domingo, 8 de novembro de 2015

A SOLIDÃO DO PAPA FRANCISCO


Papa Francisco está lutando contra os cardeais e bispos que gastam milhões de euros para manter um alto padrão de vida e luxos pessoais, contra a corrupção, desvios de dinheiro de doações e escândalos financeiros dentro da Santa Sé.

Uma nova era para o catolicismo, 
a ERA DE FRANCISCO.





Papa Francisco: "É triste ver na Igreja bispos e padres apegados ao dinheiro" - "Se um fiel fala da pobreza ou dos sem-teto e leva uma vida de faraó... isso não se pode fazer. Essa é a primeira tentação." Essa foi a declaração do Papa Francisco ao Straatnieuws, um jornal de rua holandês, concedida no dia 27 de outubro de 2015 e traduzida sexta-feira (06/11/15) pela Radio Vaticana.


A reportagem é de Renato Paone, publicada no sítio L'HuffingtonPost.it, 06-11-2015. A tradução é de Moisés Sbardelotto.



A afirmação do pontífice, relida à luz do escândalo Vatileaks 2, que surgiu nos últimos dias, soa mais como uma resposta às críticas sobre o luxo em que vivem cardeais e bispos, e à corrupção e aos escândalos financeiros dentro da Santa Sé, em vez de um simples chamado aos valores do Evangelho.

Pensamento reiterado na homilia da manhã dessa sexta-feira em Santa Marta: "Há aqueles que, em vez de servir, de pensar nos outros, de lançar as bases, se servem da Igreja, os carreiristas apegados ao dinheiro. E quantos sacerdotes e bispos vimos assim".

"Deus nos salve das tentações de uma vida dupla, onde eu me mostro como alguém que serve e, em vez disso, me sirvo dos outros", foi a advertência do papa. "É-nos pedido – continuou Francisco – que nos coloquemos ao serviço, mas há alguns que alcançaram um status e vivem comodamente sem honestidade, como os fariseus no Evangelho. Comovem-me aqueles padres e aquelas irmãs que, por toda a vida, estiveram a serviço dos outros." São esses padres e essas irmãs, destacou o papa, "que representam a alegria da Igreja".

"No Evangelho – retomou Bergoglio – o Senhor nos faz ver a imagem de outro servo, que, em vez de servir os outros, se serve dos outros." E, sublinhou, "nós lemos aquilo que esse servo fez, com quanta esperteza se moveu, para permanecer no seu lugar". Uma ambivalência que não deveria existir dentro da Igreja, concluiu Francisco. 

Na entrevista ao Straatnieuws, Bergoglio insiste na necessidade de resistir às tentações, duas em particular: "A Igreja deve falar com a verdade e também com o testemunho da pobreza. Se um fiel fala da pobreza ou dos sem-teto e leva uma vida de faraó... isso não se pode fazer. Essa é a primeira tentação. A outra tentação é fazer acordos com os governos", disse o papa, desde que sejam acordos claros e transparentes. 

"Nós administramos este edifício – exemplifixou Bergoglio –, mas as contas são todas controladas, para evitar a corrupção. Porque sempre há a tentação da corrupção na vida pública, tanto política, quanto religiosa." 

O Papa Francisco contou uma experiência concreta sua: "Lembro que, uma vez, vi com muita dor quando a Argentina, sob o regime dos militares, entrou em guerra contra a Grã-Bretanha pelas Ilhas Malvinas. As pessoas davam coisas, e eu vi que muitas pessoas, inclusive católicos, que eram encarregados de distribuí-las, levavam-nas para casa. Sempre há o perigo da corrupção. Uma vez, eu fiz uma pergunta a um ministro argentino, um homem honesto, que deixou o cargo porque não podia concordar com algumas coisas um pouco obscuras. Eu lhe perguntei: 'Quando vocês enviam ajudas, sejam alimentos, sejam roupas, seja dinheiro aos pobres e aos necessitados, daquilo que vocês enviam, quanto chega lá, tanto em dinheiro quanto em despesas?' Ele me disse: '35%'. Significa que 65% se perde. É a corrupção: um pedaço para mim, outro pedaço para mim". 

Uma história que parece reforçar o caso do Óbolo de São Pedro descrito no livro de Gianluigi Nuzzi, Via Crucis, que revelou que, dos 10% que em 2013/2014 entraram no Vaticano para a beneficência do pontífice, 6% iam parar no saneamento das contas em vermelho da Cúria, 2% eram postos de lado em um fundo – que já soma 400 milhões de euros – e só 2% eram direcionados ao canal humanitário dedicado à beneficência. 

"Ontem – continuou o papa na entrevista – eu pedi para enviar ao Congo 50 mil euros para construir três escolas em países pobres. A educação é uma coisa importante para as crianças. Eu fui até a administração competente, fiz esse pedido, e o dinheiro foi enviado." 

Depois, ele explicou por que renunciou ao apartamento do Palácio Apostólico, optando por Santa Marta: "Depois de ver aquele apartamento, me pareceu um funil ao contrário, isto é, grande, mas com uma porta pequena. Isso significa estar isolado. Eu pensei: não posso viver aqui, simplesmente por motivos mentais. Me faria mal. No início, parecia uma coisa estranha, mas eu pedi para ficar aqui, em Santa Marta. E isso me faz bem, porque eu me sinto livre. Eu como na sala de jantar, onde todos comem. E, quando chego antes, eu como com os funcionários. Encontro as pessoas, as cumprimento, e isso faz com que a gaiola de ouro não seja tanto uma gaiola. Mas eu sinto falta da rua". 

Bergoglio também enfatiza que não existem tesouros da Igreja, porque estes, na realidade, são "tesouros da humanidade": "Se amanhã eu disser que a Pietà de Michelangelo seja leiloada, isso não se pode fazer, porque não é propriedade da Igreja. Ela está em uma igreja, mas é da humanidade. Isso vale para todos os tesouros da Igreja. Mas começamos a vender presentes e as outras coisas que me são dadas. E os proventos da venda vão para Dom Krajewski, que é meu esmoleiro. E depois há a rifa. Havia carros que foram todos vendidos ou doados com uma rifa, e a renda foi usada para os pobres. Há coisas que podem ser vendidas, e estas são vendidas". 

Francisco termina a entrevista expressando um desejo, uma esperança: "Eu gostaria de um mundo sem pobres. Embora me pareça um pouco difícil de imaginar. Nós devemos lutar por isso. Mas sou uma pessoa que crê e sei que o pecado está sempre dentro de nós. E a cobiça humana sempre existe, a falta de solidariedade, o egoísmo que cria os pobres. Eu não sei se conseguiremos esse mundo sem pobres, porque o pecado sempre existe e nos traz o egoísmo. Mas devemos lutar sempre". 






sexta-feira, 6 de novembro de 2015

EU TENHO UM LADO, O LADO OPOSTO por Tico Santa Cruz

É o mesmo lado que eu estou! Eu admiro muito este ser pensante e autêntico!!!Adoro Tico!
Roberta Carrilho



Eu tenho um lado. 

O oposto de quem está tentando dar um Golpe na democracia. 

O oposto a essa gente facistinha que é contra os programas sociais, contra as cotas, contra os direitos das mulheres, contra a distribuição de renda. 

Estou do lado oposto dos Racistas, dos homofóbicos, dos xenófobos e de quem usa de indignação seletiva quando se diz combatente da corrupção.

