sexta-feira, 13 de junho de 2014

COMEMORAÇÃO DA MINHA APROVAÇÃO NO VESTIBULAR DE ARQUITETURA E URBANISMO NA UNIVERSIDADE DE ITAÚNA - Roberta Carrilho


Eu consegui!!!! Saiu o resultado do Vestibular de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Itaúna - Minha 2ª Graduação!!!!!

Passei em 14º lugar em 60 - Eu formei em Ensino Médio em 1990 (Professora Habilitada para 1ª a 4ª série e Pré-Escola - Instituto Nossa Senhora do Sagrado Coração-INSSC em Divinópolis) e não deu para estudar direito (risos!) para este vestibular porque nessa semana meu pai foi hospitalizado (74 anos) e foi um corre e corre em médicos e laboratórios que não tive cabeça e nem tempo para estudar. 

Fui fazer a prova na fé e na coragem. Obrigada Meu Deus, Jesus Mestre Querido, Amigos Espirituais do Plano Maior, Meu amado Anjo da Guarda, Maria Santíssima, Nossa Senhora de Fátima da Gruta de Itaúna, Meus pais que me deram suas bênçãos antes de ir fazer a prova no dia 31/05/14 das 16h30min às 22horas. 

Eu não tinha opções. Usei meus conhecimentos da vida e da lógica e fui com medo mesmo... Hoje estou muito feliz e agradecida por poder realizar um dos meus sonhos.

Filha Duda Carrilho minha vida. Esta aprovação é pra nós podermos juntas trabalhar futuramente. Estarei esperando você se graduar também em arquitetura.




Link da Universidade de Itaúna 


Alguns comentários que recebi no face- very happy!!!

FILME: A CULPA É DAS ESTRELAS (doentes de amor) - crítica por Cinema de Buteco

Programando ir a Divinópolis assistir ...
Itaúna não tem cinemas - INFELIZMENTE!
Roberta Carrilho





A PRIMEIRA COISA A SE DIZER SOBRE A ADAPTAÇÃO DE A CULPA É DAS ESTRELAS é que se trata de uma obra para ser sentida. Ela precisa da sua atenção. Em troca, garanto que você receberá uma história delicada e com um enorme potencial para te fazer se apaixonar pela ideia de estar vivo. Mais ainda, pela ideia de saber que você pode ter vivido uma história com alguém e cativado essa pessoa tanto quanto Hazel e Gus, nossos protagonistas, fizeram um com o outro. As lágrimas podem vir, mas caso não molhem o seu rosto, é garantido que a lição de vida apresentada na obra escrita por John Green permanecerá em sua lembrança por um tempo considerável.

Lançado no Brasil em 2012, pela editora Intrínseca, A Culpa é das Estrelas logo se tornou um best-seller. Na mesma época, na verdade até um pouco antes do lançamento do livro no exterior, já começaram os boatos sobre a adaptação. A curiosidade me motivou a ir atrás de um novo título do autor que já havia me conquistado em Quem é Você, Alasca?, uma obra definitivamente superior ao brilho encontrado em A Culpa é das Estrelas. Enfim. Para quem ainda não sabe, a trama apresenta Hazel (Shailene Woodley), uma jovem adolescente com câncer terminal, que conhece e se apaixona por um carismático jovem chamado Gus (Ansel Elgort). Juntos, o casal acaba descobrindo o prazer pela vida e pelo amor, à medida em que ambos se apaixonam.

