sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

FRASE DO DR. HOUSE



Ninguém mais tentará escolher meus caminhos.
Ninguém mais vai dizer-me o que eu posso fazer.
Ninguém mais vai dobrar minhas asas de pássaro livre.
Ninguém mais quebrará essas lanças da minha ousadia.
Ninguém mais será dono de mim...


ATITUDE INCOERENTE



TEM GENTE QUE AJUDA UM CEGO A ATRAVESSAR A RUA,
MAS NÃO AJUDA UM GRANDE AMOR A ATRAVESSAR A VIDA.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

LEI DA FICHA LIMPA PARA AS ELEIÇÕES DE 2012 APROVADA HOJE PELO STF


Notícias STFImprimir
Quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Direto do Plenário: Lei da Ficha Limpa é constitucional, define STF
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) concluíram nesta quinta-feira (16) a análise conjunta das Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADC 29 e ADC 30) e da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4578) que tratam da Lei Complementar nº 135/2010, a Lei da Ficha Limpa.
Por maioria de votos, prevaleceu o entendimento em favor da constitucionalidade integral da lei, que prevê a inelegibilidade de candidatos condenados por decisão transitada em julgado ou por órgão judicial colegiado. Ainda pela decisão da Suprema Corte, as causas de inelegibilidade alcançam atos e fatos ocorridos antes da entrada em vigor da norma, em junho de 2010. A lei poderá ser aplicada nas eleições deste ano.
Por maioria, as ADCs 29 e 30 foram julgadas totalmente procedentes e a ADI 4578 foi declarada improcedente.

O CAMINHO MAIS FÁCIL É DESANIMAR. MAS NÃO CREIO QUE SEJA O MAIS HONESTO.




TUDO O QUE FUI PROSSEGUE EM MIM - Martha Medeiros



‎"Não voltaria no tempo para consertar meus erros, não voltaria para a inocência que eu tinha - e tenho ainda. Terei saudades da ingenuidade que nunca perdi? Não tenho saudades nem de um minuto atrás. Tudo o que eu fui prossegue em mim."
Martha Medeiros - my idol

O GRUPO DE APOIO À ADOÇÃO DE VOLTA PRA CASA DE DIVINÓPOLIS REPRESENTA MINAS GERAIS NA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA



Aconchego celebra convênio com a Secretaria de Direitos Humanos 
7 de fevereiro de 2012 às 10:52


Após seleção em Edital de Chamada Pública N. 01/2011 da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, atendendo ao programa de Fortalecimento de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente, o ACONCHEGO foi selecionado para executar em 2012/2013 o Projeto “Novos Vínculos Afetivos para Crianças e Adolescentes”. 

O principal objetivo é disseminar práticas que contribuam para o sucesso da adoção legal e apadrinhamento afetivo de crianças e adolescentes em situação de acolhimento institucional com remotas ou nulas possibilidades de retorno ao convívio familiar. 

O projeto vale-se da capacitação e do acompanhamento de 200 profissionais envolvidos com a promoção e a garantia dos direitos de crianças e adolescentes em 10 estados Brasileiros.

O GRUPO DE APOIO ADOÇÃO DE VOLTA PRA CASA DE DIVINÓPOLIS/MG ESTARÁ LÁ REPRESENTANDO MINAS GERAIS.

É uma honra para nós dos mais de 102 Grupos de Apoio à Adoção no Brasil somente 10 foram escolhidos. Foi uma surpresa boa que recebemos o convite, pois, alguns Estados de mais expressão nacional não foram contemplados. Isso mostra reconhecimento ao nosso trabalho!! 

Estamos muito orgulhosas com o convite!

Roberta Carrilho
Voluntária do Grupo de Apoio à Adoção de Volta pra Casa - Divinópolis/MG 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

LANÇAMENTO DO SITE FRENTE PARLAMENTAR DA ADOÇÃO



Quero parabenizar a todos que contribuíram para que esta FRENTE PELA ADOÇÃO e também o site estivessem acessível a todos nós brasileiros, grupos de apoio à adoção, pais adotivos, pretendentes à adoção, cidadãos etc. 

Sim, é um avanço esta FRENTE PARLAMENTAR DA ADOÇÃO para o país!