Estou do lado oposto a quem quer a volta ao poder daqueles que estiveram com o poder nas mãos e nunca fizeram nenhum esforço para melhorar a vida dos mais pobres, de quem estava na miséria, de quem não chegava numa universidade, daqueles que sempre foram desprezados. 

Meu lado é o lado de quem não aceita injustiças sociais, de quem é contra a Redução da Maior idade penal. 

Estou do lado oposto de quem usa meritocracia como critério de movimentação na pirâmide Social. 

Meu lado é o lado de quem sabe que o Brasil está passando por um momento complicado, que demanda muitos cuidados, mas que nem por isso quer entregá-lo para os estrangeiros de mão beijada. 

Eu tenho um lado. 

O oposto de quem quer acabar com o Estado Laico e impor uma religião como doutrina política. 

O oposto daqueles que estão com o prato cheio de comida e batem panela para uns mas apoiam outros que saquearam esse país e sequer foram julgados, nem investigados. 

O oposto de quem pede volta do Regime militar. 

O Oposto de quem acredita em tudo que lê na Revista e no Jornal. 

Meu lado é o lado que quer que TODOS os corruptos seja punidos e não só os de um partido. 

E pela minha sanidade e pela sanidade daqueles que me acompanham, meu lado é o lado de quem quer um Brasil melhor do que esse que se manifesta com ódio, com intolerância, com desrespeito a democracia e com uma cegueira obsessiva que beira a infantilidade. 

Esse é meu lado. 



Fonte: https://www.facebook.com/ticosantacruz/?fref=ts


O AMOR SEMPRE IMPLICA EM ADMIRAÇÃO? por Sofia Alcausa Hidalgo



O psiquiatra Luis Rojas Marcos nos oferece a receita para manter o amor: “Manter a admiração em relação à outra pessoa, e a cumplicidade, entendida como um projeto compartilhado”.

Como em outras tantas questões da vida, se colocássemos em debate se o amor sempre implica em admiração ou não encontraríamos as mais diversas respostas. Cada um de nós tem uma escala de valores, uma visão da vida condicionada pela carga genética, pela educação recebida e pelas experiências vividas que fazem que tenhamos respostas muito diferentes para a mesma pergunta. 

Mas a riqueza está no debate, e o interesse está na diversidade de opiniões. seguindo duas respostas contundentes. Iremos analisar duas opiniões: uma da psicóloga e especialista em casais, Ana Villarubia, para quem o amor implica sempre em uma boa dose de admiração e outra, da escritora de sucesso Alena KH, autora do “O mercado está terrível” e do blog “Intersexciones, sobre relaciones, amores y desamores” (Interseções, sobre relacionamentos, amores e desamores) para quem o amor nem sempre implica em admiração.

Para Ana Villarrubia, o amor implica em uma boa dose de admiração mútua, aliada a outro fator importante nos relacionamentos de casal: a intimidade. Acontece que a admiração é o começo do que pode ser uma verdadeira história de amor, porque a admiração implica reconhecer no outro qualidades que o fazem único e diferente do resto das pessoas. Esse “algo diferente” é o que faz que a sua atenção seja colocada nele e que faz que o seu companheiro seja insubstituível para você.

Mas para Ana Villarrubia, a admiração deve ser mútua e, além disso, não deve implicar em nenhum momento em dependência ou submissão. Por outro lado, ter um companheiro que admiramos nos enche de orgulho porque significa que tivemos um bom julgamento na hora de escolher. Então, segundo esta psicóloga, quando se perde a admiração, perde-se o amor? Embora não seja possível afirmar nem desmentir com plena certeza, a verdade é que ao perder a admiração o casal pode entrar em uma crise, e inclusive acabar terminando. Se você deixou de admirar é porque o seu companheiro deixou de ser o que era e representava para você.

Contudo, para a escritora Alena KH, a admiração é um ingrediente a mais do amor, e não algo absolutamente necessário. Para Alena KH a admiração poderia inclusive refletir uma ausência de autoestima; existiria uma baixa autoestima que faz a pessoa idealizar o outro apoiando-se nele como se fosse uma bengala. Quando passa a primeira fase do amor, o ideal desvanece como fumaça porque não estava baseado na realidade.

Para Alena, o tempo é o único que garante se há ou não amor entre um casal, e este se baseia fundamentalmente no respeito e na tolerância mútua, com base em uma escala de valores compartilhada pelos dois membros do casal.

Sem dúvida, ambas visões são complementares e interessantes.

Sem dúvida o amor é um mistério, um quebra-cabeças que vai além de todas essas explicações que possamos dar com base na química que o desencadeia e em uma série de fatores conscientes e inconscientes que intervêm nele. Mas a admiração como algo prolongado no tempo e não apenas na fase inicial do amor pode ser um ponto importante para manter o amor ao longo da sua vida.

O que fazer para manter a admiração?

Se for verdade que a admiração é o ingrediente principal do amor como sugere a psicóloga Ana Villarrubia, a próxima pergunta que poderíamos nos fazer seria: o que eu posso fazer para que o meu companheiro continue a me admirar?

Aqui vão algumas ideias que esperamos que sejam uteis:

– Gostar de si mesmo. Se você possui uma boa dose de autoestima, continuará evoluindo por si mesmo, continuará cuidando do seu interior e do seu exterior, e o seu companheiro continuará admirando-o como no primeiro dia.

– Ajudar-se mutuamente. Se nos ajudamos, se nos sentimos queridos e apoiados, o amor continua crescendo e se tornará mais forte. E o seu companheiro continuará admirando-o até mais do que no início.

– Escutar um ao outro. Se você for se calando diante de tudo aquilo que não gosta no seu companheiro e não disser nada a ele, irá criar uma imagem ruim da pessoa pela qual um dia você se apaixonou. Não durma sem ter resolvido as suas diferenças com o seu companheiro. Não permita que ele deixe de admirá-lo e não permita que você deixe de admirá-lo.

– Procure se sobrepor à rotina. Complicado, mas surpreender o seu companheiro com um beijo inesperado ou sair para jantar como antes são algumas das fórmulas para sair da rotina e manter a admiração.

Uma coisa é certa, o amor é desinteressado e sincero, e vale a pena trabalhar para manter essa chama acesa que um dia uniu vocês. O amor é o mais bonito dos trabalhos, se as duas pessoas decidem ser uma equipe e trabalhar juntas para mantê-lo.




Texto original em Espanhol de: Sofia Alcausa Hidalgo



quinta-feira, 5 de novembro de 2015

EU SOU PARA POUCOS


"Eu sou para poucos, mas não deixo de ser simpática, de dar um sorriso sincero a estranhos, pois serei sempre eu mesma onde e com quem estiver. Não tento mais ser aceita por ninguém. Mas recebo com graça cada acolhida e hoje minha prioridade é fazer diferença na vida de quem está ao meu lado, de quem me apoia, me consola e me faz sentir bem-vinda na sua vida. Não coleciono relações superficiais e nem desavenças prolongadas. Aprendi a abrir mão do que me consome e tira minhas noites de sono. Perdoo não apenas por merecimento, mas por aceitar me libertar de sentimentos inferiores ao que não me permito mais sentir. Hoje me concentro no que é essencial para o meu bem-estar. Tornei meu tempo aliado à minha realidade atual e ao meu coração, e consequentemente sobrou muito mais horas dentro dos meus dias para ser feliz!"

