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domingo, 11 de julho de 2021

SEXO ANAL, O ÚLTIMO TABU DO HOMEM HÉTERO


Eu sei que todos nós somos bissexuais de alguma ou de muitas formas, seja biologicamente ou por atração ou curiosidade. Tabus, preconceitos, medos, receios, recalques, e tudo mais que trava sua essência é perda de tempo e vida (plena). O importante numa relação a dois ou três num poliamor por exemplo estejam presentes: a reciprocidade, respeito, atenção, lealdade e amor. Com esses fatores  além da atração e admiração só sei que tudo vale a pena quando a alma não for pequena. Não vejo mal algum em viver e ser feliz desde que não machuque os sentimentos de outrem. O corpo é um instrumento de vida e vida significa também sexo de boa qualidade e criatividade.
Roberta Carrilho
Não cabe dúvida de que o ânus é uma zona erógena com uma enorme carga simbólica, cultural e social. Durante muito tempo foi o anticoncepcional mais seguro e a única maneira que as mulheres tinham de chegar virgens ao casamento, embora não inexperientes. Talvez por isso, entregar o traseiro era sinônimo de lascívia e entranhava também um grau importante de submissão.

Na Grécia e Roma antigas, como conta Valérie Tasso em um artigo a respeito, “não existia nenhum impedimento pelo qual essa zona não pudesse ser utilizada por um homem para o prazer, independentemente de que fosse o ânus de uma mulher ou o de outro homem. Só havia uma regra de ouro que nenhum homem que se prezasse podia violar: devia ser sempre o agente ativo, e nunca um mero sujeito passivo (isso era coisa de mulheres, escravos ou efebos).

Há alguns anos, começou a falar-se do bud sex (bud nesse contexto significa colega ou amigo). Homens héteros que mantêm relações homossexuais, mas que não se consideram gays. Além disso, muitos exibem também condutas um tanto homofóbicas.

Em 2017, um sociólogo da Universidade do Oregon, Tony Silva, dedicou-se a estudar este fenômeno, que ocorria geralmente entre homens brancos que viviam num meio rural, nos EUA. Silva, a quem entrevistei para um artigo, relacionava esta prática aos múltiplos fatores que afetam a identidade sexual, como a cultura, o contexto social, o lugar, o momento histórico e as interpretações pessoais. “De fato”, dizia este sociólogo, “as identidades sexuais, tal como as conhecemos hoje em dia (héteros, gays, lésbicas, bissexuais etc.), só foram classificadas entre meados e o final do século XIX, e a forma de entendê-las não é a mesma em todo o mundo. Mas não só isso: como se viu no estudo, pessoas com a mesma cultura podem ter práticas sexuais similares, mas interpretá-las de formas distintas, dependendo do conceito que tenham da sua própria sexualidade”.

Para Silva o termo bud sex poderia ser aplicado àquelas relações que seus participantes interpretam como ajudar um amigo (em que está ausente o fator romântico), entre homens brancos e heterossexuais, ou secretamente bissexuais. São encontros secretos, sem consequências e sem associação nenhuma a ideias como feminilidade ou homossexualidade.

Nesta evolução da conduta sexual, alguns homens cogitam agora explorar, na própria carne, o prazer que o sexo anal pode lhes proporcionar com suas parceiras. “Mas fazem isso muito timidamente e procurando sempre uma permissão profissional ou social”, observa Raúl González Castellanos, sexólogo, psicopedagogo e codiretor do Ars Amandi, centro de terapias sexológicas e psicológicas em Madri.

“O beijo negro ou anilingus [estimulação oral do ânus], praticado por sua parceira, é algo mais fácil de aceitar para um hétero, mas o fato de ser penetrado já é outro assunto”, diz González Castellanos. Serena, massagista erótica que trabalha em Madri e se anuncia na Internet, reconhece que muitos homens lhe pedem o extra do pegging (penetração anal com um dildo e um arnês). 

“São heterossexuais, mas querem provar esta prática ou já a provaram e acham muito excitante. Entretanto, não se atrevem a pedir às suas mulheres ou parceiras, por medo da sua reação”, conta Serena.
Anos atrás, guardei um recorte do EL PAÍS sobre um espetáculo — um monólogo que a atriz Isabelle Stoffel apresentou na capital espanhola e no Festival do Edimburgo, lá por 2013. A obra se chamava A Rendição, falava de sexo anal, e Stoffel argumentava teorias como estas: 

“No cu, a verdade sempre vem à luz. Um pau num cu é como a agulha de um detector de mentiras. O cu não mente: se ele mente, dói em você”. Ou esta outra: “Na sodomia, confiança é tudo. Se você resistir, podem te machucar de verdade. Com esta prática aprendi muito, mas sobretudo aprendi a me render”.

O ponto G masculino

“A zona localizada entre os testículos e o ânus (incluindo também este) é uma zona muito sensível”, diz Marta Jesús Camuñas, sexóloga e psicóloga da Amaltea, centro de educação e medicina sexual em Zaragoza. Aí fica o períneo e muitos localizam o ponto G masculino, no interior do reto, a 4 ou 6 centímetros de profundidade. “É uma zona em contato com a próstata, que alguns homens relacionam com uma sensação muito prazerosa. Embora, como ocorre no sexo, o prazer dependa de muitos fatores, além do fisiológico. Há a situação e a companhia com confiança e entrega sem medos ou receios de qualquer críticas ou censuras que influenciam poderosamente no desejo”, afirma a especialista.

Os benefícios da massagem prostática é outro dos argumentos que os curiosos ou os amantes desta prática esgrimem. “Qualquer parte do corpo que receba uma estimulação correta será beneficiada”, comenta González Castellanos, “mas ainda se sabe pouco a respeito, embora já tenha ficado demonstrado que a ejaculação frequente não é boa apenas para a espermatogênese [produção de espermatozoides], mas também para adiar os problemas de próstata, apesar de antigamente dizerem que estes transtornos eram o castigo divino aos homens promíscuos. Levar a zona anal em conta também pode ser uma opção sexual a mais para homens que, por determinadas circunstâncias, não tenham ereções”, conclui o sexólogo.

Para os que estiverem dispostos a explorar a porta de trás, sem medo das etiquetas ou preconceitos, González aconselha que “seja algo combinado entre as partes e que haja um mínimo ingrediente de curiosidade e desejo. É preciso também reforçar a higiene e ir muito devagar, já que a musculatura do esfíncter anal é concêntrica e será preciso dilatá-la pouco a pouco”. As lojas de brinquedos eróticos já dispõem de pequenos dildos e de lubrificantes especialmente desenvolvidos para essa área delicada. A zona da verdade, como a chamava Stoffel.

Relembrando a primeira vez que eu assisti o filme "Brokeback Mountain" eu fiquei pensativa e muito interessada nos sentimentos ali expostos. Eu não vi mal algum na narrativa e mesmo com um pouco mais de 30 anos. Penso que minha alma sempre foi assim, evoluída, progressista, livre de tabus. E eu tenho muito orgulho desta parte de mim.

Pra quem não sabe, um resumo básico da trama: dois vaqueiros, Ennis Del Mar (um impressionante Heath Ledger e Jack Twist (um ainda superior Jake Gyllenhaal, que se entrega com uma intensidade singular) são mandados para a Montanha Brokeback para uma temporada cuidando de um rebanho de ovelhas. Ambos nos seus vinte e poucos anos, começando a vida adulta, acabam se apaixonam um pelo outro. A relação, a princípio meramente sexual, logo se transforma em carinho, solidariedade e amor.

Porém estamos nos anos 60 do século passado, e o local é o interior do estado de Wyoming, região e tempo marcado pelo conservadorismo. O que significa que a vida não seria nada fácil para um casal homossexual. Por isso os dois se afastam quando o trabalho termina, indo cada um para um lado com a intenção de construir uma vida “normal”: com esposa, filhos, trabalho, muito tédio e insatisfação. 

Ambos tentam manter submersos os verdadeiros sentimentos que permeiam suas vidas, mas não são bem-sucedidos. Após alguns anos, o destino trata de colocá-los novamente lado a lado, para juntos construírem uma história tão íntima quanto universal.

Esta deve ser a primeira ideia a se ter a respeito de O Segredo de Brokeback Mountain: este não é um filme gay, simplesmente. Seu contexto é muito mais amplo e complexo. Trata-se um romance proibido, acima de tudo, com tudo de bom e triste que esta expressão possa compreender. 

São duas pessoas apaixonadas uma pela outra e que pela condição em que se encontram se vêem impossibilitadas de ficarem juntas. Poderia ser uma questão racial, de idade, religiosa ou familiar, como tantas outras ocasiões o cinema tão bem tratou de mostrar no passado. Mas não, o foco desta vez é o sexo – no caso dois homens, completamente entregues um ao outro, no amor, na raiva, no sentimento de injustiça e na sensação de não saber qual o melhor rumo tomar. Não que eles não tentem – todos sempre tentam – mas o mundo lá fora é mais forte, ao menos na maior parte do tempo.