Adaptar um livro tão amado poderia ser uma missão ingrata. O caso mais recente de fracasso foi A Menina Que Roubava Livros, que gerou um longa-metragem medíocre. Felizmente, o cineasta Josh Boone (que acabei apresentando equivocadamente como um diretor estreante no nosso videocast, quando na verdade queria ter falado que ele nunca havia produzido nada relevante para o mercado até esse momento) conseguiu acertar a mão e oferecer algo para fã nenhum botar defeito. Na verdade, vou mais longe e afirmo que o longa-metragem foi mais tocante que o livro. Acompanhar a jornada de descobertas da vida através de dois adolescentes tão apaixonantes e inexperientes é uma experiência única. Boone acertou ao apresentar seus personagens lentamente, o que apenas tornou tudo mais natural, e fatalmente, ainda mais doloroso. Afinal, como é possível resistir ao humor sarcástico de Hazel ou ao charme de Gus? Como espectadores, sentimos cada dor, cada alegria, cada momento vivido pela dupla. E sofremos juntos. Ficamos apaixonados juntos.


Shailene Woodley cumpre o seu papel como protagonista com uma segurança digna de atrizes com mais tempo de estrada. Após surgir tímida em Os Descendentes e ter um papel importante no sensacional The Spectacular Now, e de ser uma das coisas menos frustrantes de Divergente, ela acerta ao dividir momentos de tristeza, conformismo e serenidade com os tradicionais vulcões hormonais que enlouquecem qualquer adolescente. Seu companheiro de cena, Ansel Elgort, não fica atrás. Bonito e charmoso, ele encarna perfeitamente o adolescente comum que se sente imortal depois de superar os obstáculos e com a certeza de que encontrou a mulher de sua vida. E sua transformação durante o longa-metragem é provavelmente o motivo principal que torna A Culpa é das Estrelas tão emocionante. Não se pode deixar de mencionar a participação breve de Willem Dafoe, que age como uma verdadeira metralhadora verbal de frieza e crueldades contra o espírito jovem e apaixonado do casal. Sem dúvida, é a melhor caracterização do original para as telonas.

A trilha sonora é bem moderninha, o que pode causar total estranhamento para quem não acompanha muito os artistas que fazem a cabeça dos jovens da geração Y. Está bem longe de ser ruim, mas pessoalmente, é sempre estranho assistir a um filme com tamanho potencial pop e não incluir nenhum artista realmente conhecido no meio da seleção musical. Faltou um elemento musical forte para chamar a responsabilidade para si. Existem faixas inspiradas, mas nada grandioso o bastante para se tornar tão inesquecível quanto o filme em si. “All of the Stars”, de Ed Sheeran, é a que chega mais próximo disso.


A experiência de assistir A Culpa é das Estrelas me remeteu ao igualmente sensível Diário de Uma Paixão, estrelado por Ryan Gosling. Talvez pela impressão de que os amores mais fortes são aqueles que passam por nós como um cometa. Não precisam necessariamente chegar ao fim, mas representam uma quantidade imensurável de emoções que nos tiram do rumo. Marcam as nossas vidas para sempre. Se em Diário de Uma Paixão assistimos a uma das histórias de amor mais lindas que o cinema produziu nos anos 2000 (pasmem: o longa é inspirado num livro do brega Nicholas Sparks), com um interessante diálogo entre a relação do amor com o sacrifício pessoal, em A Culpa é das Estrelas somos agraciados com a representação da fagulha inicial, aquele foguinho louco que crescemos ouvindo os outros falando e que duvidamos da existência até que ela surge em nossa frente. E tudo isso, num cenário triste em que o amor é o único alívio para a certeza maior da vida de nossos protagonistas.

Como escrevi no começo da crítica, A Culpa é das Estrelas é para ser sentido. Ainda que isso implique na possibilidade de você começar a soluçar de tanto chorar no cinema. O importante é sentir.

Assista ao trailer:






segunda-feira, 9 de junho de 2014

ANDA LOGO! SE NÃO ... uma bela lição de vida da especialista na arte de viver por Rachel Macy Stafford





O texto abaixo foi publicado originalmente em inglês no blog “Hands free mama” e é de autoria de Rachel Macy Stafford, uma professora de educação especial. A tradução para o português foi feita pela equipe do Portal Aprendiz. Clique aqui para ler o texto original no inglês.