Parabéns Senador Aécio Neves, Senador Magno Malta, Senador Paulo Paim, Senador Lindberg Farias, Deputado Federal Gabriel Chalita, Deputado Federal Eros Biodini, Ministra Maria do Rosário Nunes, Ministra Eliana Calmon, Dr. Nicolau Lupianhes Neto, Dra. Taís Schilling Ferraz, Deputada Estadual de Minas Luzia Ferreira, Bárbara Tôledo da Angaad e Quintal de Ana/RJ, Fabiana Gadelha do Conanda, Dr. Sávio Bittencourt - Promotor/RJ, Sandra Amaral - Grupo de Apoio à Adoção de Volta pra Casa - Divinópolis/MG, Pe. Fabio de Melo e tantos outros (a lista é grande) que lutam diuturnamente em prol desta causa linda que é a ADOÇÃO. 

Essa Frente fará diferença na vida de milhares de crianças e adolescentes, pois, através dela será possível sonhar uma "Família para todos", principalmente àqueles que estão institucionalizados a espera de um lar. 

Também facilitará todos os processos, seja no âmbito legal, informativo, fiscalizatório e judicial. Com isso será possível ter acesso as informações para formular novas políticas públicas para a adoção no Brasil seja célere e desburocratizada.

Portanto, não poderia deixar de escrever este depoimento porque hoje é um dia de muitas alegrias para todos os Grupos de Apoio à Adoção do Brasil. 

Estamos muito felizes com nossos corações cheios de boas novas!

Atenciosamente,

Roberta Carrilho
Voluntária do Grupo de Apoio à Adoção de Volta pra Casa de Divinópolis/MG. 







fotos: Senador Aécio Neves, Senador Lindberg Farias, Fabiana Gadelha, Pe. Fabio de Melo, Deputado Gabriel Chalita etc



Somos uma Frente Parlamentar Mista Suprapartidária Intersetorial. “Mista” porque envolve membros das duas casas do Congresso. Suprapartidária porque transcende as questões partidárias conjunturais e se estabelecem relações por uma causa. Intersetorial porque queremos convidar para este movimento parceiros da sociedade civil e demais poderes constituídos.
Contamos com a parceria da ANGAAD (Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção), que nos fornece mapeamentos e estudos; da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), que sediou um seminário e tem realizado vários debates sobre o tema; da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, cuja frente estadual atua em parceria conosco, e da Webcitizen, que criou este site.
A iniciativa de criar esta frente foi de deputados federais e senadores dispostos a passar por cima de diferenças ideológicas para resolver um problema que prejudica crianças e adultos do Brasil inteiro. A frente parlamentar tem como seus proponentes os deputados Gabriel Chalita, Alessandro Molon, Antônio Reguffe e os senadores Aécio Neves e Lindbergh Farias.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

SENADOR MAGNO MALTA PARA O MINISTRO GILBERTO CARVALHO: 'Cara de pau! Ministro Meia Boca! Safado!'

Senador Magno Malta o senhor é um homem de coragem e fé!
Eu acredito na sua competência.
Eu acredito na sua coerência de vida e de fala.

Parabéns!
Roberta Carrilho

ESTA FOTOGRAFIA DE BIKE É A 'THE BEST'!

Day Three Hundred Seventeen by Dustin Diaz


Gosto tanto desta foto que ela é o descanso de tela do meu note. 
Simplesmente amo tudo nela!

Eu gostaria de ter uma camiseta com ESTA foto na frente. 
Aliás, as minhas fotos favoritas 70% ou mais dariam lindas camisetas 
para comercializar como exclusivas
Bom gosto eu sempre tive! Tudo que eu gosto a grande maioria também gosta. É fato.
Sempre foi assim...

Não estou sendo prepotente, não tenho este perfil. 
Apenas constatando uma realidade através das minhas observações no dia a dia. 
Sempre que eu inventava, escolhia um objeto ou usava alguma coisa pessoal ou exclusiva na faculdade, no serviço virava moda. Era um zum zum zum só.
Sou diferente e as pessoas parecem gostar disso!

Se eu pudesse iria fazer uma coleção destas fotos em camisetas  de 100% algodão nas cores básicas  combinando com as mesmas (fotos) e colocar em um site especializado para vendê-las 
(claro com autorização dos fotógrafos). 

A renda seria destinada a ajudar grupos sem fins lucrativos 
que têm como projeto as crianças. 
Crianças institucionalizadas sem família, 
crianças com câncer ou com outras doenças, 
crianças carentes etc; 

todo o lucro das vendas seria destinado para essas ONG'S .


E claro para o Grupo de Apoio à Adoção de volta pra Casa - Divinópolis/MG 
(lema: FAMÍLIA PRA TODOS).
Sou voluntária ativa neste projeto.



 o Quintal da Casa de Ana - Niterói/RJ 
(lema: PARA CADA CRIANÇA UMA FAMÍLIA).