Tinha tudo para dar errado. O diretor poderia não ter a sensibilidade suficiente para lidar com o drama que tinha em mãos. O roteiro – baseado no texto de Annie Proulx – poderia abusar da ocasião e explorar outros ângulos mais rasos e menos nobres. 

Os atores envolvidos talvez não fossem dignos da tarefa a qual foram incumbidos, dotados dos mesmos receios que os personagens vivenciam na ficção. Ou, pior ainda, talvez o próprio mundo – a sociedade, a mídia, a indústria cultural – não estivesse pronto para se deparar com algo aparentemente tão explosivo e polêmico.

Felizmente, no entanto, nenhuma destas percepções se confirmou. E o que vemos é um filme romântico, sim, mas que trata de temas identificáveis por qualquer audiência, não importando o sexo, a idade, o credo ou a ideologia do espectador. O necessário, aqui, é se despir de preconceitos e julgamentos cegos e se deixar abrir para uma realidade que nada tem de estranha ou exótica – muito pelo contrário, é, sim, basicamente, comum a mim, a você e a qualquer um de nós. A mensagem de O Segredo de Brokeback Mountain é o puro e verdadeiro amor, contado com extrema competência por todos os envolvidos, assumido com coragem pelos talentos responsáveis e entregue com paixão à vida.

link do filme completo - adoro cinema 




domingo, 10 de novembro de 2019

COMO SABER SE CHEGOU A HORA DE PROPOR O SEXO A TRÊS? por Sílvia C. Carpallo do Jornal El Pais



Deve ser muito interessante quando o relacionamento é maduro e consciente do que quer. Eu acho normal e muito excitante estas variações dentro de um relacionamento pleno.  






Há quem fique excitado com as características físicas de alguém que uma outra pessoa acharia sem graça, os homens que se derretem diante de uma mulher com cinta-liga, os que chegam ao ápice no sexo se entregando ao prazer em uma série de lugares cuidadosamente selecionados... Existem opções para todos os gostos. Mas se tem uma fantasia sexual que se repete vez ou outra no cinema, nas revistas e nas mentes de incontáveis pessoas é a do ménage à trois.

Não é uma moda nem um produto publicitário, nem sequer algo novo. O sexo em grupo existe desde o início da humanidade. No entanto, hoje ainda parece algo totalmente fora do comum: uma pesquisa feita pela rede norte-americana ABC revelou que 21% dos entrevistados haviam fantasiado sobre um ménage, mas apenas 14% o tinham concretizado. Na Espanha, o estudo Realidade vs. Ficção, da Bijoux Indiscrets, encontrou grande disparidade entre os sexos. No total, 18,7% dos homens admitiram ter feito sexo a três; e apenas 5,6% das mulheres disseram ter estado num ménage.

A sexóloga Ximena González diz que a tendência é pensarmos que a prática "pode atrair mais a atenção dos homens do que das mulheres", levando em consideração a influência de fatores como a pornografia ou a diferença entre propor um triângulo com dois homens ou com duas mulheres. A especialista encontra em seu consultório pessoas que pensam em propor essa ideia a seus parceiros em algum momento, "para sair da rotina e, como consequência, fortalecer o relacionamento". 

Isso é possível? O que é preciso levar em conta para que o casal continue funcionando depois?

Seja uma desconhecida, amiga do casal ou profissional, a terceira pessoa não é um brinquedo e também precisa participar de uma conversa esclarecedora antes do ato. Mesmo que você não saiba o nome dela, deve saber seus limites e vontades para que vocês alinhem seus interesses.

Invista em um lugar confortável

O lugar da ação também tem que ser escolhido previamente, porque precisa ser confortável e deixar todos à vontade. 
  1. Vai acontecer na casa de algum de vocês? 
  2. Vão para um motel? 
  3. Qual? 
Façam essas perguntas durante o planejamento para que tudo dê certo. Quanto mais coisas forem decididas com antecedência, mais excitante vai ficando a ideia.

Faça listas

Inclua na conversa uma lista de coisas que vocês podem e não podem fazer na hora do ménage. Assim, os limites ficam mais claros e não há risco de alguém estragar a experiência tentando um movimento que incomode o outro.

As vontades também ficam expostas e há menos chances de alguém deixar um desejo passar por receio de pedir no calor do momento.

Safeword: segurança sempre!

Ok, não estamos falando de BDSM ou relações sexuais que oferecem reais riscos à integridade física dos participantes, mas segurança nunca é demais. Por isso, combinem uma Safeword, uma palavra de emergência que deve ser acionada se alguém se sentir desconfortável ou, no caso, deixado de lado. Mesmo que tudo tenha sido discutido previamente, o sexo pode fugir do controle – e isso não é ruim, muito pelo contrário, é o que faz dele maravilhoso.

Então o principal segredo do ménage bem-sucedido é a conversa e as preparações, assim, quando chegar a hora, você deixa sua mente livre de preocupações e só sobra espaço para aproveitar o momento.


Prós e contras

Como a sexóloga Gabriela lembra, o ménage tem tudo pra dar certo quando o casal está disposto, já conversou sobre isso várias vezes e os dois estão certos que se excitam com a prática. O mesmo vale para o contrário, se um dos dois não está totalmente à vontade com a ideia ou um quer fazer apenas para agradar o outro, a chance de dar errado é grande! Para guiar você, fizemos uma listinha de prós e contras para ser levada em consideração nas suas conversas sobre o assunto.

Prós
  1. Como toda experiência sexual bem acordada, aumenta a confiança do casal (mas atenção: nunca faça um ménage na tentativa de salvar um relacionamento).
  2. Amplia seus horizontes em relação a sexo. Nós nunca sabemos tudo sobre nossas vontades, sair da zona de conforto ajuda a (re)descobri-las.
  3. Melhora a autoestima, afinal, você pode dar prazer a duas pessoas ao mesmo tempo!
Contras
  1. Se não for bem conversado, “pode acontecer um trauma sexual e prejudicar a vida íntima do casal daquele dia em diante”, explica Gabriela.
  2. Há o risco de a terceira pessoa ter um desempenho sexual melhor que o seu, um problema para pessoas inseguras.
  3. Quando feito por pressão, refletirá negativamente no seu relacionamento e poderá deprimir uma das partes.

Colocaram todos os pingos nos is? É só partir para a ação! Não deu certo? Tente novamente! As escolhas são todas suas, faça as adaptações que precisar. Ah, claro, não se esqueçam de comprar muitas e muitas camisinhas.


A importância de distinguir o desejo da fantasia
"O triângulo, como fantasia, tem o poder de alterar algo tão socialmente estabelecido como o conceito de casal. Parece que tudo visa, inclusive o erótico, a ser sempre duas pessoas, de modo que um trio se torna uma aparente transgressão do normativo oficial", diz o sexólogo Iván Rotella.

Desse modo, é fácil que, em nosso imaginário, naquilo que usamos para nos excitar sozinhos ou no casal, essa ideia venha à cabeça como uma maneira de buscar exatamente essa libertação ou aumentar o tesão. Mas é importante distinguir as fantasias que nos ajudam a nos excitar do que realmente queremos levar adiante.

"A fantasia é grátis para todas as pessoas, podemos fantasiar sobre o que quisermos, fora de legalidades, 'normalidades', lógicas sociais... Mas a fantasia não tem a ver com a realidade, e esse é o seu poder, que você pode deixar seguir até os limites que desejar. Já o desejo é um impulso que nos leva a realizar algo que nos acende e nos provoca. O desejo tem sua excitação e seu interesse em alcançá-la, e é um objetivo para alimentar nosso erotismo", explica o especialista.

Ximena González observa que o impulso de transferir um desejo para a vida real costuma ser por duas razões:
"Geralmente é por diversão ou pelo simples fato de experimentar algo novo no relacionamento de casal ou sensações diferentes, se a pessoa estiver sozinha”.
Antes de falar, pense nas consequências
Ok, estamos nesse percentual de pessoas que querem fazer um ménage, temos claro que não é só uma fantasia, mas algo que realmente queremos experimentar. Como abordamos a questão com o parceiro? E se é o nosso companheiro que levanta a questão, como encarar a ideia?

"Falar sobre sexo em casal deveria ser um dos temas mais comuns e recorrentes, entendendo que falar sobre sexo não é só falar do que fazemos, mas sobretudo falar do que somos", insiste Iván Rotella. Ainda assim, uma coisa é falar sobre práticas sexuais que gostaríamos de tentar entre nós e outra é abordar aquelas que envolvem a inclusão de outra pessoa. Nesse sentido, Ximena González insiste em que "é preciso levar em conta a segurança e a confiança em nós mesmos e em nosso parceiro".

