-8 Página visitada em 10 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Robert Bruce, Lindsay; Henry, Margenau. Foundations of physics. [S.l.]: Ox Bow Press, 1981. p. 330. ISBN 0-918024-17-X Página visitada em 10 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Einstein, Albert. (1905). "Does the Inertia of a Body Depend Upon Its Energy Content?". Annalen der Physik 18: 639–641. 

Ir para:a b Hans-Josef Kuepper. List of Scientific Publications of Albert Einstein (em inglês). Einstein-website.de. Página visitada em 12 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Talita Alves Dos Anjos. O princípio da relatividade (emportuguês). Terra. Mundo Educação. Página visitada em 13 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Einstein, A.. (1905). "Zur Elektrodynamik bewegter Körper" (em alemão). Annalen der Physik 322 (10): 891–921. DOI:10.1002/andp.19053221004. Página visitada em 10 de setembro de 2013. 

Ir para cima↑ Einstein 1905d 

Ir para cima↑ Stachel, John J.. Einstein from "B" to "Z" (em inglês). Boston University: Springer-Verlag New York, LLC, 2001. p. vi, 15, 90, 131, 215. ISBN 978-0-8176-4143-6 Página visitada em 14 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Para uma discussão sobre a recepção da teoria da relatividade em todo o mundo, e as diferentes controvérsias que encontramos, veja os artigos de Thomas F. Glick, ed.,The Comparative Reception of Relativity (Kluwer Academic Publishers, 1987), ISBN 90-277-2498-9

Ir para cima↑ Paris, Abraham. Subtle is the Lord. The Science and the Life of Albert Einstein (em inglês). [S.l.]: Oxford University Press, 1982. p. 382–386. ISBN 0-19-853907-X 

Ir para cima↑ 2> Doug Long. Einstein e a bomba atômica (em português). 1 ed. [S.l.: s.n.], 2012. 1 p. 

Ir para cima↑ 2> Doug Long. Einstein e a bomba atômica (em português). 1 ed. [S.l.: s.n.], 2012. 1 p. 

Ir para cima↑ Einstein, Albert. (1905). "Über einen die Erzeugung und Verwandlung des Lichtes betreffenden heuristischen Gesichtspunkt" (em alemão). Annalen der Physik 17 (6): 132–148. DOI:10.1002/andp.19053220607.Bibcode: 1905AnP...322..132E. Página visitada em 18 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Einstein 1905a

Ir para cima↑ Celebrating Einstein "Solid Cold" (em inglês). Office of Scientific and Technical Information (2011). Página visitada em 19 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Wilhelm Wien - Biography (em inglês). The Nobel Foundation. NobelPrize.org. Página visitada em 24 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Sommerfeld, Arnold. Atombau und Spektrallinien' (em alemão). Braunschweig: Friedrich Vieweg und Sohn, 1919.ISBN 3-87144-484-7 

Ir para cima↑ Pais, Abraham. Subtle is the Lord. The Science and the Life of Albert Einstein (em inglês). [S.l.]: Oxford University Press, 1982. p. 522. ISBN 0-19-853907-X 

Ir para cima↑ Thomas Levenson (2005). Einstein: Genius Among Geniuses. Public Broadcasting Service. NOVA. Página visitada em 28 de março de 2013. 

Ir para cima↑ Einstein, A.; Stern, O.. (1913). "Einige Argumente für die Annahme einer molekularen Agitation beim absoluten Nullpunkt" (em alemão). Annalen der Physik 40 (3): 551.DOI:10.1002/andp.19133450309.Bibcode: 1913AnP...345..551E

Ir para:a b c Laidler, K. J.. The World of Physical Chemistry (em inglês). [S.l.]: Oxford University Press, 2001. p. 324. ISBN 0-19-855919-4 

Ir para cima↑ Fundamental Ideas and Problems of the Theory of Relativity (em inglês). Les Prix Nobel. NobelPrize.org. Página visitada em 03 de abril de 2013. 