Quando se está vivendo uma vida distraída, dispersa, cada minuto precisa ser contabilizado. Você sente que precisa estar cumprindo alguma tarefa da lista, olhando para uma tela, ou correndo para o próximo compromisso. E não importa de quantas maneiras você divide o seu tempo e atenção, não importa quantas obrigações você cumpra em modo multi-tarefa, nunca há tempo suficiente em um dia.

Essa foi minha vida por dois anos frenéticos. Meus pensamentos e ações foram controlados por notificações eletrônicas, toques de celular e uma agenda lotada. Cada fibra do meu sargento interior queria cumprir com o tempo de cada atividade marcada na minha agenda super-lotada, mas eu nunca conseguia estar à altura.





Sempre que minha criança fazia com que desviasse da minha agenda principal, eu pensava comigo mesmo: “Nós não temos tempo pra isso.”

Veja bem, seis anos atrás, eu fui abençoada com uma criança tranquila, sem preocupações, do tipo que para para cheirar flores. 

Quando eu precisava sair de casa, ela estava levando seu doce tempo pegando uma bolsa e uma coroa brilhante. Quando eu precisava estar em algum lugar há cinco minutos, ela insistia em colocar o cinto de segurança em seu bichinho de pelúcia. Quando eu precisava pegar um almoço rápido num fast-food, ela parava para conversar com uma senhora que parecia com sua avó. Quando eu tinha 30 minutos para caminhar, ela queria que eu parasse o carrinho e acariciasse todos os cachorros em nosso percurso. Quando eu tinha uma agenda cheia que começava às 6h da manhã, ela me pedia para quebrar os ovos e mexê-los gentilmente.

Minha criança sem preocupações foi um presente para minha personalidade apressada e tarefeira – mas eu não pude perceber isso. Ó não, quando se vive uma vida dispersa, você tem uma visão em forma de túnel – sempre olhando para o próximo compromisso na agenda. E qualquer coisa que não possa ser ticada na lista é uma perda de tempo.

Sempre que minha criança fazia com que desviasse da minha agenda principal, eu pensava comigo mesmo: “Nós não temos tempo pra isso.” Consequentemente, as duas palavras que eu mais falava para minha pequena amante da vida eram: “anda logo”.

Eu começava minhas frases com isso:
Anda logo, nós vamos nos atrasar.

Eu terminava frases com isso:
Nós vamos perder tudo se você não andar logo.

Eu terminava meu dia com isso.
Anda logo e e escove seus dentes. Anda logo e vai pra cama.

Ainda que as palavras “anda logo” fizessem pouco ou nada para aumentar a velocidade de minha filha, eu as dizia de qualquer maneira. Talvez até mais do que dizia “eu te amo”.


Anda logo!

A verdade machuca, mas a verdade cura… e me aproxima da mãe que quero ser.

Até que em um dia fatídico, as coisas mudaram. Eu havia acabada de pegar minha filha mais velha de sua escola e estávamos saindo do carro. Não indo rápido o suficiente para o seu gosto, minha filha mais velha disse para sua irmã pequena, “você é lenta”. E quando, após isso, ela cruzou seus braços e soltou um suspiro exasperado, eu me vi – e foi uma visão de embrulhar as tripas.

Eu fazia o bullying que empurrava e pressionava e apressava uma pequena criança que simplesmente queria aproveitar a vida. Meus olhos foram abertos; eu vi com clareza o dano que minha existência apressada estava causando às minhas duas filhas.

Com a voz trêmula, olhei para os olhos da minha filha mais nova e disse: “Me desculpe por ficar fazendo você se apressar, andar logo. Eu amo que você, tome seu tempo e eu quero ser mais como você”.

Ambas me olharam surpresas com a minha dolorosa confissão, mas a face da mais nova sustentava o inequívoco brilho da aceitação e do reconhecimento.

“Eu prometo ser mais paciente daqui em diante”, disse enquanto abraçava minha filha de cabelos encaracolados. Ela estava radiante diante da promessa recém-descoberta de sua mãe.