Para atender a esse desejo, precisamos abrir a porta para uma conversa, dar tempo para a outra pessoa assimilar a proposta e, entre os dois, ser capazes de fazer uma lista de prós e contras. De novo, é importante distinguir a realidade da imaginação. Nesse momento, o ideal, segundo Rotella, é "compartilhar medos, dúvidas e preocupações", e que, quando tivermos tudo isso claro, tomemos uma decisão, a favor ou contra, juntos. 

"É muito importante que exista realmente um consenso e que o acordo seja mútuo, não inspirado unicamente em uma das duas pessoas. Se a outra pessoa não concordar ou não estiver convencida, pode ser um desastre."

Teste para o candidato perfeito

Quando um casal decide dar o passo, ainda é preciso tomar algumas precauções antes de passar à ação. Lembre-se de que as ideias que temos de um ménage costumam estar baseadas em filmes, livros e outras fontes que correspondem a histórias de ficção. Podem ter muito pouco a ver com a realidade de nos depararmos com uma pessoa a mais na cama.

É importante levar em consideração todas as situações que podem ocorrer quando chegar a hora, como um dos dois, ou os dois, se sentirem desconfortáveis, ou não saberem como agir e precisarem da condução do outro para seguir adiante. 

"Devemos estar conscientes de que nosso parceiro pode sentir muito prazer com nossas carícias e também com as carícias de outra pessoa", alerta Rotella; mas, para não nos bloquearmos, o sexólogo aconselha “ver isso como um jogo, como uma experiência para ser compartilhada e que pode até nos unir mais".

  1. Também é necessário discutir os aspectos mais práticos. É permitido beijar a outra pessoa? 
  2. Podemos transar entre todos ou existem certos limites? 
  3. A pessoa que queremos que participe será homem ou mulher? 
  4. Melhor alguém conhecido ou um total desconhecido? 

"Aqui cada pessoa e cada casal é um mundo, claro, mas geralmente é importante não escolher alguém que tenha tido um relacionamento amoroso importante com um dos dois, para não suscitar dúvidas", propõe Rotella, em primeiro lugar.

Com relação à dinâmica a ser adotada quando se chega ao ponto, o sexólogo esclarece que "é importante que a distribuição do tempo entre as três pessoas seja equitativa e que o interesse demonstrado também seja igual. Não façamos comparações. Sejamos conscientes de que cada pessoa tem sua forma de sentir e fazer sentir, e que todos os corpos são diferentes. Não são melhores nem piores, são apenas diferentes, e todos têm a capacidade de dar prazer ", diz ele.

Ximena González esclarece que, embora tenhamos discutido a questão e feito um exercício pessoal e de casal, pode ser que na hora não nos sintamos tão preparados quanto pensávamos. 

"Se a qualquer momento um dos dois não estiver confortável, o encontro tem que ser interrompido, não importa o que for, porque recordemos que da fantasia à realidade existe uma ponte bastante grande e, durante o caminho, podemos tropeçar em situações que não nos agradam. Estamos no nosso direito de mudar de ideia e não continuar, já que a motivação principal de fazer um ménage é a de ter um bom momento e desfrutar de um sexo prazeroso."

complementando com uma matéria da BBC 

As reflexões de um especialista em sexo: ‘Somos monogâmicos porque somos pobres’



Irene Hernández Velasco


As visões sobre sexo do espanhol Manuel Lucas Matheu, de 69 anos, contrariam - e muito - o senso comum. Presidente da Sociedade Espanhola de Intervenção em Sexologia e membro da Academia Internacional de Sexologia Médica, ele argumenta que os seres humanos não são predispostos à monogamia. Se a praticamos, é por um único motivo: somos pobres.

O sexólogo apresenta outras visões marcantes. Diz, por exemplo, que o verdadeiro órgão sexual dos seres humanos é a pele.
A BBC News Mundo, o serviço espanhol da BBC, entrevistou Matheu, considerado um dos maiores especialistas em sexualidade.


Leia abaixo e entrevista completa.


BBC News Mundo - Woody Allen dizia: "Há duas coisas muito importantes na vida, uma é sexo e da outra não me lembro". Sexo é, de fato, tão fundamental?
Manuel Matheu - Sexo é importantíssimo, muito mais importante do que pensa a maioria das pessoas, as instituições e a sociedade em geral. O sexo determina em grande medida a nossa qualidade de vida e é a origem de vários comportamentos.

BBC News Mundo - O senhor, por exemplo, defende que as sociedades mais pacíficas, com menos conflitos, são aquelas que vivem a sexualidade de maneira mais livre, desinibida...
Matheu - Não sou eu quem diz, é um estudo que fiz, em que analisei 66 culturas diferentes, algumas com pesquisa de campo.

Estive, por exemplo, nas Ilhas Carolinas, na Micronésia. E a conclusão desse estudo é que as sociedades mais pacíficas são aquelas onde a moralidade sexual é mais flexível e onde o feminino tem um papel preponderante.


Em contrate, as sociedades reprimidas e nas quais as mulheres têm papel secundário, como as sociedades ocidentalizadas em que vivemos, são mais agressivas.





Matheu pesquisou 66 culturas diferentes e descobriu que as sociedades com moralidade sexual mais flexível são menos agressivas

BBC News Mundo - Para entender do que estamos falando, o senhor poderia nos dar um exemplo de sociedade sem repressão sexual e onde o feminino é muito valorizado?
Matheu - Os chuukies, uma sociedade que estive estudando por quatro meses nas Ilhas Carolinas, na Micronésia. Trata-se de uma sociedade em que todos os bens são herdados através da linha materna. Ou seja, a mãe é quem determina o poder econômico.

Ao contrário do que ocorre na sociedade ocidental, em que se dá uma enorme importância ao tamanho do pênis, ali o que importa é o tamanho dos lábios menores da genitália das mulheres. Enquanto no Ocidente a menstruação era considerada algo impuro, lá ela é considera vantajosa e é empregada até para fins medicinais.

Além disso, a mulher é a voz mais forte nas relações sexuais. É ela a responsável pelos encontros sexuais. Os homens se aproximam engatinhando nas cabanas das mulheres, solteiras e casadas, e introduzem nas cabanas pedaços de pau talhados que permite à mulher identificar quem é cada um deles.

Se a mulher quiser ter relações sexuais naquela noite, ela retém na cabana o talo correspondente ao homem que lhe interessou. Isso significa que ele está autorizado a entrar na cabana. É assim todas as noites.

Ali não existe ciúme, nem o conceito tradicional de fidelidade. A moralidade sexual é muito mais flexível que aqui. Ao mesmo tempo, essa é uma sociedade muito pacífica, enquanto a sociedade ocidental é muito agressiva.

BBC News Mundo - Então a monogamia não é algo intrínseco ao ser humano, algo que faz parte da sua natureza?

Matheu - Não, não é. A monogamia não é uma característica do ser humano de forma alguma.
Basta olhar o atlas etnográfico de Murdock, que analisou mais de 800 sociedades e mostrou que 80% delas não são monogâmicas. Elas são poligínicas (um homem com várias parceiras) ou poliândricas (uma mulher com vários parceiros).

BBC News Mundo - E por que o Ocidente adotou a monogamia?
Matheu - As espécies animais que são monogâmicas são aquelas que não têm tempo nem recursos suficientes para poder se dedicar a cortejar.

É o caso das cegonhas, que são monogâmicas porque têm que empregar muita energia todos anos às longas migrações que realizam. E os animais que vivem em locais onde é mais difícil encontrar alimento tendem a ser mais monogâmicos.

BBC News Mundo - Quer dizer que a monogamia está relacionada à economia?
Matheu - Exatamente. Nós somos monogâmicos porque somos pobres. É só observar nossa sociedade para compreender: os ricos não são monogâmicos, na melhor das hipóteses são monogâmicos sequenciais - ao longo da vida têm vários parceiros consecutivamente, um atrás do outro.

Os que não são ricos não podem ser monogâmicos sequenciais, porque se divorciar ou separar causa um enorme dano econômico. E a poligamia (ter vários parceiros sexuais ao mesmo tempo) também é muito cara.

BBC News Mundo - Se as sociedades com maior liberdade sexual são mais pacíficas, a nível individual as pessoas agressivas podem agir assim por terem problemas com sexo? É razoável pensar que muitos ditadores são pessoas reprimidas sexualmente?
Matheu - Bem, Hitler, Franco e outros ditadores tinham problemas de autoestima e problemas sexuais importantes.

Acredito que as pessoas que se dedicam a acumular riqueza ou poder de maneira compulsiva sofrem o que chamo de "erótica do poder", compensam a sua falta de satisfação sexual com isso (poder).






BBC News Mundo - Qual a sua opinião sobre o presidente americano Donald Trump, que é protagonista de vários escândalos de natureza sexual?
Matheu - Para mim, Donald Trump parece acima de tudo um desequilibrado mental, mas também aparenta ter problemas sexuais.

