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segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

DOMIGANDO COM MEU AMOR (Eduardo Amaral) 15-01-2023

Estou numa fase fantástica da minha existência. Nunca fui tão amada, feliz e plena. Estou reaprendendo a amar da minha forma natural, sem medos, neuras, sem receitos. Hoje vivo com meu futuro marido, que em breve (maio/23) formalizaremos nossa união casando tanto no civil como no religioso. É um relacionamento que há  muita cumplicidade, reciprocidade, amizade, risos, alegria, paz, temos gostos muito parecidos, ou seja, nos amamos de forma madura, gostosa e bem alegre.

Eduardo é uma bênção que a vida me deu aos 50 anos. Esperei longos anos para voltar a ser feliz. Todos os dias vivemos momentos incríveis que sinceramente já tinha desistido de vivê-los nesta atual existência. Mas a vida tem suas surpresas e me pregou uma linda peça, graças a Deus. E pensar que ele estava tão perto de mim e tão acessível! Bastou eu me dar essa oportunidade quando ele me procurou. Foi lindo nosso começo. Um beijo de despedida na sala do meu trabalho na bochecha (risos). Sim, um simples beijo na bochecha e um olhar alegre (sorrindo) despedindo de mim, como se dissesse até amanhã Roberta, porque voltarei. 

Ele é meu amor e não quero me separar dele até a morte. E para completar a minha felicidade ano passado tudo ao mesmo tempo, veio morar comigo a minha filha por iniciativa dela. A filha que lutei por 20 anos para tê-la ao meu lado. E quando já tinha desistido a vida me presentou com os dois 'Eduard@s....'

Estou tão agradecida a vida, a Deus, aos Espíritos Superiores, uma felicidade sem palavras... só sentimentos (nome deste blog). É uma sensação de lar, aconchego, uma paz gostosa, etc. Viver e conviver, acordar todos os dias com um beijo carinhoso e doce dele é uma sensação que me preenche a alma de uma plenitude... Senhor Deus muito obrigada!!! 

+FELIZ!! Preparando nosso casamento para MAIO 2023 agora sim com o homem certo para minha vida. 

Roberta Carrilho - 16/01/2023 












sexta-feira, 16 de setembro de 2016

HÁ PESSOAS QUE SE AMAM, SIM, MAS NÃO ESTÃO JUNTAS por Marcel Camargo



Não basta amar tão somente, para se ter garantia de que os finais felizes virão. O amor requer cuidados, atenção, entregas e renúncias, o que nem todos estamos dispostos a ofertar. A convivência diária é repleta de armadilhas e de desgastes que se avolumam, embaralhando os sentimentos de quem está mergulhado no compartilhamento de vidas.

Quando nos lançamos ao encontro do outro, teremos que trazer para dentro de nossas vidas tudo o que ele traz, tanto aquilo que nos satisfaz, quanto o que nos desagrada. Não existe nada que o passar do tempo não desmascare, não traga à tona, não torne claro, mesmo que à nossa revelia. Da mesma forma, estamos sujeitos a mudar de opiniões, a mudarmos nosso comportamento, pois assim é a vida. E, nesse contexto, não raro mudamos de forma a desagradar quem estava acostumado com o nosso antigo eu. 

A convivência diária acaba nos obrigando a enfrentar tudo o que somos, o nosso melhor e o nosso pior, uma vez que existem pessoas ali bem perto, que recebem imediatamente os reflexos de nossas atitudes. Porque, quando compomos uma família, já não podemos agir sem que isso se estenda ao parceiro e/ou aos filhos, cujas vidas se ligam às nossas com proximidade e carga emocional intensa. 

Caso não prestemos atenção aos anseios e às necessidades de quem caminha ao nosso lado, por conta da priorização exclusiva do que queremos, sem levar em conta as vidas que nos rodeiam, dormem e acordam ao nosso lado, iremos nos distanciar cada vez mais de nossa família, de corpo e alma. O amor é troca, é ida com volta, é dar e receber, ou seja, não permanecerá onde não encontre contrapartida sincera, retorno de olhares, de toques, de sonhos. 

Por isso é que muitas pessoas se separam, mesmo que ainda se amem. Não deixaram de se amar, mas pararam de prestar atenção nos olhos de quem torcia ali bem juntinho, cessaram o apertar das mãos que se tateavam em vão por entre a escuridão dos lençóis frios, deixaram de construir aqueles sonhos bobos, mas essenciais à continuidade dos passos harmoniosos, dos desejos em comunhão. E assim se perderam de si mesmos e do outro. 

Portanto, é necessário que sejamos mais fortes do que a dureza desarmônica do dia-a-dia e do cotidiano maçante, que muitas vezes assolam nossos sentidos, desconstruindo nossos sonhos e nos desviando de nossa busca pela felicidade junto de alguém, inclusive de alguém que já está ali do nosso lado, pronto para lutar junto, sonhar junto, crescer junto. Triste não podermos caminhar de mãos dadas com quem amamos, mas ainda mais desolador é ver o amor de nossas vidas se afastando por conta de tudo o que deixamos de ser e de fazer – mas poderíamos, mas deveríamos…