Foi bem fácil banir o “anda logo” do meu vocabulário. O que não foi tão fácil foi adquirir a paciência para esperar pela minha vagarosa criança. Para nos ajudar a lidar com isso, eu comecei a lhe dar um pouco mais de tempo para se preparar se nós tivéssemos que ir a algum lugar. Algumas vezes, ainda assim, ainda nos atrasávamos. Foram tempos em que eu tive que reafirmar que eu estaria atrasada, nem que se fosse por alguns anos, se tanto, enquanto ela ainda é jovem.

Quando minha filha e eu saíamos para caminhar ou íamos até a loja, eu deixava que ela definisse o ritmo. Toda vez que ela parava para admirar algo, eu afastava os pensamentos de coisas do trabalho e simplesmente a observava as expressões de sua face que nunca havia visto antes. Estudava com o olhar as sardas em sua mão e o jeito que seus olhos se ondulavam e enrugavam quando ela sorria. Eu percebi que as pessoas respondiam quando ela parava para conversar. Eu reparei como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela é uma observadora, e eu rapidamente aprendi que os observadores do mundo são presentes raros e belos. Foi quando, finalmente, me dei conta de que ela era um presente para minha alma frenética.

Minha promessa de ir mais devagar foi feita há quase três anos e ao mesmo tempo eu comecei minha jornada de abrir mão das distrações diárias e agarrar o que importa na vida. E viver num ritmo mais devagar demanda um esforço concentrado. Minha filha mais nova é meu lembrete vivo do porquê eu preciso continuar tentando. E de fato, outro dia, ela me lembrou de novo.

Nós duas estávamos fazendo um passeio de bicicleta, indo para uma barraquinha de sorvetes enquanto ela estava de férias. Após comprar uma gostosura gelada para minha filha, ela sentou em uma mesa de piquenique e observou deliciada a torre gélida que tinha em suas mãos.

De repente, um olhar de preocupação atravessou seu rosto. “Devo me apressar, mamãe?”

Eu poderia ter chorado. Talvez as cicatrizes de uma vida apressada nunca despareçam completamente, pensei, tristemente.

Enquanto minha filha olhava para mim esperando para saber se ela poderia fazer as coisas em seu ritmo, eu sabia que eu tinha uma escolha. Poderia continuar sentada ali melancolicamente lembrando o número de vezes que eu apressei minha filha através da vida… ou eu poderia celebrar o fato de que hoje estou tentando fazer as coisas de outra forma.

Eu escolhi viver o hoje.

“Você não precisa se apressar. Tome seu tempo”, eu disse gentilmente. Toda sua cara instantaneamente abrilhantou-se e seus ombros relaxaram.

E então ficamos sentadas, lado a lado, falando sobre coisas que crianças de 6 anos que tocam 'ulele' gostam de falar. Houve momentos em que ficamos em silêncio, sorrindo uma para a outra e admirando os sons e imagens ao nosso redor.

Eu imaginei que ela fosse comer todo o sorvete – mas quando ela chegou na última mordida, ela levantou uma colheirada repleta de cristais de gelo e suco para mim. “Eu guardei a última mordida pra você, mamãe”, disse orgulhosa.

Enquanto aquela delícia gelada matava minha sede, eu percebi que consegui um negócio da China. Eu dei tempo para minha filha e em troca ela me deu sua última mordida de sorvete e me lembrou que as coisas tem um gosto mais doce e o amor vem mais dócil quando você para de correr apressada pela vida.

Seja comendo sorvete, pegando flores, apertando o cinto de bichinhos de pelúcia, quebrando ovos, encontrando conchinhas, observando joaninhas ou andando na calçada. Nunca mais direi: “Não temos tempo pra isso”, pois é basicamente dizer que não se tem tempo para viver.

Tomar seu tempo, pausar para deleitar-se com as alegrias simples da vida é o único jeito de viver de verdade – acredite em mim, eu aprendi da especialista mundial na arte de viver feliz.