São ONG's, ou seja, associações civis de caráter privado, beneficente e sem fins lucrativos.

... e outras entidades sérias que trabalham em prol das crianças ...

É uma ideia genial pegar estas fotos que eu gosto e colocá-las estampadas em camisetas de algodão. 
Teria modelos para todos os públicos: infantil, adulto etc.

 Todos iriam adorar ter uma camiseta exclusiva destas.
Além de ser genial é uma ideia criativa e fantástica.

Tenho certeza seria um sucesso!
Quem sabe???? Tudo pode acontecer.

Roberta Carrilho

OUTRO MODELO PRA CAMISETA


waiting by Victor Bezrukov
waiting, a photo by Victor Bezrukov on Flickr.


MAIS UM MODELO ...

OUTRA MODELO DE CAMISETA QUE SERIA BACANA


Janet Bike Girl by Janet Bike Girl
Janet Bike Girl, a photo by Janet Bike Girl on Flickr.


QUERO UMA CAMISETA COM ESTA ESTAMPA ....


Ownerless Bike by Norbert Cieslik
Ownerless Bike, a photo by Norbert Cieslik on Flickr.

Eu gostaria de encontrar para comprar 
uma camiseta com esta estampa. 
Seria maravilhoso! Imagina! 
É muito difícil e ninguém teve essa ideia ainda ! 
Mas é uma ideia genial e fantástica!

Têm muitas pessoa que curtem bikes como eu. Conheço várias.
Tenho certeza que é um projeto rentável em fabricar 
camisetas com fotos ou estampas de bike
em diversos estilos, modelos e formas. 

Seria um sucesso! 
Basta ter bom gosto e uma estratégia de marketing  e claro uma boa distribuição e controle.

Nem precisa de loja física, bastava uma loja virtual e pronto!

Estou procurando a tempos uma camiseta 
com uma bike estampada na frente e não encontro....

Quando encontro, é sempre a mesma porcaria. 
Sem graça, masculinas e sem vida, 
Ou seja, só umas feiinhas sem qualidade  
no corte e algodão duvidoso.

Sem falar que as imagens não são criativas, 
artísticas ou exclusivas. 
É uma mesmice só.

*Taí uma super ideia!

... e enquanto não aparece um empreendedor visionário eu continuo sem encontrar uma camiseta bacana  pra mim.

Anémmmm!!!

Se alguém conhecer uma loja que venda camisetas de algodão com fotos ou estampas de bike, seja estilizada como esta ou clássica
me indica a loja ou fornecedor!
Please!!!
Roberta Carrilho

sábado, 11 de fevereiro de 2012

PRA FALAR A VERDADE ...



É assim que eu penso e sinto...
Roberta Carrilho

NÃO ADIANTA ESPERAR DOS OUTROS, O QUE FALTA EM VOCÊ!



RESPEITO ÀS DIFERENÇAS ... EU APOIO ESSA IDEIA!





O PAPEL DO HOMEM DE BEM É VIGIAR A SI MESMO NO QUE PENSA, FALA E FAZ ...





TUDO ACONTECE COM UM PROPÓSITO EM NOSSA VIDA ...



Tudo acontece com um propósito
em nossa vida, 
você não deu certo com aquela pessoa? 
É só um passo para encontrar a certa.




CARTA ABERTA À REDE GLOBO POR TRATAR ADOÇÃO COMO FILIAÇÃO DE 2ª CLASSE - DRA. BÁRBARA TOLEDO (PRESIDENTE DA ANGAAD E MÃE BIOLÓGICA E ADOTIVA DE 5 FILHOS)




CARTA ABERTA
À Rede Globo de Televisão
Ao Escritor Aguinaldo Silva
Ref.: Novela Fina Estampa

Prezados Senhores:
Meu nome é Bárbara Toledo, sou fundadora do Grupo de Apoio à Adoção QUINTAL DA CASA DE ANA (www.quintaldeana.org.br), que trabalha em prol da garantia do direito à convivência familiar de crianças e adolescentes que vivem em instituições de abrigo, "varridos para debaixo do tapete da sociedade", apoiando as famí­lias adotivas, orientando os pretendentes à adoção, justamente para que essa decisão em suas vidas seja muito bem sucedida.


Presido a ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS GRUPOS DE APOIO À ADOÇÃO (ANGAAD)  www.angaad.org.br, entidade sem fins lucrativos, que congrega há 18 anos, mais de 100 grupos de apoio à adoção com representatividade em todas as cinco regiões brasileiras e luta pela garantia do direito à convivência familiar de toda criança e adolescente institucionalizado. E, atualmente, temos cerca de 40.000 crianças institucionalizadas à espera de uma família!