Alexandre Oliveira e eu (Roberta Carrilho)

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

TEORIA DAS JANELAS QUEBRADAS




Há alguns anos, a Universidade de Stanford (EUA), realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor, abandonadas na via pública. Uma no Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.

Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.

Mas a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os pesquisadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso? Evidentemente, não é devido à pobreza, é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.

Um vidro partido/quebrado numa viatura abandonada transmite uma ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras. Induz ao “vale-tudo”. Cada novo ataque que a viatura sofria reafirmava e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Baseados nessa experiência, foi desenvolvida a ‘Teoria das Janelas Quebradas’, que conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar com o sinal vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas, estes mesmos espaços são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

A Teoria das Janelas Quebradas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: lixo jogado no chão das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.

Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Quebradas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.

A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinquente, pois aos dos abusos de autoridade da polícia deve-se também aplicar-se a tolerância zero.

Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana. Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nossa cidade, bairro ou na rua onde vivemos. A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras. 

Esta teoria poderá também ser aplicada aqui no Brasil em relação a corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc através do voto consciente e uma efetiva fiscalização dos eleitos.

Reflita sobre isso!



Fonte: facebook Robervan Faria.



domingo, 1 de novembro de 2015

O QUE AS OUTRAS PESSOAS PENSAM DE VOCÊ É A REALIDADE DELAS E NÃO A SUA por mentes maravilhosas


"Ter inimigos todos nós temos, é uma questão secundária. O importante é não ser inimigo de ninguém. Pois, o que o outro sente em relação a você é problema dele e somente o que você sente em relação é problema seu. Ninguém responde pelos erros dos outros e sim somente pelos seus próprios erros junto ao Criador. Ame e deixe ser amado também". Divaldo Franco



O que as outras pessoas pensam de você é a realidade delas e não a sua. Elas sabem o seu nome, mas não a sua história; elas não viveram em sua pele ou calçaram os seus sapatos. Tudo o que os outros sabem sobre você é o que você disse ou o que eles puderam adivinhar, mas eles não conhecem os seus anjos, nem os seus demônios.

Muitas vezes achamos difícil entender a nós mesmos, mas nos aventuramos a decifrar o código dos sentimentos alheios. Você não pode ter certeza do que os outros sentem. Da mesma forma, não pode saber o que viveram e o que aprenderam ou não.

Portanto, não devemos dar importância ao que os outros dizem sobre nós, pois suas palavras são derivadas de uma realidade ilusória que suas mentes criaram com o desejo de saber tudo.


As pessoas que criticam

Há pessoas que dão opiniões sobre você, sobre sua vida e sobre suas decisões, mesmo que você não tenha pedido. Normalmente são opiniões maliciosas ou desprovidas de critério, cuja única finalidade é a de machucar, humilhar e desfrutar do pesar alheio.

Geralmente essas pessoas têm baixa autoestima, não se aceitam e, por isso, dificilmente poderão aceitar os outros. Essas pessoas colocam rótulos que refletem a realidade de como elas se sentem, projetando assim suas dificuldades emocionais.

Nós somos os únicos que podem mudar nosso caminho

“Viva a sua vida da maneira que quiser, não da maneira que os outros querem que você a viva”

É provável que, se nós pudéssemos entrar no corpo e na mente dos outros, não os julgássemos. Seria um teste real.

Fantasias à parte, temos que assumir como nossa única responsabilidade a ideia de nos valorizarmos e pararmos de nos condenar. O que os outros pensam de nós nos coloca um preço. Ou seja, assim como não deixamos que nos digam o que devemos vestir, não devemos permitir que outros escolham o nosso armário emocional.

Se vivermos de acordo com o que os outros pensam de nós, perderemos nosso estilo e nossa personalidade. Seremos obrigados a usar uma máscara e nossa imagem no espelho refletirá apenas a nossa insegurança e a nossa falta de autoestima.

Curar nossas partes magoadas pelas críticas

“As pessoas mais infelizes deste mundo são aquelas que se importam muito com o que os outros pensam”

Para curar as feridas emocionais causadas pelas críticas, temos que ter claro, em primeiro lugar, que somos pessoas únicas e excepcionais. Com essa mentalidade, perdemos o medo de sentir e de pensar por nós mesmos.

São os outros que estão julgando e criticando, não você. A crítica não construtiva deixa uma grande pobreza emocional no mundo interior de quem a pratica.Portanto, se a pessoa não parar, nestes momentos você deve ser emocionalmente egoísta e pensar em si próprio.


Afaste-se da negatividade e pense que a sua vida é sempre muito mais fácil quando você não se mete na vida dos outros. A seguir, nós lhe daremos algumas dicas para que você possa fazer isto facilmente:

1. Como mencionado, a consequência direta de acreditar no que os outros pensam e dizem é nos tornarmos alguém que não somos. E, é claro, querer agradar aos outros as custas da nossa identidade não é nada saudável.

2. Você é uma boa mãe? Você é uma pessoa bem-sucedida? Você é inteligente? Você faz o seu trabalho bem? Você gosta dos outros? Perceba quanta energia você perde se preocupando com estas questões.

3. No entanto, os outros pensam sobre nós muito menos do que nós acreditamos. Isto é, muitas vezes nos sentimos o centro das atenções de outras pessoas, quando na verdade, o que fazemos pode não ser tão relevante para muitos dos que nos rodeiam.Esse medo é em grande parte um produto da sua imaginação.

4. Não importa o que você faz e como faz, sempre haverá alguém que interpretará seus atos de forma errada.Então tente viver e agir naturalmente. O que você faz, se estiver se acordo com os seus valores, sempre estará certo. Não tente se justificar, pois se sentirá falso se não sintonizado consigo mesmo.

“Não espere que os outros entendam sua jornada, principalmente se eles nunca andaram no mesmo caminho que você”


Fonte indicada: A mente é maravilhosa


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

OS 12 DEFEITOS INSUPORTÁVEIS DOS BRASILEIROS



Se me perguntasse qual o melhor país do mundo, sem dúvida, responderia Brasil. A resposta seria a mesma se perguntasse sobre o povo. Os brasileiros são incríveis, além de únicos, pois entre os povos que habitam este planeta, os brasileiros são os mais acolhedores. Entretanto, certos comportamentos, melhor dizendo, características do povo Brasileiro são extremamente irritantes. Talvez sejam resultados de fatos históricos, talvez seja resultado desta cultura tão miscigenada…. Não dá para saber ao certo de onde provém esses defeitos mas é certo que eles estão presentes de norte a sul deste país. 


Não que tais sejam exclusividades brasileiras, apesar de que nas terras tupiniquins pareça muito mais acentuado que em outros lugares. Veja a lista e dê sua opinião:


Obs.: Lembrando que o post fala da maioria dos brasileiros e não está generalizando. Maioria = Número excedente a metade do todo; Grupo preponderante.
Ressalto também que os itens também não estão por ordem de importância e vem escrito em boas palavrinhas abrasileiradas, risos.