Especialista na arte viver










sexta-feira, 6 de junho de 2014

PENSAR ESTÁ SE TORNANDO ALGO OBSOLETO por Thomas Sowell um dos mais influentes economistas americanos, é membro sênior da Hoover Institution da Universidade de Stanford


"Mui embora a fonte desse documento seja de uma entidade que visa à defesa da propriedade privada e da não intervenção do Estado na economia, o texto em si eu gostei". João Antônio Corrêa Filho ----- eu também Roberta Carrilho (como sempre Joãozinho temos afinidades em nossos gostos e desgostos - risos!)



Embora seja humanamente impossível responder a todos os e-mails e cartas que os leitores me enviam, muitos deles são bastante interessantes e intelectualmente instigantes, tanto no sentido positivo quanto no sentido negativo.

Por exemplo, um jovem me enviou um e-mail pedindo as fontes em que eu havia me baseado para citar alguns fatos negativos sobre o desarmamento em um artigo recente. É sempre bom checar os fatos — especialmente se você checar os fatos de ambos os lados da questão. 

Em contraste, um outro sujeito simplesmente me criticou por tudo o que eu havia dito nesse artigo. Ele não pediu as minhas fontes e nem quis saber se elas existiam; ele simplesmente saiu fazendo afirmações em contrário, como se essas suas assertivas fossem automaticamente corretas pelo simples fato de estarem sendo pronunciadas por ele, algo que, em sua mente, invalidaria automaticamente tudo o que eu havia escrito. 

Ele se identificou como médico, e as alegações que ele fez sobre armas eram as mesmas que haviam sido feitas anos atrás em uma revista médica — alegações que já foram inteiramente desacreditadas desde sua publicação. Ele poderia ter aprendido isso caso houvesse me dado a oportunidade de responder às suas provocações, de um modo que nos engajássemos em um debate. Porém, ele próprio deixou claro desde o início que sua carta não tinha o objetivo de gerar um debate, mas sim apenas de me acusar e me denunciar. 

Esse tipo de comportamento se tornou um procedimento padrão no mundo atual.

É sempre surpreendente — e apavorante — constatar quantos assuntos extremamente sérios não são discutidos seriamente hoje em dia; as pessoas simplesmente saem emitindo afirmativas e contra-afirmativas, tudo de maneira generalizada. Seja em debates de internet ou até mesmo em programas de televisão, as pessoas simplesmente tentam calar seu opositor falando mais alto do que ele ou simplesmente recorrendo a frases de efeito de cunho emotivo.

Há inúmeras maneiras de fazer parecer que se está argumentando sem que na realidade se esteja produzindo absolutamente nenhum argumento coerente.

Décadas de educação escolar e universitária simplificada — para não dizer idiotizante — certamente têm algo a ver com a atual situação, mas isso não explica tudo. A educação não somente foi negligenciada no sistema educacional atual, como também já foi quase que completamente substituída pela doutrinação ideológica. A doutrinação que hoje é feita por professores e instituições supostamente educacionais é amplamente baseada na simples vocalização das mesmas pressuposições básicas e não-comprovadas de sempre.

Se as instituições educacionais de hoje — desde escolas a universidades — estivessem tão interessadas em diversidade de ideias quanto estão obcecadas com diversidade racial e sexual, os estudantes ao menos adquiririam experiência ao ver as pressuposições que existem por trás de diferentes visões, e entenderiam a função da lógica e da evidência ao debaterem tais diferenças. No entanto, a realidade é que um estudante pode passar por todo o seu ciclo educacional, desde o jardim de infância até seu doutoramento, sem entrar em contato com absolutamente nenhuma visão de mundo que seja fundamentalmente diferente daquela que prevalece dentro do espectro de opiniões autorizadas e politicamente corretas que domina o nosso sistema educacional. 