De fato, nos últimos anos, o Movimento Nacional de Apoio à Adoção, responsável na luta pela promulgação da nova Lei da Adoção, tem contado e muito com a colaboração da imprensa falada e escrita na divulgação de uma NOVA CULTURA DA ADOÇÃO!


E, o que é essa NOVA CULTURA DA ADOÇÃO?


A filiação adotiva deve ser considerada de igual valor que a biológica (até mesmo porque também os filhos biológicos devem ser adotados, cuidados e amados para serem verdadeiramente filhos); a adoção não deve ser um ato de caridade, mas sim um ato de amor, uma "via de mão dupla" onde pais e filhos são ganhadores; a verdade da origem do filho adotivo deve ser respeitada e conhecida (desde que possível) e a adoção deixe de ser um segredo de família, algo que não se possa revelar (ora, somente as coisas feias ou inadequadas procuramos esconder), e especialmente, através da qual possamos corrigir a inércia do Poder Público que não tratou essas crianças, hoje adolescentes, como sujeito do direito de ter uma família, e por isso lutamos todos os grupos pelas adoções necessárias, isto é, por adoções tardias, inter raciais, de grupos de irmãos, de deficientes e com ví­rus HIV.


Com esse trabalho, temos conseguido alterar o perfil do habilitado à adoção que, tradicionalmente, estava direcionado para bebês saudáveis, brancos e, preferencialmente, meninas. Atualmente, muitas crianças e adolescentes, antes fadados a viver eternamente em entidades de acolhimento institucional (antigo abrigo) por estarem fora do perfil comumente desejado, estão sendo adotadas e passaram a compor famílias que convivem felizes e em harmonia com as suas escolhas.


No entanto, a ANGAAD tem sido o receptivo de todas as angústias que famílias, pretendentes, profissionais e simpatizantes da adoção tem manifestado com relação às cenas da novela "Fina Estampa" que, em pleno horário nobre da TV, desde 28 de janeiro último, vem tratando do grande "segredo" da personagem Teresa Cristina.


Seu grande segredo, revelado com estardalhaço e de forma fantasiosa, refere-se ao fato de ser filha biológica de uma empregada que morreu louca em um sanatório psiquiátrico e ter sido adotada legalmente por uma família milionária.


A revelação de tal segredo parece justificar a personalidade de Tereza Cristina demonstrada ao longo da novela: uma pessoa psicótica, maquiavélica, má, péssima mãe, mesquinha, vingativa, e principalmente, uma homicida reincidente, que agiu para garantir a não revelação do terrível segredo !


A partir da revelação do segredo o descompasso aumenta ainda mais. Criam-se questionamentos sobre o real sobrenome de Tereza Cristina, se teria ou não direito à herança dos pais (adotantes) falecidos, se seu irmão (Paulo) deveria ou não fazer exame de DNA para "desmascará-la".


Essas são apenas algumas das situações que fazem transbordar todo preconceito com relação a adoção como se fosse uma filiação de segunda classe.


Revelação e segredo: A adoção não pode ser tratada como segredo! Absurdo descobrir que a tia de Tereza Cristina, interpretada pela atriz Eva Vilma, vem chantageando a sobrinha em virtude de tal segredo. A origem biológica do filho adotivo é um componente de sua biografia, mas não será jamais o referencial maior de sua vida. O processo de criação e educação oferecidos pelos pais adotivos constituirão as suas matrizes psicológicos mais importantes.


Pessoas adotadas não são coitadinhas que foram acolhidas por um ato de piedade. São pessoas tão somente, que foram escolhidas como filhas pelo amor. A adoção é o processo de filiação fundamentado no afeto, sendo a única forma de se configurar a verdadeira paternidade e a maternidade. O fato de termos gerado crianças não nos torna pais e nem estas filhos. Todos os pais, inclusive os biológicos, precisam adotar afetivamente as suas crianças para que estas se tornem filhos.


Da origem genética: A vergonha de Tereza Cristina por ser filha de uma empregada doméstica é preconceituosa e absurda. A grande maioria das crianças e adolescentes disponibilizadas a adoção tem origem na pobreza, no abandono, na mendicância. Nenhuma dessas crianças e adolescentes deverá ter vergonha de sua origem. Tal colocação fere a dignidade da pessoa humana.