Ir para cima↑ van Dongen, Jeroen. Einstein's Unification (em inglês). [S.l.]: Cambridge University Press, 2010. p. 23. 

Ir para cima↑ Einstein 1917a 

Ir para cima↑ Einstein 1917b 

Ir para cima↑ Einstein 1924 

Ir para cima↑ Cornell and Wieman Share 2001 Nobel Prize in Physics(em inglês). NobelPrize.org. web.archive.org/ (09 de outubro de 2001). Página visitada em 18 de abril de 2013. 

Ir para cima↑ Albert Einstein Der Energiesatz in der allgemeinen Relativitätstheorie. (An energy conservation law in general relativity). Sitzungsber. preuss. Acad. Wiss. 1918, 1, 448–459 

Ir para:a b Davidovich, Lev; Evgeny Mikhailovich Lifshitz. The Classical Theory of Fields (em inglês). [S.l.]: Pergamon Press, 1951. Capítulo: 11. , ISBN 7-5062-4256-7 


Ir para cima↑ Moore, Walter. Schrödinger: Life and Thought (em inglês). Cambridge: Cambridge University Press, 1989. ISBN 0-521-43767-9 

Ir para cima↑ Goettling, Gary. Refrigerador de Einstein Georgia Tech Alumni Magazine. 1998. (em inglês) Página visitada em 26 de maio de 2013. Leó Szilard, físico húngaro que mais tarde trabalhou no Projeto Manhattan, é creditado com a descoberta da reação em cadeia 

Ir para cima↑ Em setembro de 2008, foi relatado que Malcolm McCulloch, da Universidade de Oxford, estava dirigindo um projeto de três anos para desenvolver aparelhos mais robustos que poderiam ser usados em locais com falta de eletricidade, e que sua equipe tinha completado um protótipo da geladeira de Einstein. Ele teria dito que a melhoria do projeto e alteração dos tipos de gases utilizados pode permitir que a eficiência do projeto seja quadruplicada. Alok, Jha (21 de setembro de 2008). Einstein fridge design can help global cooling (em inglês). The Guardian. Arquivado do original em 24 de janeiro de 2011. Página visitada em 26 de maio de 2013. 

Ir para cima↑ Bohr, N.. Discussions with Einstein on Epistemological Problems in Atomic Physics (em inglês). The Value of Knowledge: A Miniature Library of Philosophy. Marxists Internet Archive. Arquivado do original em 13 de setembro de 2010. Página visitada em 29 de maio de 2013. De Albert Einstein: Philosopher-Scientist (1949), publ. Cambridge University Press, 1949. O relatório do Niels Bohr de conversas com Einstein. 

Ir para cima↑ Einstein 1969. A reedição deste livro foi publicada pela edição Erbrich em 1982, ISBN 3-88682-005-X 

Ir para cima↑ Einstein 1935 

Ir para cima↑ Einstein, Albert. (maio 1949). "Why Socialism?" (em inglês). Monthly Review 1 (1). Página visitada em 30 de maio de 2013. 

Ir para cima↑ Rowe, David E.; Schulmann, Robert. (08 de junho de 2007). "What Were Einstein's Politics?" (em inglês). History News Network da Universidade George Mason. Universidade George Mason. Página visitada em 30 de maio de 2013. 

Ir para cima↑ Clark, Ronald W.. Einstein: The Life and Times (em inglês). [S.l.]: Avon, 1971. ISBN 0-380-44123-3 

Ir para cima↑ Isaacson, Walter (2008). Einstein: His Life and Universe. Nova Iorque: Simon and Schuster, pg. 390. 

Ir para cima↑ Em carta inédita, Albert Einstein ataca Deus (emportuguês). Folha de São Paulo (25 de maio de 2008). Página visitada em 08 de setembro de 2013. 