No que mais, a perspectiva moral da visão ideológica predominante é completamente maniqueísta: as pessoas imbuídas dessas ideias realmente se veem como anjos combatendo todas as forças do mal — seja o assunto em questão o desarmamento, o ambientalismo, o racismo, o homossexualismo, o feminismo ou qualquer outro ismo.

Um monopólio moral é a antítese de um livre mercado de ideias. Um indicativo desta noção de monopólio moral dentre a intelligentsia esquerdista é o fato de que as instituições que estão majoritariamente sob seu controle — escolas, faculdades e universidades — são justamente aqueles que usufruem muito menos liberdade de expressão do que o resto da sociedade.

Por exemplo, ao passo que a defesa e até mesmo a promoção da homossexualidade é comum nos campi universitários — e comparecer a palestras e aulas que fazem tal promoção é frequentemente algo obrigatório nos cursos introdutórios —, qualquer crítica ao comportamento homossexual é imediatamente rotulada de "reacionarismo", "preconceito" e "incitação ao ódio", sujeita a imediata punição.

Enquanto porta-vozes de vários grupos raciais e étnicos são livres para denunciar com veemência "os brancos" por seus pecados passados e presentes, verdadeiros ou imaginários, qualquer estudante branco que similarmente venha a denunciar as transgressões ou os desvarios de grupos não-brancos garantidamente será punido, se não expulso. 

Até mesmo estudantes que não defendem ou não promovem absolutamente nada podem ter de pagar um preço caso não concordem com a lavagem cerebral que ocorre nas salas de aula. Recentemente, nos EUA, um aluno da Florida Atlantic University que se recusou a pisotear um papel em que estava escrito a palavra "Jesus", a mando de seu professor, foi suspenso pela universidade. Felizmente, a história veio a público e gerou uma onda de protestos fora do mundo acadêmico. 

A atitude deste professor pode ser descartada e ignorada como sendo um caso isolado de extremismo, mas o fato é que o establishment universitário saiu solidamente em sua defesa e atacou implacavelmente o estudante. Tal atitude mostra que a podridão moral que impera na academia vai muito mais além do que um simples professor adepto da doutrinação e da lavagem cerebral. 

Estamos hoje vivenciando todo o esplendor do anti-intelectualismo que se espalhou por metástase ao longo de todo o mundo acadêmico. As universidades se tornaram tão dominadas por uma insistência na inviolabilidade de um determinado pensamento grupal, que qualquer professor "forasteiro", que não compactue com a predominância deste pensamento gregário, não mais pode falar a respeito de um determinado assunto sem antes ter sido devidamente credenciado por seus pares. Uma simples pesquisa sobre o tratamento dispensado a acadêmicos que ousam questionar a santidade do aquecimento global mostra bem esse ponto. 

Já houve uma época em que um curso universitário era considerado um meio de introduzir as pessoas a uma ampla gama de assuntos que lhes permitiria pensar e falar inteligentemente sobre várias questões que estivessem afetando suas vidas. O pensamento coletivista — que hoje é predominante no meio universitário — rejeita tal ideia, conferindo o monopólio de determinadas questões apenas àquelas pessoas que são reconhecidas como "especialistas" por seus pares. 

Este método educacional que recorre à intimidação e à simples repetição de frases de efeito de cunho emocional evidencia a completa falência do sistema educacional. Se professores universitários — teoricamente a nata intelectual da sociedade, pessoas que por vocação e profissão deveriam ser as mais rígidas seguidoras do rigor intelectual — agem assim, como podemos esperar que o restante da população apresente discernimentos mais profundos?

Para sobreviver e progredir, seres humanos precisam saber pensar. Porém, estamos cada vez mais terceirizando esta função para acadêmicos, que por sua vez pautam o conteúdo da mídia. Tal terceirização de pensamento ajuda a explicar por que há hoje uma escassez de pensamentos originais e significativos. 

O fracasso do sistema educacional vai muito além da ausência de um aprendizado útil. O real fracasso está naquilo que de fato é ensinado — ou melhor, doutrinado — nas salas de aula, algo evidenciado pelos formandos que as universidades cospem para o mundo, seres incapazes de apresentar qualquer resquício de pensamento original. 