Todos os escândalos sexuais que protagonizou, a meu ver, denotam que sua autoestima é baixa. As pessoas de autoestima alta são, em geral, pacíficas e tranquilas, não se vendem como galos de briga. É difícil provocá-las. Elas não têm muita variação de humor e sua forma de amar é pouco possessiva.

As pessoas com problema de autoestima podem reagir de maneiras diferentes: fechando-se em si mesmas, numa timidez incapacitante, ou fazendo uso de um comportamento grosseiro e desafiante, como é o caso de Trump e de outros políticos.

BBC News Mundo - O orgasmo é superestimado e mitificado?
Matheu - Com certeza. O psicanalista Wilhem Reich dizia que reprimimos a libido não apenas de maneira quantitativa, mas também qualitativa. A sociedade burguesa capitalista, ele dizia, concentrou a sexualidade nos órgãos genitais para que o resto do corpo pudesse focar em produzir para o sistema.

Não sei se é isso mesmo, mas é sim verdade que há muito tempo começamos a concentrar nossa sexualidade nos genitais e nos esquecemos, com o tempo, da pele. Os seres humanos têm a pele mais sensível de todos os mamíferos, mas a aproveitamos muito pouco na nossa cultura.

Hoje em dia, nos acariciamos muito pouco. As famílias se dedicam a acariciar cachorro e gato, mas não se acariciam.

BBC News Mundo - A pele seria o ponto G?
Matheu - Isso, a pele é o verdadeiro ponto G, o grande ponto sexual do ser humano. E, além de tudo, a pele funciona do nascimento à morte. Mesmo que tenhamos uma doença terminal, a pele segue funcionando.

Quando alguém nos abraça de verdade, soltamos uma enorme quantidade de endorfina. É nisso que se baseia grande parte da nossa sexualidade.

O problema é que convertemos a sexualidade numa atividade de ginástica, na qual o homem primeiro tem que ter uma ereção, depois tem que mantê-la a todo custo para não ejacular antes do tempo. Isso acontece porque consideramos que o homem, com seu pênis, é um mago com uma varinha mágica que consegue dar prazer à mulher. E, por fim, a mulher tem que ter um orgasmo.

No entanto, 60% das mulheres da nossa cultura ocidental já simularam um orgasmo em algum momento da vida.

E, quando as perguntamos por que fizeram isso, a resposta costuma ser: "para que o outro ficasse satisfeito" ou "porque assim o outro me deixaria em paz".






O sexólogo alerta que os seres humanos têm negligenciado a pele como 'órgão sexual'

Tanto os homens quanto as mulheres fizeram da sexualidade um exercício físico e mental, quando a sexualidade é se fundir, sentir um ao outro, sentir-se embaixo da pele do outro, como dizia Frank Sinatra.

BBC News Mundo - Vivemos em um mundo em que a pornografia está ao alcance de todos, em que adolescentes crescem vendo pornografia. Que efeito isso tem nas relações sexuais?
Matheu - O problema da pornografia não é mostrar os atos sexuais explícitos. Nesse sentido, me parecem mais perigosos os programas de televisão que fazem pornografia da intimidade, a calúnia, a fofoca, ou alguns filmes violentos.

O problema da pornografia é que é uma pornografia absolutamente "genitalizada", que reforça a ideia de sexo como ginástica.

Eu não acho que a pornografia deva desaparecer, mas sim mudar. Deve deixar de ser aquela pornografia tediosa do mete e tira, para se converter numa pornografia de pele.




Fontes: 
As reflexões de um especialista em sexo: ‘Somos monogâmicos porque somos pobres’





Leia também: 


domingo, 17 de fevereiro de 2019

CONSELHOS DE PUTA VELHA por Ísis Toth





1. Não se esforce demais
O lingerie de seda, o perfume importado e o jantarzinho a luz de velas com vinho caro é para quem merece. Algumas mulheres têm mania de pegar um ficante que encontrou há a uma semana na balada, levar pra casa e tratar como um rei. Tratamento vip é para namorado firme e marido, se merecerem. Porte-se como uma joia rara e como tal não se doe facilmente para o primeiro que aparecer, não importa o nível da sua carência, seja valiosa.

2. Pare de ser tão boazinha
Abrir mão do que gosta, mudar o jeito de ser, deixar de se divertir, só porque começou um relacionamento e está apaixonada? Homem gosta de mulher com vida própria, orbitar em volta dele é receita certa para o fracasso, ele pode momentaneamente demonstrar que gosta deste estilo, mas logo se cansa. No fim você perde o namorado e os amigos. Sem contar que ele não vai abrir mão de assistir futebol para ficar com você. Use o mesmo critério para lidar com ele e no fim ele estará te acompanhando em tudo, feliz da vida, afinal é muito bom estar ao lado de pessoas que tem vida.

3. Pare com os joguinhos
Os casais perdem a oportunidade de se conhecer de verdade e sem máscaras. Está manjado demais transar só no terceiro encontro, não responder a mensagem antes de 60 minutos, só atender o telefone no quinto toque, fazer ciúmes sem necessidade e fingir que não dá a mínima. Encontrar o equilíbrio entre ser disponível demais e ser inacessível está difícil. Ninguém mais demonstra interesse e tesão pelo outro de forma saudável. Nunca sabemos se o outro não liga no dia seguinte porque não está interessado ou porque está se fazendo de difícil para valorizar o passe. Ter tato para não perder a dignidade e saber a hora de bater em retirada é importante, mas um pouco de transparência e sinceridade não faz mal a ninguém. Se for fazer joguinho, seja inteligente, crie novos truques, pois alguns já estão batidos demais.

4. Jamais se rebaixe
Não importa qual foi a traição, a culpa é do seu parceiro e não da “vagabunda” que ele comeu, a não ser que ela tenha colocado um revolver na cabeça dele. Essa história de mulher bater na amante é ridícula. Nenhum homem é digno de escândalos e manifestações públicas de ciúmes, isso inclui as indiretas nas redes sociais. Mesmo que tiver chorando lágrimas de sangue, fique em cima do salto, ninguém precisa saber da sua condição miserável, não dê esse gostinho para as inimigas e para algumas amigas falsas e invejosas. Aprenda, para algumas pessoas só contamos as vitórias!

5. Seja você mesma
A performance do filme pornô de quinta categoria não precisa necessariamente ir para sua cama, nada mais patético que a mulherada que finge orgasmo e ainda quer contar vantagem “ pras amiga”. Sem contar que se a coisa for forçada demais o homem percebe. Já ouvi depoimentos de caras que simplesmente brocharam em situações assim. Nada contra quem gosta do estilo e faz porque realmente gosta e está com vontade, mas tudo que é falso e feito somente para tentar impressionar o outro pode gerar efeito contrário.

6. A diferença entre ser feminina e mulherzinha
Homem quer ser homem, o chefe da casa. Suba na cadeira e chame o gato pra matar a barata, peça-o para abrir a conserva de azeitona e trocar a resistência do chuveiro (essa é uma lição que ainda não aprendi). Quando o macho alfa terminar, não esqueça de agradecer e elogiar tanta virilidade Não importa se você é presidente de uma multinacional e ganha cinco vezes mais que ele, seu parceiro vai adorar uma mulher feminina que o valorize enquanto homem e que o faça sentir-se útil (isso se ele merecer). A mulherzinha olha a marca do carro, dá golpe dá barriga e é manipuladora, faz escândalo por qualquer coisa, quebra as finanças do parceiro, requer atenção total, mas é afetivamente mesquinha, só recebe. Mulherzinha, ai que preguiça! Para os leitores que levam tudo ao pé da letra, é claro que esse é um exemplo, existem infinitas possibilidades para valorizar um homem, e não podemos limitá-los apenas a matadores de baratas e abridores de conservas.

7. Escolha bem seu parceiro use a razão não só o coração
A mulherada lutou e luta tanto por igualdade, mas hoje tem jornada dupla e até tripla para dar conta da vida profissional, casa, filhos e marido. Queria saber onde está a igualdade nisso, pois enquanto a mulher se desdobra, muitos maridos estão no sofá assistindo tv ou no bar com os amigos. Quando for se relacionar com alguém, antes de se envolver loucamente em um amor de pica sem fim, preste muita atenção na sogra, veja como ela trata os filhos. Dá tudo na mão, recolhe os sapatos e meias sujas pela casa, faz o pratinho de comida com o feijão em cima, lava as cuecas, defende cada um até a morte mesmo que estejam errados? Se for esse o caso, AMIGA CORRAAAAA! Caso contrário, você será uma forte candidata a Amélia emancipada.