Dos questionamentos acerca do sobrenome de família: Tereza Cristina foi legalmente adotada. Seu sobrenome é da sua família adotiva, simplesmente da sua família. A inserção dessa dúvida está colocando em polvorosa inúmeras famílias formadas pela adoção que, no desespero, mesmo com toda a formação recebida, passam a povoar o imaginário com tal dúvida. A Adoção é uma ato irrevogável que rompe todos os vínculos com a família biológica!


Da herança: Inquestionável que crianças e adolescentes legalmente adotados têm assegurados todos os direitos sucessórios. Totalmente descabida tal colocação ou sua menção por outros personagens do folhetim.


Dos componentes psiquiátricos e da falta de comprovação da transmissão hereditária: Muitas pesquisas científicas tem sido feitas neste sentido, entretanto, nenhum estudo em psiquiatria é categórico ao enfatizar uma influência exclusivamente genética, considerando sempre os fatores ambientais no desencadeamento ou manutenção dos transtornos. Em relação a esquizofrenia especificamente, até o momento, os estudos são também inconclusivos ao colocá-la como genética ou hereditária, embora tenhamos certeza de que a probabilidade de filhos esquizofrênicos é maior se um dos pais for esquizofrênico e muito maior se ambos o forem. Sempre se fala em "probabilidade" ressaltando-se a influência ambiental na maioria dos estudos.


Uma enormidade de crianças e adolescentes adotados são filhos biológicos de alcoolistas, usuários das mais diversas drogas, dentre elas o crack, pacientes psiquiátricos, portadores do vírus HIV, dentre outros. Assim, a abordagem escolhida para a personagem Tereza Cristina faz um enorme desserviço à causa da adoção, afastando o adotante do real interesse do instituto da adoção que é a criança.


E como se tivessem sido reabertos baús que acreditávamos esquecidos e os fantasmas dos preconceitos passassem a rondar novamente o imaginário social...


A maioria da população não tem conhecimento cabal dos procedimentos legais da Adoção, da sua irrevogabilidade, dos direitos e deveres que dele decorrem e dos aspectos emocionais e psicológicos que envolvem uma verdadeira atitude adotiva.


Entendemos a liberdade de expressão e jamais nos colocaríamos na posição da malfadada censura, contudo, os últimos capítulos só têm reforçado todo preconceito com relação à Adoção.


Outrossim, numa ponderação hierárquica dos princípios constitucionais , se sobrepõe à liberdade de expressão a dignidade da pessoa humana que, por força do disposto no Art. 227 parágrafo 6º da Constituição Federal, não pode sofrer qualquer designação discriminatória relativa a sua filiação


Assim, por todas as razões já colocadas e prejuízos e constrangimentos para inúmeros pais e filhos adotivos brasileiros, vimos solicitar não somente uma reinterpretação da questão envolvendo o tema da adoção da personagem Tereza Cristina, mas principalmente o esclarecimento dentro do âmbito da novela do real significado da CULTURA DA ADOÇÃO.


Desde já agradecemos pela atenção dispensada e aguardamos ansiosos pelas providencias a serem adotadas para reparar a dor causada às famílias adotivas e o prejuízo a toda luta de tentar encontrar uma família para as 40.000 crianças abrigadas.


Atenciosamente,
Barbara Toledo
Presidente da Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção ANGAAD
http://www.facebook.com/profile.php?id=100002890662220
http://www.quintaldeana.org.br/



Não precisa dizer o que penso e sinto a respeito desta sua magistral carta aberta... é muito óbvio!!!!
Bárbara continuo sendo sua fã incondicional. Você é D+

Você é uma destas pessoa que Deus escolhe para fazer a diferença no mundo.
Somos gratas pelo seu carinho de sempre, atenção, apoio, assessoria jurídica, troca de experiência, amizade etc.



Parabéns pela iniciativa e competência!
Roberta Carrilho
Voluntária do Grupo de Apoio à Adoção de Volta pra Casa 





Sandra Amaral (Grupo de Volta pra Casa - Presidente do nosso Grupo), 
Ministra Eliana Calmon do CNJ e Dra. Bárbara Toledo da ANGAAD

 Senador Magno Malta, Dra. Bárbara Toledo da ANGAAD, Ministro Dias Toffoli do STF
e Sandra Amaral (Grupo de Volta pra Casa - Presidente do nosso Grupo)

Dra. Bárbara Toledo da ANGAAD no 1º Encontro Estadual em Divinópolis

Luiza, Gorete, Eu, Sandra Amaral, Bárbara Toledo, Silvana etc...