Jamais se preocupe em se aprofundar em qualquer assunto: os "especialistas" cujos empregos se resumem a promover a agenda do establishment político e cultural já têm tudo explicado para você.

Thomas Sowell , um dos mais influentes economistas americanos, é membro sênior da Hoover Institution da Universidade de Stanford. Seu website: www.tsowell.com.

Tradução de Leandro Roque





QUAIS SÃO OS NOMES DAS BODAS CONFORME OS ANOS DE CASAMENTO?






7 MANEIRAS DE IDENTIFICAR A DEPRESSÃO AOS 20 E POUCOS ANOS por De Cari Nireberg no LiveScience (The Huffington Post)



Os jovens de 20 e poucos anos têm bastante coisa para deixá-los de baixo astral - seja o estresse de achar um emprego, achar um cônjuge ou pagar o empréstimo estudantil. 

Apesar de acharmos que com 20 e poucos anos a vida se resume à diversão e experimentação, a depressão nos jovens é bastante comum.

JOVENS ADULTOS estão dizendo adeus à infância e adolescência e tentando encontrar o próprio caminho, ao mesmo tempo em que lidam com mudanças frequentes e incertezas, que podem despertar sentimentos de tristeza e irritação (A adolescência é notoriamente turbulento. Adolescentes estão estabelecendo suas próprias identidades, fazer mais coisas de forma independente, experimentar papéis diferentes, tomando mais riscos socialmente e, possivelmente, experimentar drogas e álcool, e tudo isso pode vir com custos emocionais. Por isso, pode ser complicado para dizer a diferença entre o tumulto típico de um adolescente e um adolescente deprimido).

Desbravar o mundo, definir a identidade própria, desenvolver a capacidade de manter relacionamentos íntimos e formar a base para uma futura carreira e para a vida adulta são alguns dos desafios enfrentados pelas pessoas aos 20 anos e que podem torná-los mais suscetíveis à depressão, segundo o Dr. Stuart Goldman, psiquiatra da infância e adolescência no Boston Children's Hospital.

Além de tudo isso, quem tem 20 e poucos anos está enfrentando esses desafios antes de o cérebro ter alcançado a maturidade completa. O córtex pré-frontal - a parte do cérebro responsável pela razão e pelo controle dos impulsos – desenvolve-se por volta dos 25 anos.

A maioria das pessoas que possuem uma pré-disposição genética à depressão, tipicamente experimentam o primeiro episódio entre os 14 e 24 anos, disse Goldman. "A grande maioria das pessoas nessa faixa etária com um episódio depressivo terá uma recorrência dentro de cinco anos após o primeiro episódio", ele disse, refletindo a natureza recorrente da doença. Para identificar se o jovem de 20 e poucos anos está deprimido, Goldman descreveu alguns sinais e sintomas que são comuns nessa faixa etária. São eles:

FALTA DE ÂNIMO: Perder o interesse em atividade antes consideradas como prazerosas é um sinal da depressão, disse Goldman. Esses jovens talvez ainda saiam com os amigos como antes, mas talvez não se divirtam ou sintam prazer na atividade. Ou talvez se isolem e tornem-se menos sociáveis, afastando-se dos colegas e passando mais tempo sozinhos.

POUCA ENERGIA: "As pessoas depressivas sentem que não há esperança", Goldman disse ao Live Science. E essa perda de esperança (O que lhe dá a motivação para ir quilômetros para uma promoção ou uma pontuação perfeita em um teste? Pode ser seus níveis de uma substância química do cérebro chamado dopamina. Pesquisadores descobriram quantidades deste produto químico em três regiões do cérebro determinar se uma pessoa é um ativa ou um procrastinador. A dopamina faz coisas diferentes em diferentes áreas do cérebro. Assim, enquanto níveis elevados em algumas regiões cerebrais estavam associados a uma ética de trabalho elevada, um aumento em outra região do cérebro parecia indicar exatamente o oposto - uma pessoa mais propensa a afrouxar, mesmo que isso significasse recompensas monetárias menores). 