8. O borogodó – Magnetismo pessoal e amor próprio vale mais que um corpo sarado. 
A mulherada está caprichando tanto no treino, na lipoaspiração e no silicone, mas o número de fracassos amorosos não diminui. Outra ala se sente gorda demais e sem autoconfiança para atrair o sexo oposto, mas também não faz nada para mudar. Existem mulheres que aparentemente não possuem nada de especial, podem até ser “feias”, porém, por alguma razão os homens caem aos seus pés. Esse magnetismo em algumas mulheres vem de onde? O que elas têm é independência emocional, se apoiam sozinhas, se bastam, tem outras metas além de agarrar um homem, estudam, trabalham, viajam e são felizes sozinhas ou acompanhadas. Não vivem carentes chorando pelos cantos, não são cheias de mágoas, não pegaram ódio dos homens por conta de decepções do passado. Aconteça o que acontecer, essas mulheres estão sempre de cabeça erguida e tem uma vida que não se limita apenas em se arrumar para encontrar um macho.

9. Seja uma puta entre quatro paredes e o que quiser na sociedade
Afinal o que é ser uma dama na sociedade? A Amélia emancipada devotada à família, a esposa renegada que trabalha que nem camela para dividir com o marido as contas de casa? Tem algo mais irritante que estereótipos do que é ser uma boa mãe e esposa? E a quantidade de cobranças que recebemos quando não atendemos esse modelo? E essa mulher resignada e atarefada, consegue ser o mulherão que os homens adoram entre quatro paredes? Claro que não! Conheço casais que nunca conversaram sobre suas preferências e fantasias sexuais. Tudo bem que não é fácil manter o tesão a todo vapor 100% do tempo, mas quanto vale o seu relacionamento? Será que ele não merece um pouco mais de investimento? Nem é tão difícil assim satisfazer um homem, faça bem feito, faça com gosto, mostre que ele é desejado (se ele merecer) nem precisa se pendurar no lustre e saber todas as posições do kama sutra, basta tirar algumas horas para dedicar exclusivamente a ele, com amor, carinho e uma pitada de sacanagem, por que não? Por ele sim vale investir no jantarzinho a luz de velas, no lingerie de renda e no vinho caro.


Esse título foi inspirado por uma grande amiga, prostituta aposentada, que acumulou uma experiência de vida que poucas vezes vi igual. Na verdade, ela tem a idade da minha mãe e sempre me deu conselhos dizendo: – Ouve o conselho dessa puta velha! Por incrível que pareça, toda vez que não seguia os conselhos dela me dava mal. Esta mulher até hoje tem em suas mãos tudo que quer e um poder de atração de dar inveja a qualquer ninfeta de 20 anos, soube investir todo dinheiro que ganhou e tem uma vida mais que tranquila ao lado do grande e único amor de sua vida. E quando pensamos em puta, pensamos logo em promiscuidade e vender o corpo, mas tem muita puta por aí mais digna e honesta que certas mulheres tidas como “damas da sociedade”, mas que já se venderam mais que tudo e por muito pouco. Histórias assim são para quebrar os paradigmas e fazer repensar alguns valores, sem contar que chacoalham os puritanos, as feministas e críticos de plantão.

Texto baseado no livro de Argov, Sherry – Por que os Homens Amam as Mulheres Poderosas? Sextante / Gmt
Autora: Ísis Toth



sexta-feira, 15 de junho de 2018

FAZER AMOR É DIFERENTE DE FAZER SEXO.... PRINCIPALMENTE PARA NÓS MULHERES!




Não é só colocar dentro, é estar dentro! Das inseguranças, das incertezas, do medo de não dar certo. Não é só abrir as pernas, é abrir a alma, abrir o coração. Não é suar o corpo, puxar o cabelo, é puxar um sorriso, é dar um abraço, tocar o rosto, olhar nos olhos. Pois o prazer dura minutos, mas o carinho, o cuidado e o amor, esses duram uma vida inteira



quarta-feira, 16 de maio de 2018

14 ATITUDES QUE AS MULHERES ODEIAM NO SEXO por Laís Montagnana



A fim de evitar o sexo meia boca – só orgasmos múltiplos nos interessam – listei 14 atitudes masculinas com que as mulheres estão cansadas de ter que lidar e que fariam do mundo um lugar mais feliz caso desaparecessem da face da Terra. Leia e lime esses comportamentos empata-fodas da sua vida:

O queima largada
Mal tirou a roupa e o cara já quer partir pra meteção. Calma amigo, cê tem uma gata aí do seu lado: curta o momento! Essa é a hora de apertar, beijar, passar a mão, apertar mais forte, lamber, chupar, cuspir, morder, usar, suar… Fazer tudo o que for consentido, mas nada de pular as preliminares!

O fixação anal
Aquele cara que que comer seu cu toda hora e, mesmo você já tendo dito claramente o “hoje não, Faro!”, ele não pára de tentar enfiar o dedo lá atrás. Amigo, não é NÃO! E não vai ser na base de tentativas com ~dedadas que você vai atingir sua meta. Aceite que dói menos e vá se divertir com os outros brinquedos do parquinho.

O britadeira man
Aquele cara que acha o seu lugar, a sua posição perfeita e fica lá: p r a s e m p r e. Ele liga o botão britadeira e permanece na mesma função frenética até gozar sem dar a mínima pra saber se a mina tá curtindo ou não. Coelhinho da Duracell, apenas pare!

O wannabe porn star
Aquele cara que quer botar em prática todos os seus anos de experiência no xvideos e só falta vir com um anão a tira colo pra completar suas pretensões orgísticas. Calma amigo, menos pornohub e mais Erica Lust.

O não-chupador
Não passará! Calcinhas no chão merecem um oral – e bem feito! Nada daquela passadela de língua de 5 minutos. Tem que chupar gostoso sim! Dê atenção a essa parte tão importante e tão renegada às mulheres. Quer um incentivo? Um oral bem feito sempre volta pra você! ;)

O mãozinha
Aquele cara que vem com uma mãozinha adicional que fica empurrando sua cabeça pra baixo enquanto vc tá lá no blow job. Não me entenda mal, tem aquela mãozinha de incentivo do tipo “isso aí garota, você tá fazendo certo! continue assim”, mas o foda é quando o cara perde a mão (com o perdão do trocadilho) e a mãozinha de incentivo torna-se a mãozinha adicional, que se você não tomar cuidado pode até te fazer engasgar numa tentativa frustrada de garganta profunda desavisada. :(

O rapidinho egoísta
O cara que dura 5 minutos, cai pro lado, vira peso morto e nem se dá ao trabalho de fazer a mina gozar também. Quer tipinho mais egoísta? Nesse caso o problema tem raízes profundas: certeza que também não dividia passatempo na hora do lanche! Se tem ejaculação precoce vá se tratar com médicos (+psicólogo e psiquiatra) ou converse com amigos ou peça ajuda a companheira na cama. 

O deselegante
Aquele cara que não avisa quando vai gozar.

O esquecido
Nós, mulheres, somos portadoras do clitóris: um botãozinho mágico capaz de provocar imenso prazer quando manuseado da maneira correta. E parece que alguns caras simplesmente se esquecem dessa arma secreta!

O boneca inflável friendly
Aquele cara que acha que seu peito é de borracha, pega e aperta forte, manuseia de qualquer jeito ou concentra todos os seus esforços somente nos mamilos. Meninos, tem ir com calma e fazer carinho com o mesmo jeitinho que vocês gostariam que fizessem nas suas bolas e não numa boneca inflável.

O mudinho
Aquele que, durante o ato, mal aparenta mudanças no rítimo de sua respiração, mal geme e às vezes você nem nota que ele gozou. Parece que você tá transando com a Kirsten Stwart. Ninguém aqui tá pedindo pra você chegar fluenteno dirty talk, mas mostrar um pouco de atitude é fundamental.

O cascão
Aquele sem noção que aparece com o pau claramente mal lavado, com resquícios de xixi, cheirando a toalha suja ou cueca usada. Não dá, né?

O hematofóbico
Aquele cara que recusa uma foda porque você tá menstruada. Só lamento por esse tipo já que, nesses casos, nada que toalhas extras não resolvam o problema. Bônus point: há mulheres que ficam com muito mais tesão nesse período ou 5 dias antes (muito intenso). Acho que chegou o momento de você rever suas atitudes, caro hematofóbico.

O surdinho
Aquele cara que finge que não escutou quando você pediu pra ele colocar a camisinha. Ou que tenta te convencer a fazer sem porque com a borracha não dá pra sentir nada. “Só a cabecinha” é o caralho: encapa o menino aí!




segunda-feira, 11 de julho de 2016

LACTOFILIA OU AMAMENTAÇÃO ADULTA UM FETICHE COMUM PORÉM POUCO DIVULGADO




Conforme prometido hoje falarei de 


LACTOFILIA ou AMAMENTAÇÃO ADULTA 
(ADULT BREASTFEEDING) 

um fetiche pouco conhecido, porém muito praticado.