12. Brasileiro reclama de tudo e não resolve nada
Reclamação vem do latim reclamatione, que designa o ato de “desaprovação manifestada por gritos”, e do verbo reclamare (reclamar) que significa exigir ou reivindicar. Essa, sem sombras de dúvida, é a atitude mais adorada e praticada pelos brasileiros. Nosso povo reclama de tudo! Apesar do abuso desse ato, o problema não está em reclamar: o problema está em apenas reclamar. Não existe o hábito do segundo passo por aqui. A pessoa reclama, xinga muito no Twitter, Facebook, Blog e fica por isso mesmo. A parte mais importante, que seria achar a solução para reclamação, simplesmente é abandonada, transformando a atitude de reclamar em algo totalmente inútil.

11. Brasileiros são um bando de maria-vai-com-as-outras

A explicação para o excesso de reclamação e para a falta de reação já virou estudo aqui no Brasil. O resultado não apresentou nenhuma novidade: O brasileiro não tem o hábito de protestar no cotidiano. A corrupção dos políticos, o aumento de impostos, o descaso nos hospitais, as filas imensas nos bancos e a violência diária só levam a população às ruas em circunstâncias excepcionais. Por que isso acontece? A resposta a tanta passividade pode estar em um estudo de Fábio Iglésias, doutor em Psicologia e pesquisador da Universidade de Brasília (UnB). Segundo ele, o brasileiro é protagonista do fenômeno “ignorância pluralista”, termo cunhado pela primeira vez em 1924 pelo americano Floyd Alport, pioneiro da psicologia social moderna.

“Esse comportamento ocorre quando um cidadão age de acordo com aquilo que os outros pensam, e não por aquilo que ele acha correto fazer. Essas pessoas pensam assim: se o outro não faz, por que eu vou fazer?”, diz Iglésias. O problema é que, se ninguém diz nada e consequentemente nada é feito, o desejo coletivo é sufocado. O brasileiro, de acordo com Iglésias, tem necessidade de pertencer a um grupo. “Ele não fala sobre si mesmo sem falar do grupo a que pertence.


Iglésias começou sua pesquisa com filas de espera. Ele observou as reações das pessoas em bancos, cinemas e restaurantes. Quando alguém fura a fila, a maioria finge que não vê. O comportamento-padrão é cordial e pacífico. Durante dois meses, ele analisou o pico do almoço num restaurante coletivo de Brasília. Houve 57 “furadas de fila”. “Entravam como quem não quer nada, falando ao celular ou cumprimentando alguém. A reação das pessoas era olhar para o teto, fugir do olhar dos outros”, afirma. O aeroviário carioca Sandro Leal, de 29 anos, admite que não reage quando vê alguém furar a fila no banco. “Fico esperando que alguém faça alguma coisa. Ninguém quer bancar o chato”, diz.


Iglésias dá outro exemplo comum de ignorância pluralista: “Quando, na sala de aula, o professor pergunta se todos entenderam, é raro alguém levantar a mão dizendo que está com dúvidas”, afirma. Ninguém quer se destacar, ocorrendo o que se chama “difusão da responsabilidade”, o que leva à inércia.


Mesmo quem sofre uma série de prejuízos não abre a boca. É o caso da professora carioca Maria Luzia Boulier, de 58 anos. Ela já comprou uma enciclopédia em que faltava um volume; pagou compras no cartão de crédito que jamais fez; e adquiriu, pela internet, uma esteira ergométrica defeituosa. Maria Luzia reclamou apenas neste último caso. Durante alguns dias, ligou para a empresa. Não obteve resposta. Foi ao Procon, mas, depois de uma espera de 40 minutos, desistiu de dar queixa. “Sou preguiçosa. Sei que na maioria das vezes reclamar não adianta nada”, afirma.


O “não-vai-dar-em-na-da” é um discurso comum entre os “não-reclamantes”. O estudante de Artes Plásticas Solano Guedes, de 25 anos, diz que evita se envolver em qualquer situação pública. “Sou omisso, sim, como todo brasileiro. Já vi brigas na rua, gente tentando arrombar carro. Mas nunca denuncio. É uma mistura de medo e falta de credibilidade nas autoridades”, afirma.


A apatia diante de um escândalo público também é frequente no Brasil. Nas décadas de 80 e 90, o contador brasiliense Honório Bispo saiu às ruas para lutar pelas Diretas Já e pelo impeachment do ex-presidente Fernando Collor. Caso que apenas se concretizou pelo massivo uso da imprensa. Estudiosos acreditam que o Impeachment nunca aconteceria se a mídia não colocasse no ar o ataque massivo ao presidente: 10 das 24 horas de programação das emissoras nas semanas anteriores ao ato divulgavam a ideia das Diretas Já e Impeachment.


O estudo da UnB constatou que a cultura do silênciotambém acontece em outros países. “Portugal, Espanha e parte da Itália são coletivistas como o Brasil”, afirma o psicólogo. Em nações mais individualistas, como em certos países europeus e a vizinha Argentina, o que conta é o que cada um pensa. “As ações são baseadas na auto-referência”, diz o estudo. Nos centros de Buenos Aires e Paris, é comum ver marchas e protestos diários dos moradores. A mídia pode agir como um desencadeador de reclamações, principalmente nas situações de política pública. “Se o cidadão vê na mídia o que ele tem vontade de falar, conclui que não está isolado”, afirma o pesquisador.


O antropólogo Roberto Da Matta diz que não se pode dissociar o comportamento omisso dos brasileiros da prática do “jeitinho”. Para ele, o fato de o povo não lutar por seus direitos, em maior ou menor grau, também pode ser explicado pelas pequenas infrações que a maioria comete no dia-a-dia. “Molhar a mão” do guarda para fugir da multa, estacionar nas vagas para deficientes ou driblar o engarrafamento ao usar o acostamento das estradas são práticas comuns e fazem o brasileiro achar que não tem moral para reclamar do político corrupto. “Existe um elo entre todos esses comportamentos. Uma sociedade de rabo preso não pode ser uma sociedade de protesto”, diz o antropólogo.


O sociólogo Pedro Demo, autor do livro Cidadania Pequena s (ed. Autores Associados), diz que há baixíssimos índices de organização da sociedade civil – decorrentes, em boa parte, dos também baixos índices educacionais. Em seu livro, que tem base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o sociólogo conclui que o brasileiro até se mobiliza em algumas questões, mas não dá continuidade a elas e não vê a importância de se aprofundar. Um exemplo é o racionamento de energia ocorrido há doze anos: rapidamente as pessoas compreenderam a necessidade de economizar. Passada a urgência, não se importaram com as razões que levaram à crise. Para o sociólogo, além de toda a conjuntura atual, há o fator histórico: a colonização portuguesa voltada para a exploração e a independência declarada de cima para baixo, por dom Pedro I, príncipe regente da metrópole. “Historicamente aprendemos a esperar que a decisão venha de fora. Ainda nos falta a noção do bem comum. Acredito que, ao longo do tempo, não tivemos lutas suficientes para formá-la”, diz Demo.


A historiadora e cientista política Isabel Lustosa, autora da biografia Dom Pedro I, um Herói sem Nenhum Caráter (ed. Companhia das Letras), acredita que os brasileiros reclamam mas têm dificuldades de levar adiante esses protestos sob a forma de organizações civis. “Nas filas ou mesas de bar, as pessoas estão falando mal dos políticos. As seções de leitores de jornais e revistas estão repletas de cartas de protesto. Mas existe uma espécie de fadiga em relação aos resultados das reclamações, especialmente no que diz respeito à política.” Segundo Isabel, quem mais sofre com a falta de condições para reclamar é a população de baixa renda. Diante da deterioração dos serviços de educação e saúde, o povo fica sem voz. “Esses serviços estão pulverizados. Seus usuários não moram em suas cercanias. A possibilidade de mobilização também se pulveriza”, diz.