"Para nossa surpresa, encontramos também uma região diferente do cérebro, a ínsula anterior, que mostrou uma forte relação negativa entre o nível de dopamina e vontade de trabalhar duro", o pesquisador Michael Treadway, estudante de pós-graduação na Universidade de Vanderbilt, disse LiveScience.) perda de esperança é muitas vezes acompanhada de uma falta de motivação. Sentir-se constantemente de baixo astral parece drenar a energia da pessoa e aumentar o cansaço, dificultando que a pessoa levante da cama ou faça as atividades do dia a dia.

CONCENTRAÇÃO REDUZIDA: Uma mente cheia de pensamentos negativos e uma visão pessimista da vida pode significar uma falta de foco e pode dificultar a tomada de decisões durante uma fase da vida em que as pessoas precisam tomar decisões importantes sobre suas carreiras, mudança de cidade, conquista da independência financeira e novos relacionamentos. Falta de concentração e atenção na faculdade, no trabalho ou no serviço militar também podem destruir ainda mais a autoestima do jovem adulto.

ACORDAR CEDO: Jovens de 20 e poucos anos deprimidos, muitas vezes, acordam às 4h ou 5h, e não conseguem mais dormir. Os jovens adultos com depressão muitas vezes apresentam níveis mais altos de cortisol, o hormônio do estresse, nas primeiras horas da manhã, o que acaba atrapalhando o sono. 

AUMENTO NO CONSUMO DE ÁLCOOL OU OUTRAS DROGAS: Para amenizar a dor e a solidão da depressão, alguns jovens acabam usando o álcool ou outra drogas como um escape ou para anestesiar a dor. "Seja sincero consigo mesmo sobre o consumo de drogas", disse Goldman. Não basta só dizer que todo mundo usa". Ter um amigo de confiança, seja um amigo ou companheiro(a), pode ajudar no processo de aceitação do problema e na solução do mesmo, ele disse.

MENOS INTERESSE NO SEXO: Durante uma fase em que outros namoram com frequência ou estão querendo um relacionamento mais permanente, a pessoa com depressão pode ter menos interesse no sexo ou uma libido reduzida. 

MUDANÇA DE PESO: Pessoas com depressão podem ter uma mudança no peso, seja para mais ou para menos. Algumas pessoas perdem peso porque perdem o apetite e tem menos interesse em comer, mas outras acumulam os quilos, usando a coida como uma fonte de consolo.  Para os pais de jovens adultos, é um desafio ver o filho(a) lutando com a depressão, também. Goldman recomenda que os pais mudem papel de "administradores" dos filhos, quando chegarem aos 18 a 20 anos, para "consultores", a partir dos 21 anos em diante, estando prontos a ajudar o jovem oferecendo direção e apoio.

Ele disse que os pais devem lembrar que "os jovens adultos precisam ter a capacidade de tomarem as próprias decisões".

A mensagem mais importante para os jovens de 20 e poucos anos é que "a depressão é de fato uma doença tratável", disse Goldman.


terça-feira, 3 de junho de 2014

HOJE É DIA DO ANIVERSÁRIO DA MINHA AVÓ PATERNA QUE COMPLETARIA 98 ANOS - 03/06/1916 (VOVÓ ANGELINA CARRILHO)






Hoje é aniversário da minha avó paterna, nascida em 03/06/1916 na cidade de Divinópolis/MG. O seu nome era:

ANGELINA DE VASCONCELOS CARRILHO

Que DEUS na sua infinita misericórdia lhe dê muitas oportunidades de trabalhar para o bem da humanidade e principalmente para nós sua família que tanto necessitamos de amparo.

Vovó Angelina sinto sua falta!
Muita Luz e amor da sua neta
Roberta Carrilho