Ir para cima↑ Carta que revela desdém de Einstein por religião vai a leilão (em português). BBC (13 de maio de 2008). Página visitada em 08 de setembro de 2013. 

Ir para:a b c d Botstein, Leon; Galison, Peter; Holton, Gerald James; Schweber, Silvan S. Einstein for the 21st century: His Legacy in Science, Art, and Modern Culture, Princeton Univ. Press (2008) pp. 161–164 

Ir para cima↑ Cariaga, Daniel (22 de dezembro de 1985). Not Taking It With You: A Tale Of Two Estates (em inglês). Tribune Company. Los Angeles Times. Página visitada em 30 de maio de 2013. 

Ir para cima↑ Relaxed Einstein signs for a fellow violinist before sailing to Germany for the last time (em inglês). RR Auction (13 de outubro de 2010). Página visitada em 30 de maio de 2013. 

Ir para cima↑ Arthur I. Miller (31 de janeiro de 2006). A Genius finds Inspiration in the Music of Another (em inglês). NY Times. Página visitada em 30 de setembro de 2013. 

Ir para cima↑ McTee, Cindy. Einstein's Dream for orchestra (em inglês). Cindymctee.com. Página visitada em 01 de junho de 2013. 

Ir para cima↑ Golden, Frederic (03 de janeiro de 2000). Person of the Century: Albert Einstein (em inglês). Time. Arquivado dooriginal em 21 de fevereiro de 2006. Página visitada em 01 de junho de 2013.

Bibliografia



Brian, Denis (1996). Einstein: A Life. Nova Iorque: John Wiley. 

Clark, Ronald (1971). Einstein: The Life and Times. Nova Iorque: Avon Books. 

Fölsing, Albrecht (1997): Albert Einstein: A Biography. Nova Iorque: Penguin Viking. (Traduzida e resumido do alemão por Ewald Osers.) ISBN 978-0-670-85545-2 

Highfield, Roger; Carter, Paul. The Private Lives of Albert Einstein (em inglês). Londres: Faber and Faber, 1993. ISBN 978-0-571-16744-9

Hoffmann, Banesh, com a colaboração de Helen Dukas (1972): Albert Einstein: Creator and Rebel. Londres: Hart-Davis, MacGibbon Ltd. ISBN 978-0-670-11181-7 

Isaacson, Walter (2007): Einstein: His Life and Universe. Simon & Schuster Paperbacks, Nova Iorque. ISBN 978-0-7432-6473-0

Moring, Gary (2004): The complete idiot's guide to understanding Einstein ( 1ª ed. 2000). Indianápolis IN: Alpha books (Macmillan USA). ISBN 0-02-863180-3

Pais, Abraham (1982): Subtle is the Lord: The science and the life of Albert Einstein. Oxford University Press. ISBN 978-0-19-853907-0. A biografia definitiva até à data.

Pais, Abraham (1994): Einstein Lived Here. Oxford University Press. ISBN 0-19-280672-6

Parker, Barry (2000): Einstein's Brainchild: Relativity Made Relatively Easy!. Prometheus Books. Ilustrado por Lori Scoffield-Beer. Uma revisão de carreira e realizações de Einstein, escrita para o público leigo. ISBN 978-1-59102-522-1 

Schweber, Sylvan S. (2008): Einstein and Oppenheimer: The Meaning of Genius. Harvard University Press. ISBN 978-0-674-02828-9

Oppenheimer, J.R. (1971): "On Albert Einstein," p. 8–12 in Science and synthesis: an international colloquium organized by Unesco on the tenth anniversary of the death of Albert Einstein and Teilhard de Chardin, Springer-Verlag, 1971, 208 pp. (Palestra proferida na Casa UNESCO em Paris, em 13 de dezembro de 1965.) Também publicado no The New York Review of Books, 17 de março de 1966, On Albert Einstein by Robert Oppenheimer 



Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein








Nenhum comentário:

Postar um comentário