Apesar das explicações diversas sobre o comportamento passivo dos brasileiros, os estudiosos concordam num ponto: nas filas de espera, nos direitos do consumidor ou na fiscalização da democracia, é preciso agir individualmente e de acordo com a própria consciência. “Isso evita a chamada espiral do silêncio”, diz o pesquisador Iglésias. O primeiro passo para a mudança é abrir a boca.


10. Brasileiro acha que a vida é resumida em futebol, fofoca, carnaval, cerveja e putaria

Oito em cada dez brasileiros tem o assunto do seu diálogo com outrem resumido nesses termos. Quando não está falando de futebol, está falando de sexo ou fofocando ou falando do quanto bebeu no final de semana e vice-versa. Qualquer tema que saia dessa esfera é rejeitado pela maioria, exceto, se o tema for inicio de um reclamação coletiva (do tipo que não vai dar em nada). Não é de estranhar que a definição do Brasil seja “o país do futebol e do carnaval”.

Tanto a filosofia quanto a Psicologia e a Sociologia explicam que essas paixões comprometem o intelecto humano. Tal como um homem apaixonado pela sua amada, o ser apaixonado não pensa, somente age de acordo com suas emoções. Os brasileiros dão provas que essas paixões os transformam em verdadeiros “trouxas”, entre os quais podemos destacar os seguintes fatos decorridos dessa passionalidade:



  • Ronaldinho Gaúcho ganhando medalha Machado de Assis da Academia Brasileira das Letras;
  • Bruna Surfistinha virando best-seller e depois blockbusters;
  • Brigas de torcidas;
  • Brigas anuais nas apurações das campeãs do Carnaval;
  • Pelé sendo reconhecido como um dos maiores brasileiros de todos os tempos pela Times;
  • Pesquisas mostrando que brasileiro gasta mais com cerveja do que com Educação;
  • Xvídeo como o vigésimo segundo site mais acessado do Brasil, perdendo apenas para sites de funções essenciais (como Google e sites de bancos) e para redes sociais.

Muito se pergunta se o Brasil poderá suportar seu crescimento diante de pensamento tão rudimentar. Existe uma estimativa construída em cima das pesquisas realizadas pelo IBGE que diz que provavelmente daqui a 5 anos o Brasil venha a atingir índices de países de primeiro mundo em diversas áreas. Porém, como comportar tamanho avanço se a cultura brasileira continua a mesma? É por esse motivo que a entrada de estrangeiros no nosso mercado de trabalho cresce a cada dia. Importar “cabeças-pensantes” é lucrativo para empresas já que aqui as cabeças estão ocupadas com outros pensamentos. Enquanto os gringos buscam soluções para os setores da indústria e da sociedade, nós continuamos com a imaturidade de apoiar nosso micro-universo na preocupação com nossos times de futebol e quantos dias de folga vamos pegar no carnaval. A carência de ambição e a passividade diante do que precisa ser feito converte a maior parte dos brasileiros em cartas fora do baralho do setor industrial quando o assunto exige dedicação e disciplina.

9. Brasileiro gosta da hipocrisia

“Sem as pequeninas hipocrisias mútuas nos tornaríamos intoleráveis uns para os outros”. A frase é atribuída ao filósofo alemão Emanuel Wertheimer, coincidindo com as práticas gerais do mundo até nas grandes hipocrisias, como frequentemente chega ao nosso conhecimento por meio das manchetes diárias. Há milênios condenada pela sociedade, a Hipocrisia se encontra presente, acompanhando o homem desde do seu engatinhar pela superfície terrestre. Sua definição é difícil de lidar e sua complexidade é relevante, já que, em certas situações, o que parece hipocrisia, na verdade não é.

“Impostura, fingimento, simulação, falsidade”. Dessas quatro facetas ligadas à definição da hipocrisia provavelmente a menos conhecida é a impostura, como “artifício para iludir, embuste, vaidade ou presunção extrema”. De qualquer maneira, o que se ressalta aí é a presença da mentira. No caso da hipocrisia, a mentira social por excelência.


O conceito mais comum de hipocrisia, conceito qual iremos adotar aqui para discutir a situação brasileira, seria o ato de fingir ter crenças, virtudes, ideias, devoção, comportamento e sentimentos para alcançar o apreço publico, mesmo sendo o acusador vítima da sua própria crítica. Ou seja, o assassino que condena o homicídio, o funkeiro que critica a música ruim do Latino, o analfabeto que reclama da falta de leitura do povo.


Brasileiro adora uma boa hipocrisia. São tantos os exemplos para provar essa ultima afirmação que até fiquei em dúvida sobre qual deveria escolher. Optei pelo mais conhecido: Brasileiros versus emissoras de TV. Não deve ser novidade para ninguém que o Brasileiro critica e repudia programas de TV os quais assiste. BBB, o maior exemplo de hipocrisia brasileira, mostra a real face desse povo: de um lado, pessoas engajadas, criticando, dizendo para os outros não assistirem o programa. De outro, um dos programas com uma das maiores audiências da era dos “reality shows”. Nem é preciso ser especialista comportamental para saber que alguém está mentindo nessa história, ou precisa? De maneira semelhante temos o Zorra Total, o programa mais odiado pelo público brasileiro e líder de audiência do seu horário. Oras, de onde provém essa controvérsia senão da mentira e falsidade de alguns que condenam diante do olhar alheio mas, no aconchego do seu lar, passa parte do seu tempo livre assistindo esses programas.


Além dessa hipocrisia direta temos a hipocrisia indireta. Assumindo o mesmo exemplo anterior, podemos dizer que é um hipócrita de forma indireta aquele que reclama de quem assiste BBB, alegando que o último é um programa sem caráter cultural, contudo, não perde o jogo de futebol de quarta a noite ou mesmo, faz questão de assinar um canal de TV exclusivo de Futebol. São dois lados de uma mesma moeda.


8. Brasileiro não sabe lidar com o politicamente correto e politicamente incorreto

Quem tem boa memória e passa algumas horas do seu dia na frente do computador deve lembrar do caso do Stand Up do Rafinhas Bastos ano passado. Durante um dos seus shows, Rafinha resolveu utilizar do humor negro extreme nonsense, típico dele, fazendo uma piadinha um tanto sem graça sobre o estuprador fazer um favor à uma feia quando a estupra.

Quando essa notícia se espalhou foi o caos. Todo mundo condenou o humorista. Foi um tal de “esse cara tem que ser preso” para lá e um “que absurdo, é o fim do mundo” para cá.


Algum tempo depois, começou o novo BBB e aconteceu o tal “estupro”. O que você pensa que o povo brasileiro fez? Criticou? Não, pelo contrário, ele brincou com a situação, fazendo piadinhas sobre o ocorrido. O politicamente correto foi esquecido, o que leva ao pensamento que aqui no Brasil parece que ele é de lua, ou vem por estação…. não dá para definir. Em certa hora o brasileiro desaprova, condena, critica tal ato incorreto, em outra, pratica e apoia.


