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quarta-feira, 5 de outubro de 2022

NOITE JAPONESA EM DIVINÓPOLIS - INAUGURAÇÃO KENZUYY SUSHI

 registro pessoal


Noite maravilhosa!!!! 😋😍


Minha filha caçula M. Eduarda e meu namorado, Eduardo,  experimentaram pela primeira vez comida japonesa no melhor restaurante japonês que inaugurou ontem em Divinópolis da rede NASHY SUSHI de BH (Rua Espírito Santo, 1972 - B. Lourdes) o KENZUYY SUSHI em Divinópolis (Rua Paraíba, 300 - centro).

Foi uma noite muito agradável, cheia de sabores, novidades para os dois Eduardo/aS que venceram a resistência, medo, receio e ao final adoraram e comeram muitoS sushis e sashimis kkk e como!!!

Minha filha amou o harumaki de queijo com camarão e "nacho" japonês, pois, esse é feito de massa de harumaki frita com recheio de salmão e peixes marinados no limão.

No rodízio estava tudo bem apresentado, muito fresquinho, delicioso. Comemos: sashimis de atum, salmão e peixe branco, niguiris, uramakis, hossomakis, jhou ebiten, carpaccio de camarão, atum e robata, trouxinha de camarão com cabotcha, ceviche, camarão à milanesa, tartar de salmão, etc e o mais importante bom papo, risadas, novos amigos e beijo gostoso kkk

Gosto de Eduard(o/a)S tenho 2 agora kkkk bem pertinho.




Estão adaptando o Kenzuyy recém inaugurado  ... infelizmente faltaram nesta inauguração algumas peças como: teppanyaki (preferido da M. Tereza), kani-kama e sunomono, além dos doces. 

Mas tinha muitas opções ontem... será uma desculpa para voltarmos lá para degustar estas delícias! 💗 japa!!! 


LINKS:  nashysushi_
        
        kenzuyysushidivi

registro pessoal eu e o Eduardo Amaral em 2022









Aniversário do Eduardo Amaral - registro pessoal
Pizzaria Divera (28/11/2022)

















sexta-feira, 29 de novembro de 2019

BIOGRAFIA DA CIDADE DIVINÓPOLIS DO CENTRO-OESTE DE MINAS GERAIS



Foto by Emerson Coelho


A cidade de Divinópolis foi fundada em 13 de janeiro de 1767, por cinquenta famílias que residiam no sertão dos rios Itapecerica e Pará. As famílias eram lideradas pelo fazendeiro João Pimenta Ferreira. A cachoeira de Itapecerica que tem o significado (caminho de pedras na correnteza do rio, no Tupi), era passagem para estes fazendeiros, índios, aventureiros, entre outros.A passagem de Itapecerica era muito conhecida por sua beleza, porém foi palco de muita disputa entre autoridades das Câmaras Colônias de Pitanqui, São João del Rey e Tamanduá. A passagem era considerada como um lugar estratégico. Desde a sua fundação até 1841, pertenceu ao município de Pitangui, sendo um dos seus principais distritos e, foi anexada ao município de Tamanduá até a sua emancipação em 1911.

Em junho de 1912, a município teve a sua instalação oficial e no mesmo ano, mudou o nome para Vila Divinópolis. Dois anos depois, foi elevada à condição de cidade. Com o desenvolvimento do sistema ferroviário, a cidade teve a oportunidade da instalação de indústrias siderúrgicas, metalúrgica e aciaria, mantendo a maioria dos seus moradores empregados e aumentando o índice de desenvolvimento da cidade.

Divinópolis recebeu esse nome por causa do Divino Espírito Santo (significa: Cidade Do Divino).

A cidade é considerada a capital da região centro-oeste de Minas Gerais. Em Divinópolis, está concentrado um importante centro financeiro e comercial, além de possuir um enorme centro de confecção de roupas para pronta entrega.