LACTOFILIA ou lactação erótica é uma *parafilia, que consiste no prazer em sugar ou ver a saída de leite dos seios de uma mulher quando em lactação (pós parto ou não). A prática costuma ser retratada em alguns filmes estadunidenses eróticos, onde a mulher esguicha o leite de seus mamilos em um copo com café ou chocolate e em seguida ingere a bebida formada. É uma das zonas erógenas mais potentes numa relação sexual para ambos os sexos.

*PARAFILIA - é um padrão de comportamento sexual no qual, em geral, a fonte predominante de prazer não se encontra na cópula, mas em alguma outra atividade. São considerados também parafilias os padrões de comportamento em que o desvio se dá não no ato, mas no objeto do desejo sexual. 

A lactofilia pode ser praticada por qualquer mulher, mesmo aquelas que não estejam grávidas ou pós-gestação. Toda mulher é capaz de produzir leite. No caso de não lactante é preciso tomar algum remédio para ajudar a produção; remédios para descer o leite como plasil, Syntocinon que é um spray nasal que você espirra no nariz 15 minutos antes de dar o peito… simplesmente em segundos sente o leite descer. Existem outros remédios sem contra-indicação, mas estes dois são mais comuns. Importante é a mulher ficar relaxada, evitar estresse, discussão antes da amamentação, barulho excessivo... estar tranquila e em paz. Durante o dia é importante a mulher tomar bastante líquido, água, sucos naturais e principalmente canjica que é muito bom para aumentar o volume do leite. 

Importante! Se a mulher não está gestante para produção do leite de forma natural é fundamental a ajuda e empenho do parceiro ou parceira para começar produzir o leite. É necessário estimular com sugação os dois seios todos os dias até o leite começar a jorrar. O ideal é abocanhar toda a aréola do seio, e não apenas o bico. Outra coisa importante, o parceiro ou parceira tem que mamar nos dois seios e não em um seio de preferência, fazer alternância no mesmo dia entre um e outro, pois quando não esvazia os dois seios corre o risco deles ficarem pedrados e doerem muito chegando a dar uma leve febre ou mastite. Outra coisa essencial retirar os piercings mamários durante este período. 

Então para quem curte lactofilia terá leite todos os dias para satisfazer seus fetiches sexuais e também dar muito prazer a mulher. Mulheres com seios médios a grandes têm muito tesão nas mamas. Porém, nos dias que não tiver a amamentação adulta a mulher terá que retirar o leite através de bombinhas para não deixar inflamar ou pedrar as mamas. É obrigatório ter vários cuidados com as mamas, inclusive a hidratação da pele de todo seio com cremes ou óleos de amêndoas ou algodão (linha Seve da natura), sutiã reforçado e principalmente massagear os bicos puxando levemente para frente torcendo para direita e esquerda na hora do banho morno para aumentar, fazer o bico ficar tipo bicudo ou chupeta e não rachar. 

observação! Ao lermos sobre as causas amamentação, devo mencionar que o leite produzido na lactação induzida é comparável ao leite materno do nascimento de uma mãe de 10 dias após a entrega. Para uma mãe é capaz de produzir o colostro, mas não lactogênio placentário. No entanto, é importante notar que a quantidade de anticorpos e outros factores imunes permanecer a mesma durante todo o processo de lactação. Agora, também entendo que na gravidez, devido à influência do estrógeno, progesterona e outros hormônios, os seios são capazes de lactato. Mas existem maneiras que podem ajudar a induzir a lactação. 









Estimulação do mamilo: Este é um método para induzir lactação sem medicação. Ao mesmo tempo, não tem efeitos secundários. Estimulação aumenta a secreção de prolactina é necessário para estimular a produção de leite. Você pode optar por aumentar o seu peito ou uma bomba mecânica ou sucção diária do seu parceiro. Segundo alguns, o melhor método para a estimulação do mamilo é chupar os seios por adultos e também uma massagem com as mãos nos peitos com a estimulação do mamilo. É excelente debaixo do chuveiro com água morna para quente. A bomba de peito pode ser utilizada para estimular a mama quando o parceiro ou parceira não puder, porém não é a melhor escolha, pois provoca muitas rachaduras no bico do peito e com a sucção da boca aumenta a potencia porque tem o efeito psicológico, além da visão tem a sensação da língua, sons e sussurros que são altamente excitantes pra as mulheres. Depois de alguns dias vai aumentando o tempo de estimulação para ter um melhor efeito e maior quantidade de leite materno. 

História 

Cimon e Pera, por Hans Sebald Beham. 

Desde a Idade Média, uma multidão de experiências visionárias eróticas subliminares dos santos desempenhou um papel importante para a lactação. Um exemplo é a "Lactação do Santo" de Bernardo de Claraval. Na Antiguidade, os seios despertam atenção para a sexualidade. Na Índia, por exemplo, num poema de 4000 anos atrás, um poeta anônimo comparava sua utilidade para as crianças e para os adultos. Em algumas tribos do Sudão é terminantemente proibido encostar nos seios, exceto por filhos e marido, apesar de as mulheres andarem com eles descobertos. 

Em sua edição de domingo, 13 de março de 2005, o periódico londrino The Times publicou uma reportagem de uma pesquisa científica (composta de 1690 homens britânicos) revelando que em 25% a 33% de todas as relações sexuais o homem chupava os seios de sua esposa. 

Apesar deste fetiche ser muito apreciado tem sido negligenciado por todas mídias que aborda o mundo dos fetichistas. As variações: BDSM, Dominatrix e Podolatria entre outros são abordados sem nenhum preconceito, até o limite da tevê aberta. No Brasil e outros países ocidentais não é muito divulgado talvez por receios de misturar o incentivo a amamentação (crianças) com esse fetiche. Mas na China, Japão, oriente médio entre outros (países orientais) é uma prática bastante usada entre os casais. Os chineses secularmente adoram mamar em suas parceiras. Os homens chineses dizem que o leite materno é uma alimento completo, doce, saboroso que dá vigor a masculinidade. 

É muito comum este comportamento entre os orientais. Porém, a ciência ainda não confirmou esta informação. No mundo Islã as mulheres amamentam homens adultos que não são seus filhos. Mas isso é exatamente o que fatwas (decretos legais) emitidos por clérigos religiosos fizeram em partes do território islâmico. Barenakedislam relata que este decreto começou em maio de 2007, quando Dr. Izzat Atiya, o presidente do Departamento de Hadith na Universidade de Azhar Al, Cairo, Egito, emitiu um fatwa dizendo que as trabalhadoras do sexo feminino devem "amamentar" seus colegas de trabalho masculinos "diretamente no seu peito, pelo menos, cinco vezes", a fim de trabalhar na companhia um do outro


Publicado: 16 de abril de 2012 | Autor: barenakedislam | Arquivado em: IslamoMania


No Brasil atualmente existem vários grupos no facebook, blogger entre outras plataformas organizadas de Lactofilia, amamentação adulta, Breast Milk onde as pessoas postam vídeos, fotos, informações, etc e o mais interessante são os comentários. É impressionante a naturalidade que algumas mulheres se cadastram ou disponibilizam seus seios para amamentação adulta sem medo de expor sua identificação pessoal. É como se fosse um fetiche misturado de tesão com sagrado-leite-feminino. Os comentários de homens são variados e intensos; são de casados, solteiros, novos, velhos com muita ansiedade de encontrar uma mulher que disponibilize seus seios para que eles possam mamar, descrevem seus mais íntimos fetiches em relação a lactofilia. A sensação que passam que finalmente encontraram sua tribo ou alguém que os entendem e eles possam colocar esta tara, fetiche para fora de maneira natural e aceita por todos. É um lugar em comum onde muitos dão vazão a este sentimento de gostar, ter tesão em mamar ou se amamentar do leite feminino que nunca havia encontrado a sua disposição. E são muitos e muitas com o mesmo sentimento. 

É incrível o que se lê nesses comentários. Essas mulheres e homens usam seus nomes verdadeiros e postam seus contatos pessoais publicamente. Eu fiquei impressionada! Geralmente depois de se apresentarem nos comentários passam a conversar reservadamente via Whats, e-mail ou celular para agendar um encontro para a pratica da LACTOFILIA. São muitas mulheres disponíveis em várias cidades do Brasil e também em outros países. Existem grupos enormes no Whats onde a mulher disponibiliza seus seios com ou sem leite para esses encontros seja só para amamentar ou amamentar e transar com homens ou mulheres. 