1º Encontro Estadual de Apoio aos Grupos de Adoção em Minas realizado em Divinópolis

Lançamento da Frente Parlamentar de Apoio à Adoção no Estado de Minas Gerais

Esse evento coordenamos juntas eu, Sandra e Gorete  a nível estadual (foi uma loucura!)
(vieram várias autoridades e discutiram temas de grande relevância sobre adoção)
http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=6343325434762002524#editor/target=post;postID=6707620291971673990

Ao final sentimos aquela sensação de realização e felicidade.
Foi um sucesso!!!! 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

ESTOU DE LUTO PELO ASTRO REI DO RICARDO.


ASTRO REI AONDE ESTIVER RECEBA MEU CARINHO E MUITA PAZ!
Roberta Carrilho


O Ricardo sentirá muita sua falta, viu!
Ele te ama...

ACREDITE VOCÊ PODE SER FELIZ! SORRIA, SEMPRE, SEMPRE, SEMPRE...


Um coração alegre faz um rosto bonito.
A alegria é um remédio divino.
Estar alegre é a maneira de resolver muitos dos problemas da vida.
A alegria de viver é a oração mais feliz de todas.
Ser feliz é ser sábio. Busque sempre a sua felicidade.
Ache-a nas pequenas coisas.
Observe o Sol, a luz, a chuva.
Sinta o vento bater em sua face, caminhe descalço na grama.
Acredite você pode ser feliz. Foi por isto que você nasceu, para ser feliz.
Sorria, sempre, sempre, sempre…

Emmanuel – psicografia de Chico Xavier.

MEU SILÊNCIO = UM MILHÃO DEPENSAMENTOS - CORAÇÕES DISTANTES


Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos: 

“Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?” 
“Gritamos porque perdemos a calma” disse um deles. 
“Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?” Questionou novamente o pensador. 
“Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça”, retrucou outro discípulo. 
E o mestre volta a perguntar: “Então não é possível falar-lhe em voz baixa?” 
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu: 

“Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. 

Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? 

Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.” 

Por fim, o pensador conclui, dizendo: 

“Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta”.

Quando você for discutir com alguém, lembre-se que o coração não deve tomar parte nisso. Se a pessoa com quem discutimos não concorda com nossas idéias, não é motivo para gostar menos dela ou nos distanciar, ainda que por instantes. Quando pretendemos encontrar soluções para as desavenças, falemos num tom de voz que nos permita uma aproximação cada vez maior, como a dizer para a outra pessoa: “Eu não concordo com suas idéias ou opiniões, mas isso não me faz gostar menos de você.” 

Pensem nisto!
Roberta Carrilho

FAZENDO AMOR - Osho



O amor precisa ser acalentado e saboreado muito lentamente, para que ele banhe o seu ser e se torne uma tal experiência de gozo que você deixe de existir como ego. Não é que você esteja fazendo amor - você é amor.

O amor pode se tornar uma energia maior à sua volta. Ele pode transcendê-lo e a seu amado de forma que ambos se percam nele. Mas, para isso, você precisará esperar. Espere um momento e logo terá o jeito para isso.

Deixe que a energia se acumule e deixe que aconteça espontaneamente. Aos poucos você perceberá quando o momento surge. Você começará a perceber os sintomas, os pré-sintomas e não haverá dificuldade.

Se não surgir o momento em que você naturalmente entra no ato do amor, espere; não há pressa. A mente ocidental tem muita pressa - mesmo ao fazer amor, isso é algo a ser feito às pressas e pronto. Essa atitude está completamente errada.

Não se pode manipular o amor. Ele acontece quando acontece. Se ele não estiver acontecendo, não há com o que se preocupar. Não o torne uma viagem do ego em que de qualquer modo você precisa fazer amor.

Isto também está presente na mente ocidental: o homem acha que necessariamente precisa atuar. Se ele não estiver conseguindo, ele acha que não é suficientemente macho. Isso é tolice, é estupidez.

O amor é algo transcendental, não se pode manipulá-lo. Aqueles que tentaram perderam toda a sua beleza. Então, no máximo, ele se torna um alívio sexual, mas todos os reinos sutis e mais profundos do amor permaneceram intocados.


Osho, em "Osho Todos os Dias"

LIVRAI-ME DE TODO MAL, AMÉM!

ADOREI ISTO!!! 
Roberta Carrilho





VOCÊ ME AMA?

Você me ama?
Então se importe. Venha atrás de mim. Me procure.
Só não diga:
- ''Você sumiu, por onde andava?'' Quando no fundo sabia onde me encontrar.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

AGRESSOR PODE SER PROCESSADO SEM QUEIXA DA MULHER, DIZ STF

DIGA NÃO A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA!!