A cultura da cidade tem muito destaque no cenário nacional. A arte plástica, a música, a poesia e a cultura em geral, se tornaram muito importante para os divinopolitanos. No cenário urbano, bem próximo à Catedral do Espírito Santo, está o Casarão, o Museu histórico de Divinópolis, que guarda a história local.

Em Divinópolis, já existe uma atividade turística em constante desenvolvimento. O lago da Roseira, a Ponte de Ferro do Rio itapecerica, o Centro Cultural do Povo e o Seminário do Espírito Santo, são alguns de seus pontos turísticos mais frequentados. A cidade também é muito conhecida por ser a maior consumidora de cerveja do Brasil. Por isso, em Divinópolis acontece todo ano o Festival Nacional da Cerveja que reúne cerca de 40 mil pessoas por dia no seu Parque de Exposição.

Além da cerveja, a cidade é bastante conhecida por apresentar belas cachoeiras e muitas paisagens naturais. A população de Divinópolis é bastante hospitaleira e recebe muito bem seus visitantes que chegam de todo o lugar do Brasil para conhecer a alegria dos divinopolitanos.

A partir de 1912 - 25 pessoas foram prefeitos do município de Divinópolis, sendo alguns nomeados, alguns vices que assumiram por algum motivo e outros eleitos pelo povo. Sendo: (ordem alfabética)

  1. Antônio Gonçalves de Matos (03/1936 a 11/1945) e (02/1946 a 12/1946)
  2. Antônio Olímpio de Morais (06/1912 a 08/1918)
  3. Alvimar Mourão (03/1947 a 10/1947)
  4. Américo Magalhães (11/1945 a 02/1946)
  5. Antônio Martins Guimarães (01/1973 a 01/1977)
  6. Aristides Salgado dos Santos (01/1983 a 01/1989) e (01/1993 a 12/1996)
  7. Demetrius Arantes Pereira (01/2005 a 12/2008)
  8. Domingos Sávio (01/1997 a 12/2000)
  9. Fábio Botelho Notini (01/1963 a 05/1966) e (01/1977 a 04/1982)
  10. Francisco Coelho da Fonseca (09/1918 a 12/1918)
  11. Galileu Teixeira Machado (04/1982 a 01/1983), (01/1989 a 12/1992), (01/2001 a 12/2004) e (01/2017 - atual)
  12. Isauro Ferreira da Silva (01/1919 a 06/1922)
  13. Itagiba de Souza (01/1947 a 03/1947)
  14. João Notini (06/1922 a 1925)
  15. José Antônio Saraiva (03/1936 a 03/1936) - apenas alguns dias
  16. José Maria Botelho (05/1927 a 12/1930)
  17. Jovelino da Costa Rabelo (12/1947 a 01/1951)
  18. Lauro Epifânio Pereira (10/1947 a 12/1947)
  19. Luiz Fernandes de Sousa (01/1955 a 01/1959)
  20. Olímpio Moreira de Vasconcelos (1925 a 05/1927)
  21. Orides Batista Leite (05/1966 a 01/1967)
  22. Pedro Xavier Gontijo (12/1930 a 03/1936)
  23. Sebastião Gomes Guimarães (01/1951 a 01/1955), (01/1959 a 12/1963) e 01/1971 a 01/1973)
  24. Vladimir de Faria Azevedo (01/2009 a 12/2016)
  25. Walchir Jesus de Resende Costa (01/1967 a 01/1971)





domingo, 5 de maio de 2019

BEM-VINDOS A 1964 (Divinópolis/MG) por Dr. Anselmo Alves de Carvalho Junior




DIVINÓPOLIS - policiais militares invadem bar da Val na rua São Paulo com truculência, abusam do poder de autoridade, tentam quebrar braço de advogado sem qualquer constrangimento. Infelizmente acabou o limite da observância da lei nessa era negra bolsonarista. Lamentável esses abusos cada vez mais frequentes pelos militares que agora se acham intocáveis pela justiça e lei
Roberta Carrilho 



O motivo desta manifestação é simples: A Polícia me prendeu, sem qualquer crime ou razão, para “averiguação”. E não, isto não é um fato fictício.