7. Brasileiro tem o pé no extremismo para babaquices

Fanatismo ideológico é o estado psicológico que caracteriza qualquer pessoa como idiota. O Fanático é irracional, inflexível, persistente e teimoso. Sua natureza irregular, baseada em paixões, leva a paranoias e gera preconceitos e agressividade com quem discorda de seus valores e crenças. Nos países árabes, esse estado é bastante comum por causa da religião. Em alguns países europeus, extremismo e fanatismo se misturam na busca de alguns grupos por liberação de certos estados de seus países. Já aqui no Brasil…. bem, aqui é uma coisa inexplicável. Brasileiro adota o fanatismo para as coisas mais idiotas, por exemplo: - Defender partidos políticos ( PT e PSDB é tudo farinha do mesmo saco, mermão!)


  • Defender crenças religiosas (Evangélico conservador que paga dízimo para pastor e se acha no direito de julgar a vida de todo mundo)
  • Brigar por times de futebol (Enquanto você briga, eles recebem um salário gordo e riem da sua cara de otário)
  • Arrumar confusão por causa de celebridades, atores, atrizes, músicos (Família Restart é o cacete da Maria João! Lady Gaga não canta, apenas troca de roupa! Justin Bieber fez sucesso apenas por causa do cabelo! Tarantino é uma farsa! Chorem mimimimi…)

Esses são exemplos somente de uma pequena fração de todos os tipos de fanatismos babacas verde e amarelo. Deveria existir um projeto de lei que classificasse as pessoas por grau de idiotice fanática. Quem fosse reprovado deveria ser jogado, de imediato para evitar a contaminação aos demais, na Ilha de Queimada Grande para servir de alimento para as cobras do local.

6. Brasileiro não admite a própria culpa

“A culpa é minha e eu coloco ela em quem eu quiser” uma das famosas frases de Homer Simpson faz total sentido nessa república. Segundo International Stress Management Association – em pesquisa com mais de com 1000 profissionais – praticamente metade dos brasileiros analisados (47%) apresentam um comportamento agressivo quando algo dá errado e tende a negar a participação no erro. Percentual altíssimo se comparado aos países orientais e alguns europeus, os quais não ultrapassam os 14%.

Já faz parte da nossa cultura colocar a culpa nos outros. Não unicamente no trabalho mas em tudo que estamos envolvidos. O Brasil não funciona é culpa dos políticos e não nossa e do nosso voto e apatia frente a tanta corrupção. Enchentes ocorrem por causa do acumulo de lixo nos bueiros e a culpa é do El nino. Para tudo há sempre um bode expiatório.


Um exemplo clássico disso é a falta de leitura dos brasileiros atribuída aos preços dos livros. O Brasileiro consumiu a média 120 litros de cerveja por habitante em 2010. A estimativa é que ultrapasse a marca de 15 bilhões de litro de cerveja em 2012 segundo a Sindicerv. Acredita-se que o gasto do brasileiro de classe C2 a B2 seja de R$ 360 reais anuais. O estudo da CBL (Câmara Brasileira dos Livros) mostra que o brasileiro lê em média 1,8 livros/ano e os livros mais comprados no nosso mercado tem preço em torno de 35 reais. Desse modo, assumindo todos esses fatos, fica claro que a falta de leitura do brasileiro vem pela ausência de vontade. Oras, comprar R$ 360 reais de cerveja pode mas gastar R$ 35 reais com um livro é muito caro? Eita “paísinho”….


5. Brasileiro não sabe resolver um problema de cada vez

Eis que existe um problema que incomoda muita gente e que ninguém nunca mexeu um dedo para solucionar. Certo dia, um brasileiro resolve sair do seu estado apático e coloca a mão na massa. Consegue um percentual razoável de apoio para sua ideia e ela começa a evoluir até que se torna popular. Nesse momento, o outro lado dos brasileiros apresenta-se: o de querer resolver tudo de uma vez só.

Você apresenta uma proposta para reduzir os impostos da importação de produtos e aparece sujeito dizendo que “enquanto perdemos tempo querendo diminuir os impostos, políticos roubam verbas em Brasília”. Você apresenta uma proposta para acabar com a violência nos desportos e aparece um brasileiro dizendo que “enquanto perdemos tempo querendo cessar a violência nos desportos, faltam medicamentos nas farmácias populares”. PORRA! Mas que diabos esse sujeito estava fazendo que não tomou a iniciativa para resolver esses problemas…. ficou esperando alguém tomar a iniciativa para resolver outro problema que não tem nada a ver com aquele que ele exalta para ficar reclamando. E assim, ninguém nunca resolve nada! Achar que tudo pode ser resolvido de uma só vez é um pensamento de babaca que leva ao fracasso. Se você acha que tal problema não é prioridade, faça a sua campanha para resolver o problema que você considera principal e não fique criticando quem está tentando melhorar o nosso país.


4. Brasileiro acha que os EUA é o melhor em tudo

Você deve conhecer algum brasileiro que foi para os EUA e voltou para a nossa amada terra parecendo um robozinho defensor do Tio Sam, ou não? Eu conheço muitos. Sujeito vai para o exterior, principalmente para os EUA, e volta desdenhando tudo.

Esse hábito é de visitar o exterior e adotar o lado do extremo-negativo quando volta é típico de brasileiro. Comparações que, por muitas vezes, não fazem qualquer sentido, como as reclamações por não haver aqui um fast-food em cada esquina.


O que brasileiro tem que compreender é que cada país é um país. São culturas diferentes, são histórias diferentes, são povos diferentes. Você adotar o que há de positivo lá fora e implantar aqui é ótimo. Ruim é você ver o que há de positivo lá fora para ficar desdenhando o que há de simples por essas bandas.


3. Brasileiro é o câncer da Internet

A raça mais odiada da Internet tem nome: Brasileiros. Não é questão de xenofobia, o repúdio dos brasileiros por outros povos na Internet é pela total falta de postura e ética nossa no meio virtual. O comportamento baderneiro incomoda muitos povos, por isso que os brasileiros tem seu acesso restrito em diversos MMORPG, fóruns, sites, redes sociais, entre outros. Somos o povo mais irritante e troll da Internet.

O Orkut e Facebook são exemplos disso. Quando o Orkut era febre nos outros países, tudo era muito organizado, até que os brasileiros colocaram os pés nas terras googleanas. Foi um deus nos acuda, tamanha a bagunça que a rede virou. As comunidades de idioma inglês foram invadidas pelos brasileiros que começavam a falar em português no meio de debates em inglês. Os gringos irritados com tanta bagunça mudaram para o Facebook. E assim foi até que os brasileiros migraram para o Facebook e o abrasileiraram ( leia-se Orkutizaram). O reflexo dessa mudança canarinho já foi demonstrado na última pesquisa de ingresso e saída da empresa que mostram a migração dos gringos para redes sociais alternativas. A invasão brasileira acabou se tornando ameaças para essas empresas da web por representarem grandes baixas nos países onde a empresa já possui determinado sucesso, levando a mesma proibir a nossa entrada com o intuito de manter o negócio.


Brasileiro enche essas redes de spam, de gifs que brilham, de páginas de humor, de páginas de putaria… compartilham qualquer coisa a qualquer tempo. Embora não exista nenhum Código de Ética para Internet, o bom senso deve estar sempre presente. Assim, compartilhar no Facebook, por exemplo, a foto de um gato esquartejado ou algo do gênero não é legal, todo mundo sabe disso, exceto a massa brasileira.