 HOMEM QUE AGRIDE FÍSICA E EMOCIONALMENTE UMA MULHER 
NÃO MERECE RESPEITO! É UM LIXO!
Quinta-feira, 09 de fevereiro de 2012 
Supremo julga procedente ação da PGR sobre Lei Maria da Penha

Por maioria de votos, vencido o presidente, ministro Cezar Peluso, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou procedente, na sessão de hoje (09), a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4424) ajuizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) quanto aos artigos 12, inciso I; 16; e 41 da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006).
A corrente majoritária da Corte acompanhou o voto do relator, ministro Marco Aurélio, no sentido da possibilidade de o Ministério Público dar início à ação penal sem necessidade de representação da vítima.
O artigo 16 da lei dispõe que as ações penais públicas “são condicionadas à representação da ofendida”, mas para a maioria dos ministros do STF essa circunstância acaba por esvaziar a proteção constitucional assegurada às mulheres. Também foi esclarecido que não compete aos Juizados Especiais julgar os crimes cometidos no âmbito da Lei Maria da Penha.
Ministra Rosa Weber 
Primeira a acompanhar o relator, a ministra Rosa Weber afirmou que exigir da mulher agredida uma representação para a abertura da ação atenta contra a própria dignidade da pessoa humana. “Tal condicionamento implicaria privar a vítima de proteção satisfatória à sua saúde e segurança”, disse. Segundo ela, é necessário fixar que aos crimes cometidos com violência doméstica e familiar contra a mulher, independentemente da pena prevista, não se aplica a Lei dos Juizados Especiais (Lei 9.099/95).

Dessa forma, ela entendeu que o crime de lesão corporal leve, quando praticado com violência doméstica e familiar contra a mulher, processa-se mediante ação penal pública incondicionada.
Ministro Luiz Fux
Ao acompanhar o voto do relator quanto à possibilidade de a ação penal com base na Lei Maria da Penha ter início mesmo sem representação da vítima, o ministro Luiz Fux afirmou que não é razoável exigir-se da mulher que apresente queixa contra o companheiro num momento de total fragilidade emocional em razão da violência que sofreu.

“Sob o ângulo da tutela da dignidade da pessoa humana, que é um dos pilares da República Federativa do Brasil, exigir a necessidade da representação, no meu modo de ver, revela-se um obstáculo à efetivação desse direito fundamental porquanto a proteção resta incompleta e deficiente, mercê de revelar subjacentemente uma violência simbólica e uma afronta a essa cláusula pétrea.”
Ministro Dias Toffoli 
Ao acompanhar o posicionamento do relator, o ministro Dias Toffoli salientou que o voto do ministro Marco Aurélio está ligado à realidade. O ministro afirmou que o Estado é “partícipe” da promoção da dignidade da pessoa humana, independentemente de sexo, raça e opções, conforme prevê a Constituição Federal. Assim, fundamentando seu voto no artigo 226, parágrafo 8º, no qual se preceitua que “o Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações”, o ministro Dias Toffoli acompanhou o relator.

Ministra Cármen Lúcia
A ministra Cármen Lúcia destacou a mudança de mentalidade pela qual passa a sociedade no que se refere aos direitos das mulheres. Citando ditados anacrônicos – como “em briga de marido e mulher, não se mete a colher” e “o que se passa na cama é segredo de quem ama” –, ela afirmou que é dever do Estado adentrar ao recinto das “quatro paredes” quando na relação conjugal que se desenrola ali houver violência.
Para ela, discussões como a de hoje no Plenário do STF são importantíssimas nesse processo. “A interpretação que agora se oferece para conformar a norma à Constituição me parece basear-se exatamente na proteção maior à mulher e na possibilidade, portanto, de se dar cobro à efetividade da obrigação do Estado de coibir qualquer violência doméstica. E isso que hoje se fala, com certo eufemismo e com certo cuidado, de que nós somos mais vulneráveis, não é bem assim. Na verdade, as mulheres não são vulneráveis, mas sim mal tratadas, são mulheres sofridas”, asseverou.

Ministro Ricardo Lewandowski 
Ao acompanhar o relator, o ministro Ricardo Lewandowski chamou atenção para aspectos em torno do fenômeno conhecido como “vício da vontade” e salientou a importância de se permitir a abertura da ação penal independentemente de a vítima prestar queixa. “Penso que nós estamos diante de um fenômeno psicológico e jurídico, que os juristas denominam de vício da vontade, e que é conhecido e estudado desde os antigos romanos. As mulheres, como está demonstrado estatisticamente, não representam criminalmente contra o companheiro ou marido, em razão da permanente coação moral e física que sofrem e que inibe a sua livre manifestação da vontade”, finalizou.