Explico. Ontem, 03/05/19, sexta-feira, estava com a Gabriela Pedrosa e alguns amigos no “Bar da Val”, na região central de Divinópolis. Se trata de um estabelecimento completamente fechado por grades nas laterais e na frente, sem saída por trás e com uma única porta. Haviam muitas pessoas no local, pacificamente, algumas bebendo, outras não, sem qualquer agitação, sem som, sem qualquer confusão.

Por volta das 23h, 4 viaturas da PMMG pararam abruptamente na frente do estabelecimento, momento em que aproximadamente 6 policiais desembarcaram e, com toda agressividade possível, começaram a dar uma “batida” na frente da única porta.

Durante a ação, dois policiais, sem qualquer motivo, sem resistência de qualquer dos presentes e sem qualquer risco, sacaram as armas em direção aos clientes do bar. Neste momento, eu que sou advogado (OAB/MG 182.414) e estava em pé próximo a porta do bar, questionei a um dos referidos PM sobre o porque ele estava com a arma sacada, colocando em risco todos os presentes. Me dirigi a outro Policial e o pedi que acalmasse aquele que estava mais exaltado, mas fui ignorado.

Logo após, umas 7 pessoas adentraram o bar, e as acompanhei. Permaneci sentado na primeira mesa ao lado da porta, onde o pessoal que veio comigo estava, para aguardar. Então, 3 policiais entraram no estabelecimento e prontamente começaram a me agredir sem motivo. Um deles, chamado Figueiredo, torceu meu braço esquerdo pra trás e tentou quebrá-lo. Logo após, um policial me agarrou meu braço direito, e um foi por trás e me algemou o mais forte possível, o que acabou deixando hematomas nos meus pulsos. Isso sem que eu tivesse apresentado qualquer resistência, absolutamente nenhuma, e sem que houvesse qualquer risco de fuga, uma vez que estava sentado na mesa de um bar completamente fechado, com uma única porta onde estavam os demais policiais.

Mesmo após algemado, e ainda sem oferecer qualquer resistência, se recusaram a dizer o motivo pelo qual estava sendo preso, se recusaram a se identificar, não permitiram que eu comunicasse a prisão a ninguém e não permitiram sequer que eu pegasse meus documentos pessoais. Um deles ainda afirmou “somos policiais, nós vamos fazer o que quisermos”. Minha sorte foi que não estava lá sozinho, e pessoal avisou meus pais.

Na sequência, o PM Figueiredo novamente tentou quebrar meu braço, empurrando meu corpo pra frente e torcendo o braço pra trás, motivo pelo qual ainda estou com bastante dor no ombro. Outro policial, de nome Sgt. Maia, me arrastou para a viatura e abriu a “cela” do porta-malas. Me revistaram por duas vezes, levantando camisa, calça, etc., e nada encontraram, como era de se esperar.

Diante de tal situação, eu voluntariamente tentei entrar na “cela”, e quando isso ocorreu, o PM de nome Vidal me empurrou, o que fez com que eu caísse. Já dentro, pedi um momento para colocar minhas pernas pra dentro, e como neste ponto já é de se imaginar, fui ignorado e o policial Figueiredo fechou a tampa do porta-malas sobre minhas canelas até que a porta travasse.

Fui conduzido à delegacia de Polícia Civil. Ao ser puxado para fora do carro, fiz questão de observar e guardar o nome dos policiais que estavam cometendo tal abuso de autoridade, Figueiredo e Maia foram os principais. Ao subir a rampa, o Sgt. Maia me puxou, torceu meus braços que já estavam algemados, apertou meus dedos, empurrou com força minha nuca, e disse: “tá olhando pra mim porque?”. Respondi apenas “estou olhando o nome de vocês”, e ele me disse “você vai ver o que eu vou fazer com você”.