De modo parecido os brasileiros invadem os MMORPG’s. Em semanas eles destroem com os servers. Talvez devido a nossa natureza corrupta, corrompemos tudo que tocamos. E daí surge os BOTS, hacks, chats e tantos outros mecanismos para obter vantagens sobre os outros que nós inventamos e que fazem os jogos perderem toda a graça.

Espero que com o tempo nós percebamos o quanto somos inconvenientes e irritantes, adquirindo uma postura mais sensata antes que sejamos expulso de tudo que é canto da web.

2. Brasileiro não sabe a própria Língua
A Educação no Brasil é lastimável, isso não é segredo para ninguém. Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrou que para 2.773 entrevistados (27,3%), que avaliaram nosso sistema educacional, não houve mudanças na qualidade do ensino e quase um quarto (24,2%) acredita que o sistema piorou. Já o IBGE mostrou no seu estudo de 2011 que apenas 11% dos brasileiros conseguiram concluir o ensino superior (percentual baixo se analisarmos outros países, tais como Rússia (54%) , Cuba (92%), Chile (24%)).

Apesar dos pesares, com toda essa estrutura educacional precária, ainda é inexplicável o domínio débil do brasileiro sobre a sua língua. Não estou me referindo ao domínio completo – compreendendo todas aquelas regras exageradas e chatas -, estou dizendo do “basicão”.

Você leitor deve estar pensando que isso é resultado da falta de investimento do governo, ou não? Logicamente, essa é uma das possíveis causas, contudo, não é a única. Existem outras causas para explicar as anomalias do nosso sistema educacional, como a pesquisa feita por uma das principais empresas de contratos de estágio do país, que constatou no primeiro semestre de 2011 que nem mesmo os graduando de jornalismo dominam a língua. Através de um ditado de 30 palavras, a empresa verificou que o índice de erro ficou na média 1/3 das palavras.

Esse defeito pode ser verificado em todas as áreas, desde das melhores escolas particulares até mesmo no próprio Sistema Judiciário.

Percebeu leitor? Estamos falando do topo da escala financeira e não um bando de pobre coitado que não tem aonde cair morto. Os grandes nomes da Língua Portuguesa do país, como o autor do livro “Preconceito Linguístico” Marcos Bagno, afirmam que a explicação para esses acontecimentos é mais simples do que parece:

  • o completo desinteresse do povo por sua Língua devido a dificuldade que a mesma apresenta; a ausência do hábito da leitura. Por esse e outros motivos, nesse país, a Língua virou arma de manipulação e fator gerador de preconceito.

1. Brasileiro adora dar reconhecimento para quem não merece
Quantas vezes você viu uma homenagem para o Carlos Chagas no horário nobre da TV? Releia a pergunta e substitua “Carlos Chagas” por Pelé e mentalize a resposta. No Brasil, quanto mais você faz pela sociedade, menos reconhecimento você tem dela. Em contrapartida, quanto menos você faz, maior notoriedade tem o seu trabalho. Assim temos cientistas, pesquisadores, juízes, médicos, engenheiros, bombeiros, policiais, professores, entre outros, que dedicam a sua vida em prol de todos e tem reconhecimento zero pela sociedade. Muitos deles sequer recebem um salário justo.

Já quem não faz nada pela sociedade, como atletas – principalmente jogadores de futebol –, artistas, atores, músicos, mulheres de bundas grandes e perfeitas, entre outros que exercem uma “profissão” que não presta qualquer serviço para o bem comum, somente beneficiando aos próprios, além de receber salários altíssimos, são ovacionados pelo público.

Esse hábito não é exclusivamente brasileiro, boa parte dos países ocidentais, em especial aqueles que importam a cultura americana, se comportam dessa maneira. Esse culto as celebridades e o total descaso com quem realmente faz acaba gerando a insatisfação da maior parte das pessoas cultas seja aqui ou em qualquer parte do mundo. Como as pessoas com considerável grau intelectual são minorias, tal comportamento se espalha feito vírus, recebendo o apoio das mídias. Cabe a você e eu, que temos consciência desse tumor, espalhar nossa ideologia e derrubar essa idolatria e admiração aos falsos feitores originada da ignorância humana.

Deixe seu comentário sobre o texto. Porém peço que faça diferente: ao invés de reclamar e falar sobre outros possíveis defeitos dos brasileiros, indique a solução para esses.



Fonte: Ahduvido.com.br


COMPLEMENTANDO O TEXTO, 
RECEBI DE UMA AMIGA PELO FACEBOOK:

Uma lista feita por estrangeiros aponta defeitos dos brasileiros e do Brasil. Logo, a lista circulou e foi criado uma espécie de fórum gringo incorporando mais itens que os gringos odeiam no país.
Finalmente, um americano, casado com uma brasileira, morou em São Paulo por 3 anos, voltou para sua terra natal e fez questão de criar uma lista de 20 motivos pelos quais odeia viver no Brasil.
Resumindo, toda essa atividade de apontar defeitos e falar mal do Brasil gerou essa lista:
1. Os brasileiros não têm consideração com as pessoas fora do seu círculo de amizades e muitas vezes são simplesmente rudes. Por exemplo, um vizinho que toca música alta durante toda a noite… E mesmo se você vá pedir-lhe educadamente para abaixar o volume, ele diz-lhe para você “ir se fud**”. E educação básica? Um simples “desculpe-me”, quando alguém esbarra com tudo em você na rua simplesmente não existe.
2. Os brasileiros são agressivos e oportunistas, e, geralmente, à custa de outras pessoas. É como um “instinto de sobrevivência” em alta velocidade, o tempo todo. O melhor exemplo é o transporte público. Se eles vêem uma maneira de passar por você e furar a fila, eles o farão, mesmo que isso signifique quase matá-lo, e mesmo se eles não estiverem com pressa. Então, por que eles fazem isso? É só porque eles podem, porque eles vêem a oportunidade, por que eles querem ganhar vantagem em tudo. Eles sentem que precisam sempre de tomar tudo o que podem, sempre que possível, independentemente de quem é prejudicado como resultado.
3. Os brasileiros não têm respeito por seu ambiente. Eles despejam grandes cargas de lixo em qualquer lugar e em todos os lugares, e o lixo é inacreditável. As ruas são muito sujas. Os recursos naturais abundantes, como são, estão sendo desperdiçados em uma velocidade surpreendente, com pouco ou nenhum recurso.
4. Brasileiros toleram uma quantidade incrível de corrupção nos negócios e governo. Enquanto todos os governos têm funcionários corruptos, é mais comum e desenfreado no Brasil do que na maioria dos outros países, e ainda assim a população continua a reeleger as mesmas pessoas.
5. As mulheres brasileiras são excessivamente obcecadas com seus corpos e são muito críticas (e competitivas com) as outras.
6. Os brasileiros, principalmente os homens, são altamente propensos a casos extraconjugais. A menos que o homem nunca saia de casa, as chances de que ele tenha uma amante são enormes.
7. Os brasileiros são muito expressivos de suas opiniões negativas a respeito de outras pessoas, com total desrespeito sobre a possibilidade de ferir os sentimentos de alguém.
8. Brasileiros, especialmente as pessoas que realizam serviços, são geralmente malandras, preguiçosas e quase sempre atrasadas.
9. Os brasileiros têm um sistema de classes muito proeminente. Os ricos têm um senso de direito que está além do imaginável. Eles acham que as regras não se aplicam a eles, que eles estão acima do sistema, e são muito arrogantes e insensíveis, especialmente com o próximo.
10. Brasileiros constantemente interrompem o outro para poder falar. Tentar ter uma conversa é como uma competição para ser ouvido, uma competição de gritos.
11. A polícia brasileira é essencialmente inexistente quando se trata de fazer cumprir as leis para proteger a população, como fazer cumprir as leis de trânsito, encontrar e prender os ladrões, etc. Existem Leis, mas ninguém as aplica, o sistema judicial é uma piada e não há normalmente nenhum recurso para o cidadão que é roubado, enganado ou prejudicado. As pessoas vivem com medo e constroem muros em torno de suas casas ou pagam taxas elevadas para viver em comunidades fechadas.
12. Os brasileiros fazem tudo inconveniente e difícil. Nada é simplificado ou concebido com a conveniência do cliente em mente, e os brasileiros têm uma alta tolerância para níveis surpreendentes de burocracia desnecessária e redundante. Brasileiros pagam impostos altos e taxas de importação que fazem tudo, especialmente produtos para o lar, eletrônicos e carros, incrivelmente caros. E para os empresários, seguindo as regras e pagando todos os seus impostos faz com que seja quase impossível de ser rentável. Como resultado, a corrupção e subornos em empresas e governo são comuns.
14. Está quente como o inferno durante nove meses do ano, e ar condicionado nas casas não existe aqui, porque as casas não são construídas para ser herméticamente isoladas ou incluir dutos de ar.
15. A comida pode ser mais fresca, menos processada e, geralmente, mais saudável do que o alimento americano ou europeu, mas é sem graça, repetitivo e muito inconveniente. Alimentos processados, congelados ou prontos no supermercado são poucos, caros e geralmente terríveis.
16. Os brasileiros são super sociais e raramente passam algum tempo sozinho, especialmente nas refeições e fins de semana. Isso não é necessariamente uma má qualidade, mas, pessoalmente, eu odeio isso porque eu gosto do meu espaço e privacidade, mas a expectativa cultural é que você vai assistir (ou pior, convidar amigos e família) para cada refeição e você é criticado por não se comportar “normalmente” se você optar por ficar sozinho.
17. Brasileiros ficam muito perto, emocionalmente e geograficamente, de suas famílias de origem durante toda a vida. Como no #16, isso não é necessariamente uma má qualidade, mas pessoalmente eu odeio porque me deixa desconfortável e afeta meu casamento. Adultos brasileiros nunca “cortam o cordão” emocional e sua família de origem (especialmente as mães) continuam a se envolvido em suas vidas diariamente, nos problemas, decisões, atividades, etc. Como você pode imaginar, este é um item difícil para o cônjuge de outra cultura onde geralmente vivemos em famílias nucleares e temos uma dinâmica diferente com as nossas famílias de origem.
18. Eletricidade e serviços de internet são absurdamente caros e ruins.
19. A qualidade da água é questionável. Os brasileiros bebem, mas não morrem, com certeza, mas com base na total falta de aplicação de leis e a abundância de corrupção, eu não confio no governo que diz que é totalmente seguro e não vai te fazer mal a longo prazo.
20. E, finalmente, os brasileiros só tem um tipo de cerveja (aguada) e realmente é uma porcaria, e claro, cervejas importadas são extremamente caras.
O fórum gringo adicionou estas outras críticas:
21. A maioria dos motoristas de ônibus dirigem como se eles estivessem tentando quebrar o ônibus e todos dentro dele.
22. Calçadas no meu bairro são cobertos com mijo e coco de cães que latem dia e noite.
23. Engarrafamentos de Três horas e meia toda vez que chove .
24. Raramente as coisas são feitas corretamente da primeira vez. Você tem que voltar para o banco, consulado, escritório, mandar e-mail ou telefonar 2-10 vezes para as pessoas a fazerem o seu trabalho.
25. Qualidade do ar muito ruim. O ar muitas vezes cheira a plástico queimado.
26. Ir a Shoppings e restaurantes são as principais atividades. Não há nada pra fazer se você não gastar. Há um parque principal e está horrivelmente lotado.
27. O acabamento das casas é péssimo. Janelas, portas, dobradiças , tubos, energia elétrica, calçadas, são todos construídos com o menor esforço possível.
28. Árvores, postes, telefones, plantas e caixas de lixo são colocados no centro das calçadas, tornando-as intransitáveis.
29. Você paga o triplo para os produtos que vão quebrar dentro de 1-2 anos, talvez ais.
30. Os brasileiros amam estar bem no seu caminho. Eles não dão espaço para você passar.
31. A melhor maneira de inspirar ódio no Brasil? Educadamente recusar-se a comer alimentos oferecidos a você. Não importa o quão válida é a sua razão, este é considerado um pecado imperdoável aos olhos dos brasileiros e eles vão continuar agressivamente incomodando você para comê-lo.
32. As pessoas vão apertar e empurrar você sem pedir desculpas. No transporte público você vai tão apertado que você é incapaz de mover qualquer coisa, além da sua cabeça.
33 . O Brasil é um país de 3° mundo com preços ridiculamente inflacionados para itens de qualidade. Para se ter uma idéia, São Paulo é classificada como a 10ª cidade mais cara do mundo. (New York é a 32ª).
34. A infidelidade galopante. Este não é apenas um estereótipo, tanto quanto eu gostaria que fosse. Homens na sociedade brasileira são condicionados a acreditar que eles são mais ” virís ” por sairem com várias mulheres .
35. Zero respeito aos pedestres. Sim, eles não param para você passar. Na melhor das hipóteses, eles vão buzinar.
36. Quando calçadas estão em construção espera-se que você ande na rua. Alguns motoristas se recusam a fazer o menor desvio a sua presença, acelerando a poucos centímetros de você, mesmo quando a pista ao lado está livre.
37. Nem pense em dizer a alguém quando você estiver viajando para o EUA. Todo mundo vai pedir para você trazer iPods, X-Box, laptops, roupas, itens de mercearia, etc. em sua mala, porque eles são muito caros ou não disponíveis no Brasil.
38. A menos que você goste muito de futebol ou reality shows (ou seja, do Big Brother), não há nada muito o que conversar com os brasileiros em geral. Você pode aprender fluentemente Português, mas no final, a conversa fica muito limitada, muito rapidamente.
39. Tudo é construído para carros e motoristas, mesmo os carros sendo 3x o preço de qualquer outro país. Os ônibus intermunicipais de luxo são eficientes, mas o transporte público é inconveniente, caro e desconfortável para andar. Consequentemente, o tráfego em São Paulo e Rio é hoje considerado um dos piores da Terra (SP, possivelmente, o pior). Mesmo ao meio-dia podem ter engarrafamentos enormes que torna impossível você andar mesmo em um pequeno trajeto limitado, a menos que você tenha uma motocicleta.
40. Todas as cidades brasileiras (com exceção talvez do Rio e o antigo bairro do Pelourinho em Salvador), são feias, cheias de concreto, hiper-modernas e desprovidas de arquitetura, árvores ou charme. A maioria é monótona e completamente idênticas na aparência. Qualquer história colonial ou bela mansão antiga é rapidamente demolida para dar lugar a um estacionamento ou um shopping center.
FONTES: jornalistas H. Aleluia e Wilson Ibiapina