"Moderno né?! Eu sou uma pessoa liberal e não faço julgamento de mérito de direitos personalíssimos de ninguém. Se gostam que façam... cada um é um universo de sentimentos e emoções. Não julgo e nem critico. Eu simplesmente respeito os diferentes nas suas diferenças. Somos todos seres humanos em evolução. O corpo é um instrumento único, pessoal, privativo então aproveite enquanto ainda o tem... viva e seja feliz com o que lhe faça feliz. Sem preconceitos sem neuras ou vergonha. Se não gosta tudo bem! Respeitar já é o suficiente". 
Outra coisa falar sobre sexo ou temas relacionados com ele é natural para mim, por isto resolvi postar este recado para alertar as pessoas 'pseudo-moralistas' que "Falar em sexo não me transforma em uma pessoa imoral, muito menos vulgar, falar em sexo não me titula como mulher fácil ou oferecida. 
IMORAL é evitar falar de sexo pra se fazer de santa e, para atender uma demanda social ultrapassada, imoral é praticar coisas erradas às escondidas e, depois criticar pessoas que não fazem nem a metade de suas praticas "imorais". 
VULGAR é deixar de falar num assunto necessário e esclarecedor, para falar mal da vida alheia, vulgar é desejar a ruína dos bem sucedidos, vulgar é descontar nas pessoas suas frustrações e, é culpar o mundo por seus fracassos. 

É FÁCIL SER HIPÓCRITA, difícil é ter coragem para expressar o que realmente sente, é fácil se esconder atrás de bons costumes, DIFÍCIL É SER TRANSPARENTE, é fácil se fazer de santo, difícil é ter originalidade para assumir quem realmente é. 

Lamento pelos que torcem o nariz todas às vezes que ouvem ou que leem a palavra SEXO, lamento aos que fingem-se escandalizados, esses, eu apenas lamento, porque são rótulos de sua própria mediocridade. Aplausos aos que têm uma mentalidade óbvia e realista, aplausos aos que vivem no século XXI com a mentalidade do século "XXII", porque esses não precisam provar hipocrisia e nem falso moralismo a ninguém, porque esses, são bem resolvidos e destemidos em todos os âmbitos de sua vida, esses enfrentam os olhares do mundo com coragem" 

RECADO PARA TODOS E TODAS!!! 

Caros amigos, seguidores, visitantes preciso avisá-los que eu ROBERTA CARRILHO, não estou disponível para a prática de lactofilia. Eu não tenho absolutamente nada contra o fetiche, pelo contrário, já pratiquei por prescrições médicas a priori e depois gostei! Mas no momento não estou disponível. 

Portanto, peço que não tentem entrar em contato comigo pelas minhas redes sociais, como meu facebook, e-mail, twitter, etc para pedir em conhecer ou elogiar minha iniciativa com a desculpa de me convidar para sair. 
Outros me abordam com a desculpa em querer saber mais sobre a lactofilia. O que eu sei sobre LACTOFILIA OU ADULT BREASTFEEDING eu postei aqui. 

Outra coisa também não tenho como indicar nenhum grupo, Whatsapp, mulher lactante ou não para praticar amamentação com ninguém em nenhum estado federativo ou cidade. Eu não tenho referências para dar e nem contato. O que eu tenho é o que eu disponibilizei aqui nos comentários abaixo citados, ou seja, diversos links para quem interessar entrar, cadastrar e fazer contato. Tá certo?! Obrigada pela compreensão!
Abraços, 
Roberta Carrilho 


Existem também nesses grupos homens ou mulheres que não querem sexo somente amamentar ou mamar. Há também outros que levam as esposas ou namoradas para assisti-los - voyeurismo; outros querem somente sugar e beber o leite porque adoram o sabor adocicado e a visão do leite escorrendo dos seios; outros querem mamar e também fazer sexo, enfim, infinitas modalidades.


 
Tem um blog que chama 'MUNDO DO SEIOS' de propriedade de um pseudônimo 'Lordeprometheus', onde ele relata como começou a construir seu espaço e de lá foi crescendo, ampliando seguidores e seguidoras, com parcerias, grupos, etc hoje acessado também em vários países. Veja o que ele escreveu no seu blog: 

Mais uma vez nosso tão amado fetiche é desprezado. Sou um apaixonado por Amamentação Adulta e seios em geral, e nem por isso sou um doente ou pervertido sexualmente. Eu ou os amigos que seguem e visitam o nosso site/blog seríamos considerados normais se gostássemos apenas de bumbuns? Isso é ridículo! Cada um tem o seu desejo, fetiche ou fantasia que respeita e ama, e nem por isso se torna alguém com problemas sexuais. O Mundo dos Seios sempre levantou a bandeira que defende o prazer da mulher e do homem através dos peitos, e irá continuar à fazê-lo até conseguir abrir um pouco mais as mentes dos preconceituosos e desvincular essa prática com desvios sexuais. Peço à todos que visitam ou seguem o nosso site/blog que continuem prestigiando as maravilhas que são as mamas e suas donas. A batalha pode demorar, mas ainda venceremos essa guerra contra a hipocrisia. 

Uma pequena variação para quem gosta de seios com leite, é a satisfação até mesmo orgástica em apenas ver as mamas jorrando. Um fetiche muitas vezes confundido com o voyeurismo, mas que é totalmente normal para quem adora peitos e suas dezenas de formas de causar e receber prazer. Muitas vezes é acompanhado de uma sessão de masturbação, solitária ou causada por sua parceira. O nosso Mundo dos Seios deixa, então, para os amigos/as e visitantes uma galeria com lindas e deliciosas mamas cheias de leite. Divirtam-se e continuem conosco! 

Ser um adepto da Amamentação Adulta pode nos dar a escolha de realizar o ato com uma lactante ou simplesmente simulando o ato da sucção. No caso daqueles que preferem apenas as mulheres que tem leite, preparei um post com imagens maravilhosas de peitos jorrando. Mal posso esperar para voltar à prática dessa modalidade deliciosa, que me abriu mitas portas e fez conhecer pessoas incríveis com o mesmo desejo. Mamas incríveis, de todos os tamanhos e formatos, jorrando leite são uma combinação explosiva capaz de levar tanto a amamentadora quanto o amamentado ao orgasmo. O Leite é saboroso saindo dos seios da esposa, namorada, amante, ficante, ou profissional do sexo. O que importa é que isso me fascina muito. Quando puderem, experimentem ser amamentados. É muito gratificante sentir o carinho da parceira e o gosto de suas tetas. Recomendo aos amigos, amigas e frequentadores do Mundo dos Seios que procurem viver as duas experiências: mamar peitos com e sem leite. O prazer será total se não nos limitarmos apenas à Amamentação Adulta em uma lactante. Espero que todos possam se divertir e dar prazer aos parceiros/parceiras.

By: Lordeprometheus 




PÁGINAS DO BLOGGER: 








A cada dia estamos recebendo mais visitas no blog, de pessoas revelando sua vontade em amamentar ou serem amamentadas, pessoas que passam seus contatos e quando os direciono a mágica acontece. Estou imensamente grata por várias pessoas terem me procurado para que eu indique contatos e fico ainda mais feliz porque o numero de mulheres interessadas estão aumentando cada dia mais. Então você minha querida amiga, que tem esse desejo de amamentar (com ou sem leite), quiser entrar em contato conosco, meu e-mail esta a disposição: livia.scanna@gmail.com pode ficar a vontade em perguntar o que quiser, estamos aqui para ajudar e não para julgar ninguém. Estou no aguardo meninas!!! ah! claro e meninos também !!! Beijos de Nina♥ 



Grupo de Lactofilia no WhatsApp 
O GRUPO ESTA BOMBANDO!!! 

Deixem seus contatos nos comentários que irei adicionar todo mundo 


Caso não queira exibir seu contato me envie seu contato no meu e-mail para 





É meus amigos, é isso mesmo, nos Estados Unidos, a sociedade de psicologia, já definiu a amamentação adulta como sendo um relacionamento adulto com base na amamentação, que ganhou a sigla ABR. Os estudos ainda estão em andamento, mas em alguns casos foi comprovado a afinidade entre os casais.

Teve caso que o casal estava em crise, e já não havia sincronia no relacionamento, e depois de aderir a Amamentação Adulta, houve melhora significativa na vida conjugal. Mas vale salientar que os resultados foram com base na amamentação completa, ou seja, com leite materno, seja ele induzido ou natural, no caso as lactantes.

Confesso que para nós, essa informação não é nenhuma novidade, haja visto, que sempre comentamos os benefícios da Amamentação Adulta, e dentre eles, o elo que brota no casal, bem como o estado de graça, calmaria que paira entre as quatro paredes que testemunham essa realidade. 

Ao contrário do que muitos pensam, a Amamentação Adulta, não é apenas um "fetiche", que simplesmente se faz uma vez e pronto, está realizado, ... não... A Amamentação Adulta, vai muito mais além disso, não sei se chega a ser um estilo de vida, mas sem dúvida nenhuma, é sim, um ato de amor !!
Tommy. 


NOVA MODA PARA DEFINIÇÃO MUSCULAR 
'BODYBUILDING' 


O consumo de leite materno humano é a última moda entre os fisiculturistas dos Estados Unidos que estão convencidos de que isso irá ajudá-los a ganhar massa muscular, de forma mais rápida. 