Ministro Gilmar Mendes
Mesmo afirmando ter dificuldade em saber se a melhor forma de proteger a mulher é a ação penal pública condicionada à representação da agredida ou a ação incondicionada, o ministro Gilmar Mendes acompanhou o relator. Segundo ele, em muitos casos a ação penal incondicionada poderá ser um elemento de tensão e desagregação familiar. “Mas como estamos aqui fixando uma interpretação que, eventualmente, declarando (a norma) constitucional, poderemos rever, diante inclusive de fatos, vou acompanhar o relator”, disse.

Ministro Joaquim Barbosa
O ministro Joaquim Barbosa, por sua vez, afirmou que a Constituição Federal trata de certos grupos sociais ao reconhecer que eles estão em situação de vulnerabilidade. Para ele, quando o legislador, em benefício desses grupos, edita uma lei que acaba se revelando ineficiente, é dever do Supremo, levando em consideração dados sociais, rever as políticas no sentido da proteção. “É o que ocorre aqui”, concluiu.

Ministro Ayres Britto
Para o ministro Ayres Britto, em contexto patriarcal e machista, a mulher agredida tende a condescender com o agressor. “A proposta do relator no sentido de afastar a obrigatoriedade da representação da agredida como condição de propositura da ação penal pública me parece rimar com a Constituição”, concluiu.

Ministro Celso de Mello
O decano do Supremo, ministro Celso de Mello, também acompanhou o relator. “Estamos interpretando a lei segundo a Constituição e, sob esse aspecto, o ministro-relator deixou claramente estabelecido o significado da exclusão dos atos de violência doméstica e familiar contra a mulher do âmbito normativo da Lei 9.099/95 (Lei dos Juizados Especiais), com todas as consequências, não apenas no plano processual, mas também no plano material”, disse. Para o ministro Celso de Mello, a Lei Maria da Penha é tão importante que, como foi salientado durante o julgamento, é fundamental que se dê atenção ao artigo 226, parágrafo 8º, da Constituição Federal, que prevê a prevenção da violência doméstica e familiar.

Ministro Cezar Peluso 
Único a divergir do relator, o presidente do STF, ministro Cezar Peluso, advertiu para os riscos que a decisão de hoje pode causar na sociedade brasileira porque não é apenas a doutrina jurídica que se encontra dividida quanto ao alcance da Lei Maria da Penha. Citando estudos de várias associações da sociedade civil e também do IPEA, o presidente do STF apontou as conclusões acerca de uma eventual conveniência de se permitir que os crimes cometidos no âmbito da lei sejam processados e julgados pelos Juizados Especiais, em razão da maior celeridade de suas decisões.

“Sabemos que a celeridade é um dos ingredientes importantes no combate à violência, isto é, quanto mais rápida for a decisão da causa, maior será sua eficácia. Além disso, a oralidade ínsita aos Juizados Especiais é outro fator importantíssimo porque essa violência se manifesta no seio da entidade familiar. Fui juiz de Família por oito anos e sei muito bem como essas pessoas interagem na presença do magistrado. Vemos que há vários aspectos que deveriam ser considerados para a solução de um problema de grande complexidade como este”, salientou.
Quanto ao entendimento majoritário que permitirá o início da ação penal mesmo que a vítima não tenha a iniciativa de denunciar o companheiro-agressor, o ministro Peluso advertiu que, se o caráter condicionado da ação foi inserido na lei, houve motivos justificados para isso.  “Não posso supor que o legislador tenha sido leviano ao estabelecer o caráter condicionado da ação penal. Ele deve ter levado em consideração, com certeza, elementos trazidos por pessoas da área da sociologia e das relações humanos, inclusive por meio de audiências públicas, que apresentaram dados capazes de justificar essa concepção da ação penal”, disse.
Ao analisar os efeitos práticos da decisão, o presidente do STF afirmou que é preciso respeitar o direito das mulheres que optam por não apresentar queixas contra seus companheiros quando sofrem algum tipo de agressão. “Isso significa o exercício do núcleo substancial da dignidade da pessoa humana, que é a responsabilidade do ser humano pelo seu destino. O cidadão é o sujeito de sua história, é dele a capacidade de se decidir por um caminho, e isso me parece que transpareceu nessa norma agora contestada”, salientou. O ministro citou como exemplo a circunstância em que a ação penal tenha se iniciado e o casal, depois de feitas as pazes, seja surpreendido por uma condenação penal.