Já dentro da delegacia, sem qualquer motivo que justificasse o que fizeram, os Policiais Militares conversaram entre si e resolveram que iriam registrar a prisão por desobediência, que obviamente não ocorreu. Me colocaram em pé, de frente para uma parede, algemado. Assim que me identificaram e viram que era advogado, retiraram as algemas e não me colocaram na cela, me mandaram sentar. Como um passe de mágica, passaram a ter educação, a dizer por favor e obrigado.

Meu pai, que é Juiz, chegou acompanhado do advogado Dr. Halssil. Ao vê-los, por um “aparente milagre”, todos os policiais se tornaram dóceis e amáveis, agindo agora com educação e extrema cortesia, tanto com eles quanto comigo.

Como sou advogado, há por lei a necessidade da presença de um representante da Ordem, que foi chamado pela minha família e não pela Polícia. Ao chegar, o representante se dirigiu a mim, momento em que o PM Figueiredo, o mais agressivo de todos, pediu, como um expert em educação, um cartão do representante para registrar o nome do mesmo. Ao receber o cartão, disse o seguinte: “um prazer imenso conhecer o senhor doutor, tenho que devolver ou posso guardar pra mim?”. O representante disse que poderia ficar, e eu disse em voz alta: “Agora além de educado ele virou puxa-saco”.

Minutos depois, os Policias devolveram meus pertences e após as formalidades, fui liberado sem sequer ser ouvido. Ao meu pai, o mesmo policial puxa-saco disse: “foi um prazer conhecer o senhor dr.”. Assinei somente um Termo de Compromisso de Comparecimento.

Poderia não expor tal fato aqui, mas diante do momento que vivemos, acho extremamente importante que eu o faça. Porque eu posso, não porque eu seja melhor que qualquer outra pessoa, não sou, mas por causa das minhas condições pessoais. Porque sou branco, de classe média alta, advogado e sou filho de um juiz. Porque a educação dos policiais não pode aparecer só para aqueles que podem fazer algo. Apenas imaginem se fosse pobre, negro e favelado. Se não tivesse ninguém olhando por mim. O que poderia ter acontecido? Talvez 80 tiros, como acabamos de ver.

Obviamente, se o motivo fosse uma suposta desobediência, deveriam ter dado voz de prisão para todos, mas vieram atrás de mim apenas. Porque eu os questionei na frente de outras pessoas. Porque quiseram mostrar força, queriam mostrar o que aconteceria se alguém os questionasse. Queriam mostrar que eram poderosos.

Felizmente, o estabelecimento onde ocorreram os fatos conta com câmeras de segurança externas e aparentemente internas também, então toda ação foi gravada. Já requisitei as filmagens à dona, que gentilmente se disponibilizou a cedê-las. Assim que as receber, vou colocar o vídeo no YouTube e atualizar esta publicação com o link.

Hoje irei comparecer a Policia Civil para dar notícia do fato, e na segunda-feira ao Ministério Público, para que os policias que cometeram o abuso de autoridade sejam responsabilizados criminalmente.

Além disto, amparado na Lei, acionarei civilmente os responsáveis, para que sejam obrigados a pagar uma indenização. Representarei, também, perante a Corregedoria de Polícia. Por fim, vou requisitar uma manifestação oficial da OAB.

Vou atrás dos responsáveis. Eles não podem achar que podem fazer este tipo de coisa e ficar tudo bem, sem consequências. Porque quanto mais fizerem isto e nos calarmos, mais eles irão se sentir legitimados a fazer este tipo de coisa. Não dá pra deixar passar.

Atônito e com medo, fui injustamente agredido e humilhado perante todos os presentes, por aqueles que deveriam estar ali para me proteger e proteger os demais. Tive minha dignidade, base da democracia, completamente violada sem qualquer constrangimento por parte dos responsáveis. Ou melhor, por bandidos travestidos de policiais.