Uma simples busca no Google revela dezenas de fóruns e artigos sobre esta tendência, principalmente influenciada pelo ambiente online, e uma lista de discussão sobre “bodybuilding” – definição muscular – classifica o leite materno como o “maior suplemento de todos os tempos“, de acordo com os que defendem a prática. 

Sem surpresa, a alta procura está sendo abastecida por jovens mães dispostas a vender seu leite excedente. Algumas delas passam por bancos de leite materno online que lhes pagam até 1.200 dólares por mês. A maioria dos bancos existem para garantir que os bebês tenham acesso ao leite materno, mas alguns sites, como o Onlythebreast.com, tem uma seção separada para “homens que compram o leite materno“. 

Outras mulheres preferem vender diretamente ao consumidor final, como Lisa Michigan, que oferece seu leite materno em um site chamado Craigslist a um preço negociável. 

“Eu tenho uma criança de 5 meses de idade e costumo bombear um excesso de leite, que estou armazenando. Meu congelador está quase sobrecarregado. Eu não bebo, ou uso drogas, apenas tomo um multivitamínico diariamente”, diz seu anúncio. 

Lisa disse que ela teve a ideia depois que seu primo, um fisiculturista, disse a ela quantos atletas estão na busca do material. 

“Eu não quero que ele vá para o lixo”, disse ela. 

“Eu estava conversando com meu primo e ele disse que, algumas vezes, colocar o leite materno em um shake de proteína é melhor do que o shake de proteína em si. Tem gosto de leite regular, porém mais doce“, ela acrescentou. 

Os defensores da tendência argumentam que o leite materno contém o maior fornecimento de hormônios de crescimento humano e acreditam que os nutrientes que ajudam os bebês no crescimento também irão trabalhar nos adultos. Outros acreditam que o leite vai ajudar a curar outros problemas de saúde, como a psoríase entre outros de ordem sexual. Alguns chegam a fazer iogurte de leite materno. 

Porém, nem todos os fisiculturistas estão comprando a teoria do leite materno. 

“Você ouve de tudo: testosterona, hormônios de gorila…“, disse o professor de crossfit, Austin Mariglia. “As pessoas estão dispostas a se afundar, apenas tentando ser maiores e ser melhores. Nunca em meus sonhos mais selvagens poderia pensar que alguém estaria bebendo leite materno para melhorar o desempenho”, completou. 

Embora seja verdade que o leite materno possua incomparáveis benefícios nutricionais para bebês humanos, os especialistas dizem que não há nenhuma evidência que comprove vantagens para os adultos. 

“O leite materno humano é projetado para bebês“, disse Joanne Ransom, diretora clínica do Banco de Leite de Mães do Noroeste, nos EUA. As vendas online não são regularizadas por agências do governo, portanto, é ilegal vender leite materno online nos EUA. 







LISTA DE PARAFILIAS

Abasiofilia: atração psicossexual a pessoas com a mobilidade prejudicada, especialmente aqueles que usam aparelhos ortopédicos como tiras de perna, formas ortopédicas, tiras espinais, muletas, ou cadeiras de rodas.

Adstringopenispetrafilia: fetiche por amarrar pedras ao pênis. 

Agalmatofilia: atração por estátuas. 

Agorafilia: atração por copular em lugares abertos ou ao ar livre. 

Aiquemofilia : Prazer pelo uso de objetos cortantes e pontiagudos. 

Amaurofilia: excitação da pessoa pelo parceiro que não é capaz de vê-la (não se aplica a cegos). 

Amphiboliafilia: atração ou excitação sexual por ambiguidades. 

Anadentisfilia: excitação e prazer sexual por pessoas sem dentes. 

Anemofilia: excitação sexual com vento ou sopro (corrente de ar) nos genitais ou em outra zona erógena. 

Apotemnofilia: desejo de se ver amputado. 

Asfixiofilia (asfixia autoerótica): prazer pela redução de oxigênio. 

ATM (ass to mouth): prática em que o parceiro ativo, após o coito anal, leva seu pênis à boca da pessoa penetrada. 

BBW: atração por mulheres obesas 

Bondage: prática onde a excitação vem de amarrar ou/e imobilizar o parceiro. 

Bukkake: modalidade de sexo grupal praticado com uma pessoa que "recebe" no rosto a ejaculação de diversos homens. 

Clismafilia: fetiche por observar ou sofrer a introdução de enemas

Coleopterafilia: atração sexual por besouros.

Coprofagia: fetiche pela ingestão de fezes. 

Coprofilia: fetiche pela manipulação de fezes, suas ou do parceiro. 

Cock and ball torture: é uma atividade sexual BDSM sadomasoquista envolvendo os genitais masculinas. 

Coreofilia: excitação sexual pela dança.

Crinofilia: excitação sexual por secreções (saliva, suor, secreções vaginais, etc). 

Crematistofilia: excitação sexual ao dar dinheiro, ser roubado, chantageado ou extorquido pelo parceiro. 

Cronofilia: excitação erótica causada pela diferença entre a idade sexo-erótica e a idade cronológica da pessoa, porém em concordância com a do parceiro. 

Cyprinuscarpiofilia: excitação sexual por carpas. 

Dendrofilia: atração por plantas. 

Emetofilia: excitação obtida com o ato de vomitar ou com o vômito de outro. 

Espectrofilia: prática medieval que consiste na excitação por fantasias com fantasmas, espíritos ou deuses. 

Estelafilia: atração sexual por monumentos líticos (feitos de pedra) normalmente feitas em um só bloco, contendo representações pictóricas e inscrições. 

Exibicionismo: fetiche por exibir os órgãos genitais. 

Fetiche por balões: excitação ao tocar balões de látex (usadas em festas). 

Fisting: prazer com a a inserção da mão ou antebraço na vagina (brachio vaginal) ou no ânus (brachio procticus). 

Flatofilia: prazer erótico em escutar, cheirar e apreciar gases intestinais próprios e alheios. 

Frotteurismo: prazer em friccionar os órgãos genitais no corpo de uma pessoa vestida.

Galaxiafilia: atração sexual pelo aspecto leitoso da Via Láctea

Gerontofilia: atração sexual de não-idosos por idosos. 

Hebefilia (ver lolismo) 

Hipofilia: desejo sexual por equinos. 

Imagoparafilia: prazer em imaginar-se com alguma parafilia. 

Lactofilia: fetiche por observar ou sugar leite saindo dos seios *tenho RC

Lolismo: preferência sexual e erótica de homens maduros por meninas adolescentes 

Kosupurefilia: excitação sexual por Cosplay. 

Maieusofilia: ver pregnofilia 

Masoquismo: prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente. 

Menofilia: atração ou excitação por mulheres menstruadas. 

Moresfilia: atração ou excitação sexual por coisas relativas aos costumes. 

Nanofilia: atração sexual por anões. 

Necrofilia : atração por pessoas mortas 

Nesofilia: atração pela cópula em ilhas, geralmente desertas. 

Odaxelagnia: fetiche por mordidas. 

Orquifilia: fetiche por testículos

Panpaniscusfilia: excitação sexual por Bonobos. 

Partenofilia: fixação sexual por pessoas virgens.

Pigofilia: excitação sexual por nádegas. 

Pirofilia: prazer sexual com fogo, vendo-o, queimando-se ou queimando objetos com ele. 

Podolatria: fetiche por pés. 

Pogonofilia: fetiche por barba. *tenho RC

Pregnofilia ou maieusofilia: fetiche por mulheres grávidas e/ou pela observação de partos. 

Quirofilia: admiração ou excitação sexual por mãos. 

Sadismo: prazer erótico com o sofrimento alheio.  

Sadomasoquismo: prazer por sofrer e, ao mesmo tempo, impingir dor a outrem. 

Sarilofilia: fetiche por saliva ou suor. 

Sororilagnia: sexo com a própria irmã.

Timofilia: excitação pelo contato com metais preciosos. 

Trampling: fetiche onde o indivíduo sente prazer ao ser pisado pelo parceiro. 

Travestofilia: A travestofilia ou, mais formalmente, transvestofilia é o interesse sexual pelos travestis,[1] isso é, pelas pessoas que se vestem com roupas associadas ao sexo oposto (usualmente homens vestidos como mulheres).

Tricofilia: fetiche por cabelos e pelos. *tenho RC

Urofilia: excitação ao urinar no parceiro ou receber dele o jato urinário, ingerindo-o ou não. 

Vorarefilia: atração por ser engolido/devorado ou observar um ser vivo engolindo/devorando outro.  

Voyeurismo: prazer pela observação da intimidade de outras pessoas, que podem ou não estar nuas ou praticando sexo. *tenho RC

Zoofilia: prazer em relação sexual com animais.


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