Esta é a nova orientação da polícia sob o governo Bolsonaro. Cuidem-se, a repressão é real.

Peço a todos que puderem, que compartilhem este relato. Precisamos fazer algo antes que seja tarde demais.

Por fim, se fosse possível voltar no tempo até o início de tudo, de cabeça fria digo que não mudaria nada. Não podemos nos calar.



segunda-feira, 6 de junho de 2016

TREM DA ALEGRIA por Jotha Lee




No momento em que o país passa por uma crise sem precedentes, com o cidadão tendo seu poder de compra reduzido em níveis alarmantes, real em queda livre, inflação em disparada e desemprego subindo vertiginosamente, um dos primeiros atos do novo governo instalado em Brasília, comandado pelo presidente em exercício, Michel Temer, dá o velho exemplo da irresponsabilidade. Ontem o país recebeu a notícia de que um vergonhoso trem da alegria chega a Brasília, distribuindo aumentos de até 41% para 16 categorias de servidores públicos.

Os primeiros premiados estão nos tribunais, que passam a ter novo teto salarial, seguindo-se do inevitável efeito dominó. A gastança vai representar centenas de milhões de reais aos cofres públicos, para bancar um aumento absurdo, muito além de todos os índices inflacionários, quatro vezes maior que o reajuste dado ao salário mínimo, que não veio acompanhado de mordomias, como esse trem da alegria virá. Para bancar essa conta, o governo vai tirar da saúde, da infraestrutura, da educação. Saia de onde sair, o dinheiro estará garantido, enquanto o trabalhador pena no seu dia a dia para fugir da miséria, diante de uma crise da qual o presidente Temer também foi arquiteto.

O que mais chama a atenção é que o discurso na ponta da língua de Temer antes do afastamento de Dilma Rousseff, era buscar saídas pra a crise e a retomada do crescimento da economia. Até agora, nenhuma medida prática de recuperação econômica foi tomada por esse governo, que anda feito barata tonta, com bravatas de seu comandante principal, o eventual ocupante da cadeira presidencial, discursos decorebas de seus aliados, enquanto o maior o país da América Latina, citado com pompa e circunstância como a sétima econômica do mundo, vai se atolando em um buraco sem fundo, alimentado pela corrupção que campeia em todos os setores da vida pública e pela omissão de um governo que já demonstrou ser tão ou mais incompetente do que o petista.

Temer não tem o direito, aliás, não tem moral, para dizer que não sabe o que está acontecendo nesse caso do trem da alegria que chega fumegando e apitando na estação do Planalto Central. Ele é governo há três anos, portanto, obrigatoriamente, sabe mais do que qualquer economista que o pais está às avessas, correndo sérios riscos de uma brutal recessão. E, mesmo sabedor dessa situação de altíssimo risco que o país enfrenta e dos estragos ainda maiores que o aumentozinho de 41% que chega no mais recente trem da alegria poderá fazer, não teve coragem suficiente para enfrentar as chantagens de sempre na pressão pelo reajuste.

Ao país, Temer acaba de passar a imagem de fraqueza, quando na verdade o que se precisava era de um governo com disposição e coragem para enfrentar o desafio de fazer o país voltar a crescer. Não é possível acreditar que a equipe econômica tenha deixado de alertar ao presidente em exercício, da irresponsabilidade de se conceder um aumento desse tamanho a essa altura do campeonato.

O povo foi às ruas por um governo comprometido com os interesses coletivos, capaz de adotar decisões corajosas de defesa de todo o país. O povo foi às ruas na esperança de recuperar o poder de compra, a autoestima e a esperança de que o país ainda tem jeito. O trem da alegria movido por 41% de aumento para classes públicas privilegiadas é um soco no estômago dos 12 milhões de brasileiros desempregados, que certamente ainda estão anestesiados por essa desastrosa decisão do governo.